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terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Os nerds querem ser milionários

A Campus Party, um dos maiores eventos de tecnologia do país, reuniu muitos jovens empreendedores, que lá foram para divulgar os seus produtos, buscar novas parcerias e ampliar o networking. Nesse ano, cerca de 250 startups (empresas de tecnologia de ponta) frequentaram o evento.

Dentre elas, uma que chamou a atenção foi a Domotic Center, cujo fundador é o joinvillense Dimas Broering. Ele e seus outros sócios - 3 jovens de diferentes áreas - vieram mostrar o primeiro produto da empresa: um interruptor, que se conecta a um smartphone e que, por ser "touchscreen", tem a vantagem de ser controlado em qualquer lugar.

Mas não basta ter boas idéias. É preciso ter visão de negócios e ter um mínimo conhecimento na área tecnológica, garante Spina, criador da Anjos do Brasil. Por isso a importância dos investidores de uma empresa serem de áreas distintas. Assim, cada um pode agregar com conhecimentos diferentes.


Fonte: 

http://www.istoe.com.br/reportagens/345916_OS+NERDS+QUEREM+SER+MILIONARIOS?pathImagens=&path=&actualArea=internalPage

domingo, 30 de junho de 2013

Inscrições para o 8º Desafio Brasil vão até 14 de julho

Desafio Brasil é um programa de âmbito nacional voltado para a capacitação de empreendedores. Tem por objetivo estimular a criação de novos negócios inovadores e de alto impacto (startups). Além disso, o Desafio Brasil fomenta uma rede de empreendedorismo (comunidade de startups) que possibilita a colaboração de empreendedores entre si e com outros atores relevantes como universidades, investidores, empresas estabelecidas e governo.

O programa é uma iniciativa da FGV (Fundação Getúlio Vargas), realizado pelo GVcepe (Centro de Estudos em Private Equity e Venture Capital) com apoio e colaboração técnica da Allagi Open Innovation Services.

Para saber mais, clique aqui.

terça-feira, 16 de abril de 2013

Sinapse da Inovação promove Desafio de Startups em Floripa


O Sinapse da Inovação, programa do Governo de Santa Catarina e a Fundação de Amparo à Pesquisa de SC  (Fapesc) estão apoiando a realização de um Desafio de Startups no Estado. O desafio é uma competição de negócios que acontece dentro dos eventos do Circuito Startup – já tiveram uma edição do desafio cidades como Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte, Curitiba, Porto Alegre, Natal, João Pessoa e, inclusive, Florianópolis.

O programa Sinapse da Inovação, que existe desde 2008 e tem “como objetivo transformar as boas ideias geradas no ambiente acadêmico em negócios de sucesso”.

O Desafio de Startups apoiado pela Sinapse está com inscrições abertas (veja mais aqui) e será no dia 26 de abril, no SESC Cacupe, em Florianópolis. “Como parte da programação do Circuito Startup na cidade, no dia anterior ao Desafio de Startups (25 de abril), acontecerá a terceira edição do Startup Floripa, com Startup Meetup, Rodada de Negócios e Palestras”, diz a organização do evento.

segunda-feira, 15 de abril de 2013

Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação divulga edital para empreendedores do Start-UP Brasil


   ReproduçãoDepois de anunciar a lista de aceleradoras selecionadas para o Start-UP Brasil, o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) divulgou hoje (dia 15) o edital para os empreendedores interessados em participar do programa. Com foco em projetos de pesquisa, desenvolvimento e inovação, a iniciativa distribuirá bolsas de R$ 200 mil e um ciclo de aceleração para as startups escolhidas.

Disponível no site oficial do Start-UP Brasil, o documento apresenta os requisitos obrigatórios para os candidatos ao incentivo, como cadastro de currículo dos fundadores na Plataforma Lattes, caracterização do projeto como pesquisa científica ou tecnológica, formato de apresentação do modelo de negócio e indicação do programa de aceleração de preferência. As inscrições começam no dia 25 de abril. 

quinta-feira, 28 de março de 2013

Empresa brasileira de software lança concurso para premiar startups de tecnologia


A empresa brasileira de desenvolvimento de software Totvs anunciará na terça-feira um programa de investimento em startups de tecnologia. O vencedor do concurso receberá aporte financeiro, orientação de executivos da companhia e imersão no laboratório da empresa no Vale do Silício, na Califórnia.

