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sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

Cientistas conseguem reverter envelhecimento em ratos

Cientistas australianos e norte-americanos conseguiram reverter o envelhecimento muscular em ratos na Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, e esperam poder realizar testes semelhantes com pessoas no fim de 2014, informou hoje (20) a imprensa da Austrália.

A equipe, liderada por David Sinclair, da Universidade de Nova Gales do Sul (Austrália), que desenvolveu o trabalho na Universidade de Harvard, criou um composto químico que poderá permitir que uma pessoa de 60 anos se sinta como uma de 20.

O produto deu maior energia aos ratos, tonicidade aos músculos, reduziu as inflamações e melhorou significativamente a resistência à insulina.

“Estudo o envelhecimento em nível molecular há quase 20 anos e nunca pensei constatar que o envelhecimento pode ser revertido. Pensava que teria sorte se conseguisse desacelerá-lo um pouco”, disse Sinclair, citado pela cadeia australiana ABC.

De acordo com o cientista, a investigação, publicada na revista Cell, permitiu verificar em ratos velhos, com problemas de saúde relacionados à idade, um retrocesso “em uma semana”.

A pesquisa favoreceu ainda a identificação de uma nova causa do envelhecimento, principalmente dos músculos, que é a comunicação entre os cromossomas do ADN do núcleo da célula e os do ADN das mitocôndrias, responsáveis por fornecer a maior parte da energia necessária à atividade celular. “O que descobrimos é que no processo de envelhecimento esses cromossomas não se comunicam”, informou Sinclair.

Para mudar essa situação, os investigadores usaram uma molécula que elevou nos ratos os níveis de nicotinamida adenina dinucleótido (NAD), que se mantém em níveis altos na idade jovem com dieta adequada e exercícios, mas diminui com o envelhecimento até 50%, como se verificou nos ratos.

sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Cientistas pedem cooperação internacional e ações nacionais para o desenvolvimento sustentável global

A Declaração Final do 6º Fórum Mundial de Ciência pede que a comunidade científica faça uma autorreflexão para avaliar as responsabilidades, deveres e regras de conduta. O evento aconteu essa semana e teve a participação de mais de 700 cientistas, de 120 países.

A presidenta da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), Helena Nader, relata a reunião como muito intensa e proveitosa. “Nós olhamos o mundo e discutimos como se pode fazer uma qualidade de vida melhor para o mundo em todos os aspectos, desde o meio ambiente até o ser humano”.

De acordo com Nader, os temas foram debatidos sob a perspectiva mundial, resultando em recomendações globais. Um dos principais pontos foi a sustentabilidade para promover mais igualdade entre as nações. “Não adianta a ciência servir para poucos, a ciência global tem que estar disponível para todos. Hoje teve apresentação de países da África muito interessantes, colocando como neles cada país está investindo mais em ciência voltada para resolver o problema das desigualdades. Várias propostas surgiram também em relação a isso. Como compartilhar informação”.

Outro destaque, segundo Helena, foi a promoção da educação de qualidade, que começa com a valorização do professor e a motivação da criança, além da incorporação das tecnologias dentro da escola. “No Brasil, nós estamos tendo a criança dentro da escola. Ela está tendo acesso à alimentação mais correta, mais balanceada, mas nós não estamos motivando a criança a fazer ciência. E ciência entra em tudo. A língua é uma ciência. Nós temos que resgatar isso e aí nós vamos realmente mudar o nosso país”.

O Fórum Mundial de Ciência também discutiu questões como a qualidade de vida no envelhecimento da população e a ética na ciência, com o compartilhamento de informações. De acordo com a presidenta da SBPC, a Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura (Unesco), uma das parceiras do evento, recolhe os resultados da reunião e propõe programas mundias para o desenvolvimento das áreas.

sábado, 23 de novembro de 2013

Brasil priorizará o tema da sustentabilidade no Fórum Mundial da Ciência

A sexta edição do Fórum Mundial da Ciência, que será aberto no domingo (24), no Rio, debaterá a proposta brasileira que foca o tema da contribuição da ciência para o desenvolvimento sustentável. O documento Ciência para o Desenvolvimento Sustentável: Contribuição do Brasil foi apresentado na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), durante o seminário Brasil – Ciência, Desenvolvimento e Sustentabilidade. O estudo será apresentado pelos brasileiros nas reuniões do fórum. O seminário na Uerj foi promovido pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e a Academia Brasileira de Ciências (ABC), entre outras instituições.

Resultado de um trabalho iniciado entre os anos de 2008 e 2009, o fórum ocorre pela primeira vez fora da Europa. O evento reunirá no Rio mais de 400 pesquisadores e cientistas internacionais, oriundos de 120 países. Foram feitos sete encontros estaduais no Brasil, com caráter regional, que resultaram em quatro pontos que serão propostos pelas autoridades brasileiras disse o secretário executivo do MCTI, Luiz Antonio Elias.

