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terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Os nerds querem ser milionários

A Campus Party, um dos maiores eventos de tecnologia do país, reuniu muitos jovens empreendedores, que lá foram para divulgar os seus produtos, buscar novas parcerias e ampliar o networking. Nesse ano, cerca de 250 startups (empresas de tecnologia de ponta) frequentaram o evento.

Dentre elas, uma que chamou a atenção foi a Domotic Center, cujo fundador é o joinvillense Dimas Broering. Ele e seus outros sócios - 3 jovens de diferentes áreas - vieram mostrar o primeiro produto da empresa: um interruptor, que se conecta a um smartphone e que, por ser "touchscreen", tem a vantagem de ser controlado em qualquer lugar.

Mas não basta ter boas idéias. É preciso ter visão de negócios e ter um mínimo conhecimento na área tecnológica, garante Spina, criador da Anjos do Brasil. Por isso a importância dos investidores de uma empresa serem de áreas distintas. Assim, cada um pode agregar com conhecimentos diferentes.


Fonte: 

http://www.istoe.com.br/reportagens/345916_OS+NERDS+QUEREM+SER+MILIONARIOS?pathImagens=&path=&actualArea=internalPage

sábado, 2 de fevereiro de 2013

Inovação e Colaboração são os pilares da Campus Party


Durante a sexta edição da Campus Party Brasil, realizada no Anhembi Parque, em São Paulo, Buzz Aldrin, ex-astronauta americano e defensor da exploração espacial, foi quem abriu o ciclo do palco principal do evento. Ele destacou a inovação e a colaboração como base da sua carreira, sendo esses os dois pilares desta edição do Campus Party.

“Vocês, jovens, são o futuro de fato”, disse o astronauta. “Minha carreira nunca teria acontecido sem colaboração e cooperação em torno de uma meta comum.”
Buzz foi o 2º homem a pisar na Lua, isso em meados dos anos 60. E sua carreira vinda de muito tempo reflete como esse comportamento já vinha mostrado a sua importância em desenvolver soluções para um mundo melhor. Sem dúvida, vivemos um marco na história devido ao grande acontecimento tecnológico no mundo. Inovar e colaborar fica muito mais fácil e é quase imperativo nos meios digitais.

Atualmente, Buzz falou sobre seu projeto de exploração de Marte, tema central de seu livro, onde conta como foi que elaborou a tese para diminuir o tempo e a quantidade de combustível necessária para explorar o planeta vermelho. Ele defende a exploração espacial como forma de encontrarmos novas soluções para melhorar a qualidade de vida na Terra. Além de afirmar que o futuro depende dos jovens, aconselhou os cerca de 8 mil campuseiros presentes à se dedicarem aos estudos de ciências exatas, se dedicando à ultrapassar as fronteiras do conhecimento.

Fonte: http://www.3minovacao.com.br/blog/acontece-por-ai/2013/01/31/inovacao-e-colaboracao-sao-os-pilares-da-6a-edicao-da-campus-party/

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

3G, 3G+ e 4G: quais as diferenças entre essas tecnologias?

Em plena era de smartphones e tablets, ainda há muita dúvida sobre o que é o 3G, o 3G+ e o 4G.

Hoje, conexão à internet é fator imprescindível para realizarmos várias atividades da vida moderna. E, convenhamos: quanto mais rápida, melhor. Para as conexões fixas, as velocidades são bem estipuladas: podemos optar por planos de 1 Mbps, 10 Mbps, 20 Mbps - quanto maior o número, mais rápido ela é, obviamente. Mas, no caso dos celulares, a velocidade é definida, basicamente, pela tecnologia utilizada pelas operadoras. É aí que entram as diferenças entre 3G, 3G+, 4G e muitas outras.