Qualquer startup pode participar do programa, desde que seu projeto seja uma solução voltada ao mundo corporativo e já esteja na fase de testes. As inscrições vão de 2 de abril a 6 de junho. O grande vencedor será anunciado em setembro.

O principal objetivo da empresa brasileira é descobrir novos talentos e futuros parceiros de negócio. Como a companhia também opera em outros países da América Latina, startups do exterior também poderão se inscrever no concurso. O programa é composto de quatro fases. Para avançar, a startup terá de mostrar a viabilidade de seu modelo de negócio.

A proposta de aceleração inclui uma palestra sobre inovação e empreendedorismo com Laércio Cosentino, presidente e fundador da Totvs. O valor total do investimento a ser recebido pelo ganhador é de até 2 milhões de reais. 

Fonte: http://veja.abril.com.br/noticia/vida-digital/empresa-brasileira-de-software-vai-lancar-concurso-para-premiar-startups-de-tecnologia?utm_source=redesabril_veja&utm_medium=twitter&utm_campaign=redesabril_veja&utm_content=feed&

sábado, 24 de novembro de 2012

Chile se torna modelo de inovação da América Latina


O Chile vem sendo considerado um país modelo de inovação graças aos seus bem sucedidos investimentos para o desenvolvimento do país, como por exemplo os incentivos para novos empreendedores internacionais focados em internet e em tecnologia de ponta para iniciarem seus negócios em terras chilenas.

Um dos modelos de inovação está o programa Start Up Chile, que beneficia com conexões e ajuda de custo de até 40 mil dólares.

Outro benefício está na lei que garante à internet chilena abertura à inovação e à competição, o que impede empresas de telecomunicação de bloquear serviços sem se responsabilizar por isso.

Assista o vídeo de divulgação do programa:
Fonte: http://www.3minovacao.com.br/blog/gestao/2012/11/12/10525/

domingo, 19 de agosto de 2012

Catarinenses aprovam programa de incentivo à empresas de tecnologia


O governo federal apresenta amanhã, dia 20, em São Paulo, um programa que destinará R$ 486 milhões para o setor de software até 2015. A ideia é apostar nas startups (empresas inovadoras iniciantes), criar uma certificação para que pequenas e médias empresas possam participar de compras públicas e instalar quatro centros de inovação no país, além de capacitar mais de 50 mil profissionais.

A meta é dobrar o faturamento do setor, para US$ 200 bilhões, e criar 900 mil empregos em 10 anos. Segundo Guilherme Bernard, presidente da Associação Catarinense de Empresas de Tecnologia (Acate), SC, historicamente, tem conseguido atrair recursos do governo federal para investimento nas empresas catarinenses.

— O valor de R$ 486 milhões é significativo, dependendo de sua distribuição e aplicação. As ações devem priorizar empresas de pequeno e médio porte, que são as que mais sofrem com a carga tributária proibitiva hoje no país — diz.

Do faturamento de US$ 14,5 bilhões do mercado brasileiro de software e TI em 2011, 91% eram provenientes de serviços de menor valor agregado. Com a certificação, o governo quer usar seu poder de compra para dar preferência a um software de procedência nacional.

As metas são ambiciosas, mas possíveis, conforme Bernard:

— Hoje, as empresas catarinenses crescem entre 20% e 30% por ano. Somos mais de 20 mil profissionais no Estado. As perspectivas nos próximos 10 anos são bastante animadoras para SC contribuir ativamente na criação destes 900 mil empregos em todo o país. No Estado, devemos criar 11 mil postos até 2014.

O governo também passará a atuar como incentivador de startups ao fomentar cinco aceleradoras que reunirão entre oito e 10 empresas iniciantes. O investimento em cada uma será de no máximo R$ 200 mil. A meta é investir em 150 até 2015 (25% estrangeiras, para estimular o intercâmbio de ideias, como acontece no Vale do Silício).

Para Bernard, incentivar o nascimento e a aceleração de negócios, especialmente as startups, é fundamental, mas governo federal, nesta sua proposição, foi tímido.

