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sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Ultrabooks: a nova categoria de portáteis ainda vai trazer grandes inovações


Os Ultrabooks, apresentados pela gigante Intel, chegaram com a ideia de serem muito mais rápidos que os notebooks convencionais, oferecendo inicialização mega veloz, assim como o retorno da hibernação. Leves, mais finos, com desempenho superior e baterias que duram muito mais, os Utrabooks se destacam também no quesito gráfico e visual na hora de converter vídeos e músicas.

Consideravelmente mais finos, os Ultrabooks têm espessura de 8mm até 20mm e com peso de no máximo 1 quilo. Com a opção touchscreen e baterias que duram cerca de 10 horas, não poderia faltar o turbinado e mais poderosos processador Intel Core.

Assista o vídeo e conheça um pouco mais:

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Invenção e Inovação no Brasil

Por Fernando Martins é Presidente da Intel Brasil
A bicicleta apareceu pela primeira vez nos desenhos de Leonardo da Vinci no século 15. Mas a ideia somente foi patenteada em 1818. Apesar de funcionar, a bicicleta não se popularizou até que a percepção de insegurança fosse eliminada e que a produção em massa fosse viabilizada pela revolução industrial.

Invenção não é inovação. Invenção é o puro ato de criação de conhecimento. Inovação ocorre quando uma invenção causa um impacto positivo na vida das pessoas e atinge sucesso comercial. Inovação requer todo um ecossistema favorável para que possa emergir e florescer de forma sustentável. Observando diversos países do mundo. Notamos que o ecossistema de inovação inclui universidades, governo e empresas de diversos portes. Gerar pesquisas relevantes, formar núcleos de competência em áreas estratégicas, fomentar políticas agressivas de isenção fiscal e proporcionar um ambiente seguro para a criação de propriedade intelectual e implementação de startups são alguns dos itens indispensáveis para que esse ecossistema funcione e se desenvolva.

Israel trilhou este caminho com maestria e gerou um ecossistema de inovação vibrante e autossustentável: a Universidade de Jerusalém recebe anualmente US$ 1 bilhão por ano em royalties, oriundos das empresas ali instaladas. Israel investe 4,5% do PIB em pesquisa e desenvolvimento. Em 2009, Israel tinha 3.8 mil startups, ou uma empresa de tecnologia para cada 1.8 mil israelenses.

No Brasil, investimos 1,2% do PIB em Pesquisa e Desenvolvimento mais da metade do dinheiro oriundo de instituições públicas. O governo tem muitos programas e políticas de incentivo à inovação que incluem formação de recursos humanos (Programa RHAE, do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação), linhas de crédito (BNDES), incentivos (Lei da Inovação, Lei da Informática, Lei do Bem) e promoção de exportações (Apex-Brasil). Apesar das políticas existirem, acessar esses recursos ainda não é trivial.

Comparativamente a Israel e aos Estados Unidos, o setor privado brasileiro ainda não abraça inovação como prática necessária à competitividade. Poucas empresas consideram suporte a startups uma forma de investimento de alto retorno. Investimentos de private equity existem. Mas a prática ainda não é prevalente. O conhecimento é fundamental à inovação, mas não precisa necessariamente originar-se in-house. Investir em startups, firmar parcerias com universidades e colaborar com outras empresas inovadoras são maneiras de o setor privado contribuir para gerar inovação, lucro e benefícios para a sociedade e a economia brasileira.

A inovação necessita de todo um ecossistema favorável para emergir e florescer. É importante que tanto o setor público como o setor privado nacional abracem a inovação como urna alavanca para melhorar a competitividade. Gerar empregos e renda, e criar indústrias capazes de afetar positivamente o futuro do país.
Fonte: http://www.portogente.com.br/texto.php?cod=59674

terça-feira, 29 de novembro de 2011

“A inovação é o que nos impulsiona”, diz Fernando Martins, presidente da Intel

Até 2015 estima-se que mais de 15 bilhões de dispositivos móveis estejam conectados, o que representa cerca de dois dispositivos por pessoa, até lá, o trafego de dados crescerá oito vezes no Brasil, quatro vezes mais do que a média mundial. A indústria está de olho nesta tendência e busca por elaborar estratégias para aproveitar este momento. “O Brasil vive um momento muito especial e deve ser aproveitado. A inovação tem papel fundamental, pois se você não inovar, alguma outra empresa inovará antes de você e isso é perder mercado”, refletiu Fernando Martins, presidente e diretor geral da Intel do Brasil.

