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sábado, 7 de julho de 2012

Patente da Sony prevê um sistema que escolhe a música de acordo com o ritmo dos exercícios


A Sony entrou com um pedido de patente para um produto que é, no mínimo, curioso. Segundo informações disponibilizadas no documento, trata-se de um aplicativo/dispositivo reprodutor de músicas que controla a trilha sonora, alterando as faixas automaticamente quando você muda de ritmo durante a atividade física.

O programa utiliza um sistema de “análise de circuito de exercícios” que é capaz de reconhecer as preferências e movimentos do atleta, alternando a trilha sonora de acordo com o ritmo dos exercícios. Para fazer isso, o dispositivo conta com alguns sensores que, de acordo com o texto da patente, detectam os movimentos do atleta. A invenção também conta com a possibilidade de criação de perfis diferenciados.

Fonte: http://www.tecmundo.com.br/sony/26209-patente-da-sony-preve-um-sistema-que-escolhe-a-musica-de-acordo-com-o-ritmo-dos-exercicios.htm#ixzz1zzatXoTN

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Televisão: um invento que dura até nossos dias

televisao


Em 26 de janeiro de 1926, John Logie Baird foi capaz de fazer a primeira emissão televisiva desde seu laboratório em Londres supervisionados pelos membros da Royal Institution e um jornalista britânico. As imagens que puderam ser vistas em uma televisão consistiu de uma gravação feita ao rosto de um manequim.

Anteriormente, em 25 de março de 1925, Baird tinha emitido uma imagem televisiva, no Departamento da loja Selfridges, em Londres. No entanto, como era uma imagem estática, não se considerou como uma retransmissão televisada.

A televisão, invenção de Baird, pode desenvolver graças aos avances anteriores como o disco de Nipkow, patenteado em 1884 pelo estudante alemão Paul Nipkow. Este disco, foi o primeiro sistema de televisão eletromecânica capaz de produzir uma imagem através de pequenos orifícios.

Em 1911, Boris Rosing e seu aluno Vladimir Kosma Zworykin, criaram outro sistema de televisão que realizava a digitalização de uma imagem por um espelho-tambor e transmitia através de um receptor com um tubo eletrônico de raios catódicos Braun

Ao contrário de outros sistemas eletrônicos, a imagem obtida por Baird em 1926, foi digitalizado verticalmente por um disco equipado com uma dupla-espiral de lentes que só tinham apenas 30 linhas, o suficiente para reproduzir um rosto humano reconhecível. Um ano depois de seu sucesso, Baird transmitiu um sinal de Londres para Glasgow, através de uma linha telefônica.

Em 1928, a empresa de Baird, Baird Television Development Company, ganhou o primeiro sinal de televisão transatlântica entre Londres e Nova York.

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Câmera mais rápida do mundo captura 1 trilhão de quadros por segundo

Quem é fã de fotografias e vídeos que registram eventos ultra-rápidos como a trajetória de uma bala de revólver vai ser surpreender com a última invenção do MIT (Massachusetts Institut of Technology). Os pesquisadores Andreas Velten, Ramesh Raskar e Moungi Bawendi criaram uma câmera capaz de capturar 1 trilhão de quadros por segundo. “Nada no universo é rápido demais para essa câmera”, resume Velten ao explicar o quão veloz tal câmera é.


Tão rápida que registra fótons (partículas de luz) percorrendo uma trajetória dentro de uma garrafinha de refrigerante. A câmera é baseada em uma tecnologia, chamada “streak camera”, que é, basicamente, uma câmera que registrar objetos que se movimentam em altíssima velocidade através de uma abertura estreita.

As partículas de luz entram no aparelho através da abertura até chegarem a um campo elétrico que vira os fótons em uma direção perpendicular à fenda. O campo elétrico, em movimento o tempo todo, envia os fótons para um sensor. E exatamente como diz a frase “os últimos serão os primeiros” é que funciona a lógica do tal campo. As primeiras partículas a serem enviadas para o sensor são justamente as que chegaram por último ao campo e só depois são enviados os fótons que chegaram antes.

O resultado das imagens registradas pela câmera mais rápida do mundo é, surpreendentemente, um filme em slow-motion que representa o tempo que as partículas de luz levam para percorrer a trajetória da garrafinha.

Até essa semana, o título de câmera mais veloz estava nas mãos de uma equipe de pesquisadores da Universidade da Califórnia, capaz de capturar 6 milhões de quadros por segundo. Pelo visto, o pessoal do MIT desbancou de longe a concorrência. Confira no vídeo, em inglês, como foi o processo de construção da câmera e o resultado final. 