— O governo de SC já atingiu mais de 150 empresas em dois anos de operação do programa Sinapse da Inovação — observa.

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Conferência sobre inovação Wide Open Business acontece em setembro no Rio de Janeiro


Entre os dias 20 e 22 de setembro, o Rio de Janeiro recebe a  Wide Open Business, conferência mundial de fomento à inovação. O evento, que acontecerá no Centro de Convenções SulAmérica, reunirá 5.000 profissionais, diretores, executivos e investidores ligados ao setor de tecnologia. 

O nome da conferência remete a uma forma de negócios ampla, vasta, para quem "pensa fora da caixa". O público-alvo do evento reúne empresários, investidores e formadores de opinião dispostos a trocar experiências e inovar em seus empreendimentos. 

A Wide Open Business contará com cerca de 80 palestrantes. Entre eles destacam-se o apresentador do Manhattan Connection, Ricardo Amorim, o especialista em neuromarketing Jürgen Klaric, Heloisa Moura, que falará de design thinking para startups, e Brian Dyches, que abordará formas para engajar o consumidor com inovações para mobile, impresso e digital. 

No primeiro dia do evento, haverá um espaço para a apresentação de nove startups com interesse em captar recursos de investidores. Quem estiver interessado em participar deve se inscrever pelo site do Geeks on Beer, evento em que empreendedores se reúnem para fazer networking, falar de tecnologia e captar investimentos. 

As inscrições para a Wide Open Business já estão abertas e podem ser feitas pelo site da Ingresso Certo. . A entrada custa R$ 270, com desconto de 10% para quem confirmar presença até o dia 22 de agosto.

domingo, 22 de abril de 2012

Rio de Janeiro lançará medidas para atrair start-ups

O Rio de Janeiro lançará medidas para atrair empresas start-ups. O estado criará um conselho para avaliar propostas, conceder incentivos e linhas de financiamentos para jovens empresas se desenvolverem dentro do conceito. Os incentivos e as linhas de financiamento serão oferecidos para empreendedores com projetos na área de tecnologia da informação e de energia renovável.
Na quarta-feira, 18 de abril, o secretário de Desenvolvimento Econômico, Energia, Indústria e Serviços do Rio, Julio Bueno, anunciou em uma solenidade um programa de apoio a empresas start-ups, que ainda não tem data para ser lançado oficialmente.  Segundo o secretário, será lançado um edital internacional para identificar empreendedores que receberão recursos a fundo perdido para desenvolverem seus projetos.
Os recursos serão provenientes de entidades de pesquisa como a Faperj ou mesmo por meio do Sebrae. Além disso, a agência de fomento Investe Rio, vinculada à secretaria, criará uma linha de financiamento específica para atender a esta demanda, tornando-se sócia do empreendimento por um tempo limitado.
Start ups são empresas de pequeno porte, recém-criadas ou ainda em fase de constituição, com atividades ligadas à pesquisa e desenvolvimento de idéias inovadoras, cujos custos de manutenção sejam baixos e ofereçam a possibilidade de rápida e consistente geração de lucros.

domingo, 1 de abril de 2012

Talento e inovação são universais


Num país onde usar celular sempre foi uma necessidade e não simplesmente uma opção, em 2011, Steve Kyalo juntou-se a colegas da Universidade de Nairóbi e criou o MedAfrica, plataforma móvel que fornece em tempo real informações sobre médicos, primeiros-socorros e autodiagnóstico de doenças para a população do Quênia.

O aplicativo MedAfrica é citado como um dos representantes do boom de startups no Quênia em matéria na última edição da Technology Review (TR), publicação do MIT, que acaba de ser disponibilizada na web.

Assim como se deu no Brasil, onde as lan houses foram uma resposta do mercado à ineficiência de diversos governos em realizar a chamada inclusão digital, o movimento de startups na África é igualmente impulsionado pelos fracassos ou pela falta de diversos programas governamentais.

Erick Njenga é um dos empreendedores destacados na reportagem. Recém-formado em Tecnologia da Informação, o queniano de 21 anos conseguiu criar, junto com 3 colegas, um programa para monitoramento em tempo real de doenças por uma fração do orçamento que o governo local gastaria com o desenvolvimento do mesmo tipo de plataforma.