Com visão ousada, a Intel busca manter um fluxo de inovação contínua e que permeie todos os setores da companhia, como manufatura, marketing, branding, logística e semicondutores, o principal negócio. “A inovação é o que nos impulsiona”, frisa. “Hoje produzimos mais de um milhão de peças por dia e é preciso inovação para colaborar com este setor, caso contrário, não conseguiríamos entregar nossos produtos”, explicou.

A experiência do usuário é o principal foco das invenções da empresa, com objetivo central de entender o desejo dos consumidores. Durante apresentação no Intel Editor’s Day, evento anual que a companhia organiza para apresentar novidades à imprensa, Martins citou a inovação modelo circo, como exemplo, fazendo referência ao famoso ‘Cirque de Soleil’, que dispensou o uso de animais nas apresentações, investiu na experiência das pessoas e reinventou o conceito de circo. “A inovação nada mais é do que uma invenção que deu certo e é o caso do circo. É preciso entender as aspirações dos clientes para poder criar algo novo que traga valor”, comparou.

Dentro do seu principal negócio, a Intel também trabalha no desenvolvimento de transistors para atender as demandas por vídeo e fotos e dispositivos mais inteligentes e conectados em nuvem. Neste caso, o desafio está, cada vez mais, em reduzir o tamanho. Em 2009, o transistor media 33 nanômetros, atualmente, trabalha-se no desenvolvimento de um com 22 nanômetros e a projeção, para 2013, é conseguir reduzir ainda mais, chegando a 14 nanômetros. Outra grande aposta da companhia é no recém-lançado sistema ‘deep safe’, uma solução de segurança com base na análise comportamental. “Atualmente são gerados mais de 66 mil novos vírus por dia, sendo impossível checar tamanha quantidade. Por isso, apostamos em sistemas de inovação inteligentes para oferecer melhores experiências aos usuários”, ressaltou.

Ainda, segundo Martins, as oportunidades da Intel no Brasil estão em aumentar a densidade e o número de vendas para pessoas que estão adquirindo o primeiro computador, PMEs, grandes empresas, governo e mercados adjacentes. “Com grandes oportunidades e inovação contínua, vamos obter resultados fantásticos. Estamos apenas no começo.”

 Fonte: http://informationweek.itweb.com.br/5769/a-inovacao-e-o-que-nos-impulsiona-diz-fernando-martins/

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Intel quer exportar inovação brasileira para os EUA

O setor de inovação da Intel no Brasil tem uma meta bem clara: mostrar aos Estados Unidos e ao mundo tudo que o País tem de potencial. Através de medidas como parcerias com institutos de pesquisa e universidades brasileiras, colaboração com outras empresas e transferência tecnológica, a fabricante de hardware quer exportar soluções inovadoras nacionais para o mundo e adaptar para a realidade brasileira projetos desenvolvidos pela Intel fora do País.

Segundo o diretor de Inovação da Intel Brasil, Rogério de Paula, os pesquisadores brasileiros são pouco conhecidos fora do País. A parceria que a companhia tem com universidades envolve, além de projetos em pesquisa e desenvolvimento, o aumento da visibilidade dos professores no exterior. Nos últimos anos, esses pesquisadores têm sido levados pela companhia para o Intel Developer's Fórum (IDF), maior evento mundial da empresa e que ano que vem acontece em São Paulo. "Levar os pesquisadores para o IDF aumenta essa visibilidade. Eu tenho falado pra eles 'vão lá, se exponham', e alguns deles já têm entrado em contato direto com pesquisadores da Intel nos Estados Unidos", diz Rogério.

Segundo o executivo, água e alimento serão os grandes desafios do século XXI no mundo, e o Brasil tem muita tecnologia a oferecer nessa área. "O Brasil é muito eficiente no uso da água na agricultura. Essa tecnologia é muito estratégica", afirma. "Nós acreditamos muito no Brasil. Não é somente o terceiro mercado de PCs do mundo, tem muita coisa no País que tem que ser levada para fora."

A inovação da Intel trabalha também na transferência de tecnologia para o Brasil. Produtos desenvolvidos em laboratório que muitas vezes não são usados pela Intel são adaptados para serem utilizados em diversos setores. A área de sensores é um bom exemplo: criptografados e com energia prória, por exemplo, podem ser usados na área de logística e transporte.

Outra área em que a Intel investe é na extração de petróleo. "A Petrobras é referência na extração em grandes profundidades e esse não é nosso negócio, mas nós temos inovações que podem ajudar a empresa a resolver alguns problemas", analisa Rogério. "A Intel é pouco conhecida fora do setor de microprocessadores, por isso nós procuramos a empresa, não a equipe de vendas, mas buscando uma relação com laboratórios de pesquisa e desenvolvimento", afirma o executivo, ressaltando que essas soluções desenvolvidas com empresas nacionais podem ser exportadas para serem desenvolvidos em outras áreas.