Fonte:http://exame.abril.com.br/tecnologia/ciencia/noticias/camera-mais-rapida-do-mundo-captura-1-trilhao-de-quadros-por-segundo

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Invenção e Inovação no Brasil

Por Fernando Martins é Presidente da Intel Brasil
A bicicleta apareceu pela primeira vez nos desenhos de Leonardo da Vinci no século 15. Mas a ideia somente foi patenteada em 1818. Apesar de funcionar, a bicicleta não se popularizou até que a percepção de insegurança fosse eliminada e que a produção em massa fosse viabilizada pela revolução industrial.

Invenção não é inovação. Invenção é o puro ato de criação de conhecimento. Inovação ocorre quando uma invenção causa um impacto positivo na vida das pessoas e atinge sucesso comercial. Inovação requer todo um ecossistema favorável para que possa emergir e florescer de forma sustentável. Observando diversos países do mundo. Notamos que o ecossistema de inovação inclui universidades, governo e empresas de diversos portes. Gerar pesquisas relevantes, formar núcleos de competência em áreas estratégicas, fomentar políticas agressivas de isenção fiscal e proporcionar um ambiente seguro para a criação de propriedade intelectual e implementação de startups são alguns dos itens indispensáveis para que esse ecossistema funcione e se desenvolva.

Israel trilhou este caminho com maestria e gerou um ecossistema de inovação vibrante e autossustentável: a Universidade de Jerusalém recebe anualmente US$ 1 bilhão por ano em royalties, oriundos das empresas ali instaladas. Israel investe 4,5% do PIB em pesquisa e desenvolvimento. Em 2009, Israel tinha 3.8 mil startups, ou uma empresa de tecnologia para cada 1.8 mil israelenses.

No Brasil, investimos 1,2% do PIB em Pesquisa e Desenvolvimento mais da metade do dinheiro oriundo de instituições públicas. O governo tem muitos programas e políticas de incentivo à inovação que incluem formação de recursos humanos (Programa RHAE, do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação), linhas de crédito (BNDES), incentivos (Lei da Inovação, Lei da Informática, Lei do Bem) e promoção de exportações (Apex-Brasil). Apesar das políticas existirem, acessar esses recursos ainda não é trivial.

Comparativamente a Israel e aos Estados Unidos, o setor privado brasileiro ainda não abraça inovação como prática necessária à competitividade. Poucas empresas consideram suporte a startups uma forma de investimento de alto retorno. Investimentos de private equity existem. Mas a prática ainda não é prevalente. O conhecimento é fundamental à inovação, mas não precisa necessariamente originar-se in-house. Investir em startups, firmar parcerias com universidades e colaborar com outras empresas inovadoras são maneiras de o setor privado contribuir para gerar inovação, lucro e benefícios para a sociedade e a economia brasileira.

A inovação necessita de todo um ecossistema favorável para emergir e florescer. É importante que tanto o setor público como o setor privado nacional abracem a inovação como urna alavanca para melhorar a competitividade. Gerar empregos e renda, e criar indústrias capazes de afetar positivamente o futuro do país.
Fonte: http://www.portogente.com.br/texto.php?cod=59674

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Teclado e mouse multi-touch podem ser a próxima geração de periféricos

mouse feito de vidro temperado (Foto: Divulgação)O engenheiro aeroespacial Jason Giddings está desenvolvendo um projeto ousado: dando formas a um teclado e mouse multi-touch que ele garante ser a próxima geração de periféricos. A tecnologia dos aparelhos é a mesma usada em sistemas biométricos, e por enquanto o que impede o lançamento no mercado é a falta de recursos financeiros.



Teclado multi-touch (foto divulgação)Com um design elegante, o mouse e o teclado multi-touch são feitos de um composto de vidro temperado preso a uma base de metal sólido. A estrutura é simples, mas é o funcionamento que chama mais a atenção. A tecnologia instalada no vidro é a FTIR – Frustated Total Internal Reflection. Nas extremidades do vidro existem leds infravermelhos, quando alguma área do da superfície é tocada, o infravermelho é refletido e é captado por uma câmera instalada na base de metal. É dessa maneira que o mouse e o teclado decodificam as ações realizadas pelo usuário.
Diferente de uma tela touch screen, a multi-touch tem a capacidade de reconhecer toques simultâneos e possibilitará dar zoom e girar imagens sem a necessidade de cliques. Além disso, o teclado e o mouse terão conexão wireless, e será resistente a sujeira e a líquidos.
O produto ainda não tem nome e nem valor definido, e não há previsão de quando pode ser lançado no mercado. O motivo é que para iniciar a criação do software e de protótipos do produto o designer necessita de 50 mil dólares. Jason acredita que conseguirá essa quantia por meio de doações até primeiro de janeiro de 2012. Vamos esperar para ver qual será o futuro do obra.

Fonte: http://www.techtudo.com.br/noticias/noticia/2011/11/teclado-e-mouse-multi-touch-podem-ser-proxima-geracao-de-perifericos.html