De bate pronto, esse boom de startups na África pode ter o efeito de estimular um novo movimento de inovação reversa, semelhante ao que vimos de forma mais acentuada há 5 anos.

O pessoal do Quênia está trabalhando em uma das áreas que mais está passando por disrupção – a de cuidados e monitoramento médicos.

Contudo, o mais valioso desse boom de startups está em mostrar que talento e inovação são universais. 


Fonte: http://www.tiagodoria.ig.com.br/2012/02/23/talento-e-inovacao-sao-universais/

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Participe do 9° Fórum de iNOVAção

Inovação, Startups e Novos Modelos de Negócios

Será dia 23 de fevereiro, a partir das 19 horas, o 9° Fórum de iNOVAção, na Sustentare - Escola de Negócios (rua Coronel Santiago, 400, Bairro Anita Garibaldi, Joinville-SC).

Esta edição terá como tema Inovação, Startups e Novos Modelos de Negócios. Haverá apresentação do case do portal Buscapé

Os debatedores são:
Anderson Penha 
Atualmente tem atuado no desenvolvimento da rede de inovação Symnetics e no co-desenvolvimento de abordagens que permitam a inovação de negócios por meio do uso aplicado da criatividade. Graduado em Tecnologia Mecatrônica pelo SENAI-SP, pós-graduado em Gestão Empresarial pela FIA-USP, MBA em Administração de Projetos pela mesma instituição e pós-graduando em Psicodrama e Sociodrama pela ABPS.

Daniel Egger 
Trabalha com inovação aplicada nos últimos nove anos. Atualmente seu foco de pesquisa e desenvolvimento está dedicado a “parasita inovadora” um manifesto ao favor do "não esperado". Daniel tem educação de Design Thinking and Innovation Design do CETRIS, Master de Inovação e Empreendedorismo da B.I. International, Administração da Faculdade de Innsbruck e Engenharia Mecânica e Automatização pela HTL Innsbruck.

Faça sua Inscrição Gratuita no site:

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Microsoft inaugura maior centro de tecnologia e inovação da América Latina

Espaço de 1,3 mil metros quadrados em São Paulo vai promover o desenvolvimento de novas soluções contando com a ajuda de startups

A Microsoft inaugurou nesta terça-feira (17/01) o maior centro de tecnologia e inovação da América Latina, o MTC (Microsoft Technology Center). São Paulo (SP) foi a cidade escolhida para abrigar  o espaço de 1,3 mil metros quadrados com ambientes para desenvolvimento de soluções, discussões e simulações.

Na ocasião, também foi assinado um protocolo de intenções celebrado entre o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação e a Microsoft. "O protocolo visa acelerar incubadoras para criar startups com base tecnológica nas áreas de telecomunicações, óleo e gás, saúde, educação e, especialmente, jogos, que fomentam o segmento de inovações por se tratarem de softwares muito sofisticados", comentou o presidente da Microsoft Brasil, Michel Levy.

Serão seis aceleradoras autossustentáveis em seis cidades do país. Quatro delas já foram definidas: São Paulo, Rio de Janeiro, Recife e Salvador. Cada uma das aceleradoras terá 10 startups incubadas por um período de três anos com acesso às tecnologias mais recentes a serem disponibilizadas pela Microsoft. As startups serão selecionadas a partir de 2 mil empresas participantes de projetos como o BizSpar, programa de apoio ao empreendedorismo, e a ImagineCup, Copa do Mundo de Computação. Dessa forma, as soluções de destaques das empresas iniciantes ficarão disponíveis no MTC para que outras companhias possam experimentá-las. "Descobrimos que para se ter inovações é necessário três entidades: governo, empresa e universidades. O MTC será um centro de efervecência do conhecimento, um ambiente interativo", comenta. 

Além de clientes e parceiros, está prevista também a utlização do MTC por ONGs, estudantes e empreendedores que participam dos projetos da companhia. O investimento de US$ 10 milhões no centro, no entanto, não dará retorno financeiro à empresa. Segundo Levy, o retorno será um nível de inovação maior por parte dos clientes e parceiros. "O investimento é ampliar a presença e relevância da Microsoft no mundo todo", diz.