O "G" significa "Generation", ou "Geração", enquanto o número que o antecede faz menção a qual geração estamos (3G = terceira geração). A cada novo "G", melhorias na rede - sobretudo em velocidade - são implementadas ao consumidor. A grosso modo, o primeiro "G" representava telefones analógicos, enquanto o 2G trouxe os telefones digitais. Com a evolução da tecnologia, surgiu o EDGE - também chamado de 2,5G, que oferece transferência de dados a velocidades não muito satisfatórias. De vez em quando, é possível que você ainda veja um "E" aparecendo no visor do seu telefone - essa rede EDGE, que funciona em paralelo com a 3G atual, é acionada quando o sinal não é muito forte na região onde você está. 

O 3G

Na teoria, a tecnologia 3G permite até 7Mbps de velocidade - algo satisfatório para os padrões de dados do mundo atual. Mas, na prática, por causa dos diferentes graus de conservação e robustez das redes das diversas operadoras, a velocidade da "banda larga móvel" varia entre 400 Kbps a 4 Mbps. Aqui no Brasil, porém, a média de oferta na velocidade de conexão é de 1 Mbps. Para piorar, por contrato, as operadoras se protegem e garantem a entrega de apenas 10% do que foi acordado. Isso é uma verdadeira puxada de tapete no consumidor que espera por bons serviços de internet móvel.

O modelo 3G é o predominante no Brasil, embora outros já estejam entre nós.

O 3G+

Está aqui uma oferta de internet móvel que, para parte do público, é uma evolução na forma de se navegar pelo celular. Para outros, é uma desculpa que tenta justificar a inexistência do 4G no Brasil até hoje.

O 3G+, a grosso modo, pode ser visto como um "empurrãozinho" na velocidade de conexão. A tecnologia pode ofertar até 21 Mbps, contra os 7 Mbps do 3G tradicional. Apesar dos números, na prática não é possível sentir muita diferença na velocidade se comparado com o 3G - salvo a estabilidade de sinal, que em tese é bem maior. 

O 4G

O sinal 4G, que pode oferecer velocidade de até 100 Mbps em seu celular, ainda não está disponível no Brasil. E a razão é a morosidade da Agência Nacional de Telecomunicações (ANATEL). A ANATEL determina, através de leilão de radiofrequência, as faixas de conexão 4G disponíveis para uso pelas operadoras. Em tal leilão, quem "vence" deverá ofertar a conexão 4G, mas não em suas regiões de escolha e sim em uma área determinada pela ANATEL. Em outras palavras: uma operadora pode oferecer o 4G na região Sudeste, onde a incidência de smartphones é maior, mas também é obrigada a disponibilizá-la na região Norte, por exemplo - onde, teoricamente, não seria um bom mercado para a empresa graças ao vasto território e pouca densidade demográfica.

Durante a Campus Party, o Ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, disse que o edital para um novo leilão será publicado até o dia 16 de abril e terá um prazo de 30 dias. O leilão está previsto para acontecer em algum momento do mês de maio, ainda sem data definida. 

A ANATEL já realizou audiências públicas e também com o setor privado para determinar cláusulas a constarem no edital. O leilão em si estava previsto para acontecer em algum momento de abril, mas as operadoras pressionaram pelo adiamento, sob justificativa de querer explorar mais o 3G, além de acreditarem ser difícil pagar pela licença de uso da faixa de frequência 2,5GHz - onde opera o 4G.

Para as operadoras, ainda existe um amplo investimento sendo feito no aproveitamento pleno do 3G no Brasil - e instituir o 4G agora seria exigir um valor que elas não estão dispostas a pagar. O foco delas, agora, é a instalação do 3G+, também chamado de HSPA+ - este, com o triplo de velocidade do 3G atual. O sinal 4G, em tese, é o que oferece a conexão mais rápida da internet móvel no momento: existe uma verdade nisso, mas é importante ressaltar que o nome "4G" serve para rotular diversas tecnologias de conexão móvel, como HSPA+ 21/42 (algo similar ao 3G+), WiMax e LTE - todos já presentes no Brasil, mas de forma menos expressiva.