A infraestrutura do centro em São Paulo foi montada em parceria com 15 importantes empresas do setor de tecnologia, entre as quais estão HP, Intel, Nokia e Dell. Há no local um datacenter com 360 processadores, cuja capacidade de armazenamento é de 700 terabytes, além de salas de simulações, projeções de imagens e criação de ambientes, treinamentos, laboratório de desenvolvimento e centro de interação. 

O envisioning Center, por exemplo, é um espaço que permite visualizar por meio de cenários pré-montados como hospitais, casas, aeroportos ou escritórios, todo o portfólio de soluções sugeridas pela companhia.

"Já o data center vai simular o máximo do ambiente das empresas, mas também poderá usar os dados dos próprios clientes se baseando em protocolos de segurança para garantir que nada saia dali", explica Fábio Souto, diretor do MTC. "O centro de inovação e tecnologia contará com um time de oito pessoas prontas para atender os clientes e parceiros na criação de novas soluções", completa.

Um dos exemplos de solução de destaque apresentados no MTC foi o programa de apoio ao portador de deficiência, ProDeaf.  A novidade ganhou o primeiro lugar na 9a edição da Copa do Mundo de Computação em Nova York, em julho de 2011. A aplicação transforma voz em língua de sinais (Libras) e vice-versa, permitindo uma comunicação fluente, em tempo real, entre surdos e não-surdos. A pessoa escreve a frase no programa e um avatar simula as libras para o surdo. A solução também funciona com a fala, que é convertida em Libras no mesmo instante. "Imagine daqui um tempo um plugin no MSN do ProDeaf ou na televisão onde o avatar converte em tempo real o que está sendo falado", comenta João Paulo Oliveira, diretor de negócios da Proativa, empresa responsável pelo desenvolvimento do ProDeaf.

O centro já está funcionando há um mês, mas hoje foi a inauguração oficial. Para saber mais,  assista o vídeo abaixo.


quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Microsoft e ArenA do Brasil planejam Fundo de Fomento à Inovação para startups brasileiras

A Microsoft e a ArenA do Brasil, subsidiária brasileira do Grupo Amsterdam ArenA anunciam uma aliança que prevê a criação de um Fundo de Fomento à Inovação no Brasil que poderá contar com a cooperação de diversas empresas. A iniciativa tem o objetivo de acelerar o desenvolvimento de negócios das jovens empresas de tecnologia (startups) nacionais e dar continuidade às melhorias promovidas em função da Copa do Mundo a ser realizada em 2014 e dos Jogos Olímpicos em 2016, deixando um legado ao País.

O Grupo Amsterdam ArenA é pioneiro na criação de estádios multiuso e arenas indoor para eventos, a exemplo do Ajax Amsterdam Arena na Holanda que se tornou referência mundial inclusive no uso de alta tecnologia, sendo hoje uma das mais modernas arenas multiusos do mundo. Como responsável pela administração de alguns estádios da Copa do Mundo no Brasil pelas próximas 2 décadas, a empresa planeja, junto à Microsoft, iniciar um programa para o “Aceleramento de Negócios” no País.

O projeto prevê a criação de Microsoft Arena Innovation Centers, que serão instalados com prioridade em arenas multiuso localizadas nas cidades-sede da Copa do Mundo 2014, os quais terão o objetivo de fomentar projetos de inovação no Brasil. O conceito visa integrar os centros de inovação ao segmento de entretenimento, contando com tecnologia de ponta e uma área reservada especialmente para startups, onde terão acesso à última geração de equipamentos tecnológicos, além de suporte técnico e aconselhamento profissional para o desenvolvimento de seus negócios, contribuindo para a competitividade do País. A iniciativa deve ser um grande centro de inovação, onde diversas empresas terão a oportunidade de apresentar seus novos projetos e fazer negócios. Os clientes, por sua vez, contarão com uma grande oferta de produtos e serviços de qualidade.

Os parceiros estudam a implantação até 2013 de um inovador ambiente multiuso composto de uma arenaindoor acoplada ao centro de inovação, voltado ao desenvolvimento de startups com atuação nas áreas de tecnologias e aplicações com foco em entretenimento e esportes. O objetivo é incentivar a geração de novas tecnologias associadas a jogos digitais, 3D e TV Digital, tanto para o emergente mercado nacional assim quanto para o internacional.

“A Microsoft, a ArenA do Brasil e outras partes envolvidas com os projetos de “Business Accelerator” deixarão um legado para o futuro do Brasil após a Copa do Mundo 2014 e os Jogos Olímpicos no Rio de Janeiro, em 2016″, disse Henk Markerink, CEO da ArenA Group.

“É muito positivo ver empresas locais estabelecendo uma parceria sólida e criativa que certamente gera oportunidade para as pequenas e médias empresas que estarão envolvidas nos negócios para os mega eventos que ocorrerão no Brasil, comenta João Gilberto Vaz, Vice-presidente de Parcerias Estratégicas da ArenA do Brasil e Presidente da ABRARENAS – Associação Brasileira de Operadores e Fornecedores de Arenas Multiuso. “Este é também um excelente projeto para estabelecer uma parceria de longo prazo com o governo brasileiro”, completa.

“As intenções conjuntas dessa parceria estão em linha com a missão da Microsoft de capacitar pessoas e negócios a realizarem seu potencial pleno e com o nosso compromisso de contribuir efetivamente para o crescimento da competividade das companhias brasileiras junto ao governo brasileiro. Este é um marco importante para a Microsoft no Brasil”, afirma Michel Levy, presidente da Microsoft Brasil.

Fonte:http://startups.ig.com.br/2011/microsoft-e-arena-do-brasil-planejam-fundo-de-fomento-a-inovacao-para-startups-brasileiras/

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Saiba o que é uma startup?

O que é uma startup?

Nem toda nova empresa é uma startup. Saiba quais são as características que definem este tipo peculiar de empreendimento

O que é uma startup?


Tudo começou durante a época que chamamos de bolha da Internet, entre 1996 e 2001. Apesar de usado nos EUA há várias décadas, só na bolha ponto-com o termo "startup" começou a ser usado por aqui. Significava um grupo de pessoas trabalhando com uma ideia diferente que, aparentemente, poderia fazer dinheiro. Além disso, "startup" sempre foi sinônimo de iniciar uma empresa e colocá-la em funcionamento.

O que os investidores chamam de startup?

Muitas pessoas dizem que qualquer pequena empresa em seu período inicial pode ser considerada uma startup. Outros defendem que uma startup é uma empresa com custos de manutenção muito baixos, mas que consegue crescer rapidamente e gerar lucros cada vez maiores. Mas há uma definição mais atual, que parece satisfazer a diversos especialistas e investidores: uma startup é um grupo de pessoas à procura de um modelo de negócios repetível e escalável, trabalhando em condições de extrema incerteza.

Apesar de curta, essa definição envolve vários conceitos:

- Um cenário de incerteza significa que não há como afirmar se aquela ideia e projeto de empresa irão realmente dar certo - ou ao menos se provarem sustentáveis.

- O modelo de negócios é como a startup gera valor - ou seja, como transforma seu trabalho em dinheiro. Por exemplo, um dos modelos de negócios do Google é cobrar por cada click nos anúncios mostrados nos resultados de busca - e esse modelo também é usado pelo Buscapé.com. Um outro exemplo seria o modelo de negócio de franquias: você paga royalties por uma marca, mas tem acesso a uma receita de sucesso com suporte do franqueador - e por isso aumenta suas chances de gerar lucro.

- Ser repetível significa ser capaz de entregar o mesmo produto novamente em escala potencialmente ilimitada, sem muitas customizações ou adaptações para cada cliente. Isso pode ser feito tanto ao vender a mesma unidade do produto várias vezes, ou tendo-os sempre disponíveis independente da demanda. Uma analogia simples para isso seria o modelo de venda de filmes: não é possível vender a mesmo unidade de DVD várias vezes, pois é preciso fabricar um diferente a cada cópia vendida. Por outro lado, é possível ser repetível com o modelo pay-per-view - o mesmo filme é distribuído a qualquer um que queira pagar por ele sem que isso impacte na disponibilidade do produto ou no aumento significativo do custo por cópia vendida.