Ainda não há informação exata de quando os leilões de frequência 4G começarão no Brasil, mas o site da ANATEL publica informaçõesconstantes quanto à abertura de editais sobre o assunto.

Por Rafael Arbulu

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Chileno de 14 anos conta como criou sistema de alerta para terremotos

Sebastian Klocker foi atração na Campus Party nesta quinta. Ele desenvolveu programa que manda mensagens via Twitter e SMS
chileno alerta terremoto campus party (Foto: Flavia de Quadros/indicefoto.com)
Sebastian Klocker é um garoto chileno de apenas 14 anos, mas já conseguiu alterar a vida de muitas pessoas. Após o terremoto que atingiu o Japão em 2011, ele decidiu criar um sistema que distribui alertas da chegada de tremores no Chile por meio do Twitter e de mensagens de celular. Klocker falou sobre a experiência durante a Campus Party, nesta quinta-feira (9). Ele veio a São Paulo acompanhado do pai.


Para conseguir o sistema de alerta, o jovem ligou um microcontrolador a um sensor de terremotos e, assim, enviar mensagens com antecedência de 5 a 30 segundos ao tremor --no Japão, o sistema criado pelo governo tem antecedência de 1 minuto, disse o menino. Os avisos são colocados no perfil @alarmacismos.

"Depois que tive a ideia, fui procurar os sensores e achei um por US$ 2.500", contou. "Era muito caro, então encontrei uma alternativa por US$ 50, que fazia praticamente a mesma coisa. Quero que isso mostre que não é preciso ter muito dinheiro para conseguir algo criativo e que pode ajudar as pessoas."

A ideia de Klocker foi bem recebida e o jovem conta que se assustou com a repercussão internacional: "Me ligaram de um jornal na Tailândia!". Segundo ele, o governo chileno também se impressionou com o sistema e se dispôs a colocar um sensor em cada uma das 14 regiões chilenas, para que possa funcionar melhor.
Para o futuro, o adolescente pensa em criar um aplicativo para celulares a partir do sistema. Klocker também quer abrir o código por trás da ferramenta que criou, para que ela possa ser usada por outras pessoas e em outros países.

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

CAMPUS PARTY: A internet em carne e osso

CPBR5
Criada em 1997, na Espanha, a Campus Party é simplesmente o maior acontecimento tecnológico do mundo nas áreas de inovação, ciência, cultura e entretenimento digital, reunindo milhares de pessoas para debater os principais temas em cada um destes universos. 

Suas centenas de atividades, divididas entre palestras, debates e oficinas, fazem da Campus Party uma experiência única. Através de seus palcos nascem e são analisadas as principais tendências de um universo onde inovar é a palavra mágica.
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Além disso, é o principal ponto de encontro das mais importantes comunidades digitais do país, e com as quais é possível interagir, compartilhar conhecimento e produzir novidades!

Cinco anos e contando
A Campus Party aterrissou no Brasil em 2008, consolidando-se como a primeira edição internacional do evento. À época, reuniu pouco mais de 3.000 campuseiros na cidade de São Paulo.

Em 2011, o número de participantes saltou para 6.800 pessoas, marca que, sem dúvida, será superada em 2012.



Quando e onde acontece a Campus Party Brasil 2012?


Em São Paulo, no Anhembi Parque de 06 a 12 de fevereiro de 2012.

A arena
É neste espaço, durante sete dias, que acontece a magia! Por todos os cantos, experiências profissionais e de vida são trocadas em um ambiente totalmente interativo e multidisciplinar. Aqui os usuários acomodam seus equipamentos e interagem para reproduzir, 24 horas por dia, o que realmente é a internet: uma rede feita por pessoas reais.
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Zona Expo
A Zona Expo é o local onde algumas das principais marcas do mundo oferecem ao público a chance de experimentar novidades e conhecer novos produtos e tendências de um mercado em franca expansão. Nesta área também se encontram as atividades de Inclusão Digital e Campus Futuro.
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