- Ser escalável é a chave de uma startup: significa crescer cada vez mais, sem que isso influencie no modelo de negócios. Crescer em receita, mas com custos crescendo bem mais lentamente. Isso fará com que a margem seja cada vez maior, acumulando lucros e gerando cada vez mais riqueza.

Os passos seguintes

É justamente por esse ambiente de incerteza (até que o modelo seja encontrado) que tanto se fala em investimento para startups - sem capital de risco, é muito difícil persistir na busca pelo modelo de negócios enquanto não existe receita. Após a comprovação de que ele existe e a receita começar a crescer, provavelmente será necessária uma nova leva de investimento para essa startup se tornar uma empresa sustentável. Quando se torna escalável, a startup deixa de existir e dá lugar a uma empresa altamente lucrativa. Caso contrário, ela precisa se reinventar - ou enfrenta a ameaça de morrer prematuramente.

Startups são somente empresas de internet? Não necessariamente. Elas só são mais frequentes na Internet porque é bem mais barato criar uma empresa de software do que uma de agronegócio ou biotecnologia, por exemplo, e a web torna a expansão do negócio bem mais fácil, rápida e barata - além da venda ser repetível. Mesmo assim, um grupo de pesquisadores com uma patente inovadora pode também ser uma startup - desde que ela comprove um negócio repetível e escalável.

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

‘Muitas startups brasileiras não recebem o devido valor’, afirma especialista


Segundo o advogado David Frazee, essas empresas precisam saber transformar uma patente em um bom investimento    -  Por Rafael Farias Teixeira


 Shutterstock

    Para o americano David Frazee, sócio do escritório de advocacia KL&Gates, o Brasil é um mercado quente para investimentos em startups, mas ainda há muita burocracia para a entrada desses aportes. “O Brasil está em um estágio igual ao que a China estava há alguns anos”, afirma. Para ele, muitas das startups brasileiras não recebem o devido valor. “O venture capital sempre coloca imposições mais difíceis para países em desenvolvimento”, diz. “Eu vejo muitos casos dessas empresas, que se vendem por muito pouco e muito cedo.” 

    Conhecido pela sua atuação com empreendimentos do Vale do Silício e estratégias relacionadas à propriedade intelectual, Frazee veio ao Brasil nesta semana para ministrar uma palestra sobre os erros mais comuns das startups. Para evitar essa desvalorização comum de seus negócios, empreendedores devem persistir por mais tempo no mercado. Segundo ele, ofertas desesperadas ou inconsistentes tendem a desaparecer com o tempo. “Sempre trabalhe sua startup pensando em seu futuro, com marcos precisos a serem alcançados”, afirma. 

O poder da propriedade intelectual 

    Para Frazee, um mercado pouco explorado por investidores são os das patentes e propriedades intelectuais, que possui grande potencial de inovação. Mas, antes de se jogar de cabeça, é preciso ter algumas passos em mente. “Apenas achar que uma ideia é legal não é motivo suficiente para patenteá-la”, diz. Primeiro pense em alguns pontos: sua ideia irá gerar dinheiro? Será competitiva e com poucas chances de ter muitos competidores? 

  Depois disso, é preciso blindar sua ideia, para que ela não seja minada e destruída antes do tempo. Frazee afirma que o empreendedor sempre deve se colocar no lugar do seu pior concorrente para pensar em tudo que pode ser aperfeiçoado na sua patente. “A paranoia patológica não é recomendada, mas a pragmática, sim”, diz. 

 Ainda no processo de definir o escopo de sua patente, o empreendedor deve questionar o que essa invenção ou patente realiza ou não. Ou seja, é imprescindível saber o que os consumidores precisam e como a sua criação vai suprir essa necessidade. Para acrescentar ainda mais valor à ideia, vale refletir se ela pode ser aplicada em outras áreas além daquela para a qual estava destinada. 

    Por último, é preciso proteger-se das infrações. “Estude sua ideia o bastante para saber que casos irão infringir sua patente. Saber como identificar esses casos permite que se tomem medidas legais”, afirma Frazee.