Um desses temas abrange a educação e a ética. “Tanto o olhar sobre a ciência, para o aprimoramento da educação desde a primeira infância, em um processo pedagógico mais consistente e, por outro lado, a educação na pós-graduação. O olhar da pós-graduação e do avanço da capacidade da pós-graduação, inclusive dos laboratórios científicos, para responder a esse processo”, disse Elias.

O acesso ao conhecimento é também destaque. Ele se traduz por uma maior cooperação com acesso ao conhecimento, sem restrições, salientou o secretário. “Na opinião de Luiz Antonio isso significa “olhar de forma positiva a difusão do conhecimento como uma variável importante para [fazer] crescer a capacidade científica nos países”.

Outro tema se refere à cooperação internacional, tema que Elias considera fundamental para a região latino-americana. “Como a gente pode estreitar a cooperação internacional entre os países da América Latina e da África, trazendo como consequência temas sensíveis, como a questão da saúde, na área social, e que corrijam aquilo que permanentemente chamamos de as assimetrias existentes e das questões das brechas tecnológicas”.

Luiz Antonio Elias observou que a produtividade só vai ser elevada na economia brasileira, “ou em qualquer economia”, se o Brasil tiver conhecimento local.

Outro tema que terá ênfase no fórum é a sustentabilidade. “Um olhar sobre a questão da sustentabilidade, tratando, por exemplo, os biomas brasileiros ou a biodiversidade como um todo, agregando valor com alta dimensão, mitigando processos de perda de capacidade na questão climática, mitigando processos de perda de capacidade na própria floresta”, explicou. O secretário acredita que esses são temas fundamentais, nos quais a ciência tem uma contribuição decisiva a dar.

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Cientista brasileiro divulga simulação do chute de paraplégico na abertura da Copa do Mundo de 2014

Simulação apresentada pelo cientista Miguel Nicolelis em seu Facebook
A abertura da Copa do Mundo de 2014, no estádio do Itaquerão, em São Paulo, será palco para um chute histórico: um cidadão brasileiro paraplégico será capaz de levantar-se de uma cadeira de rodas, dar 25 passos e inaugurar com um pontapé não apenas o evento, como a maior vitória da neurociência no mundo. O cientista apresentou a simulação do chute. A proposta é considerada pela revista Scientific American uma das dez ideias que estão “além dos limites da ciência atual”. Segundo o cientista brasileiro Miguel Nicolelis, há vários desafios a serem suplantados até lá, mas “as primeiras simulações já foram feitas e tudo está funcionando como planejado”. O projeto “Andar de Novo” está sendo apoiado pela Finep, com cerca de R$ 33 milhões em recursos não reembolsáveis. “Esta é a forma que encontramos de comunicar para o mundo que existe uma nova neurociência, e ela pode transformar a vida de milhões de pessoas com lesões medulares”, afirma o cientista.

O “Andar de Novo” é possível graças a um exoesqueleto, uma espécie de prótese externa do esqueleto humano, “vestida” e controlada diretamente pela pessoa com deficiência. A ideia é fruto de mais de uma década de pesquisas da Interface Cérebro-Máquina (ICM), que possibilita a transmissão de impulsos elétricos cerebrais para algum receptor externo, que, por sua vez, entendem os comandos e o executam. As pesquisas têm origem no Instituto Internacional de Neurociência de Natal Edmond e Lily Safra (IINN-ELS), baseado em Macaíba, na periferia da capital do Rio Grande do Norte, e na Universidade de Duke, nos EUA, onde Nicolelis é pesquisador.


quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Seminário aborda desafios para ciência e sustentabilidade

Os desafios para o Brasil avançar no caminho do desenvolvimento sustentável serão debatidos nos dias 21 e 22 de novembro, no Rio de Janeiro, por cientistas brasileiros e estrangeiros, jovens pesquisadores, empresários e autoridades do setor.

Eles participarão do Seminário Brasil – Ciência, Desenvolvimento e Sustentabilidade, que será realizado na sede da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj). O encontro é aberto ao público.

O evento tem como tema central “Ciência para o desenvolvimento sustentável global”, que também conduzirá os debates do Fórum Mundial de Ciências (WSF), a ser realizado de 24 a 27 de novembro na capital fluminense.

O seminário é realizado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), em parceria com o Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE) e Academia Brasileira de Ciências (ABC), entre outras instituições.

Os debates contarão com a participação de cientistas como o professor W James Shuttleworth, da Universidade do Arizona (EUA), e de Indira Natha, do Blue Peter Research Centre (India). Entre os brasileiros estão o ex-ministro da Ciência e Tecnologia Sergio Machado Rezende; Luiz Eugênio Mello, da empresa Vale; Jailson Andrade, da Universidade Federal da Bahia (UFBA); e Helena Nader, presidenta da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC). 

O presidente do CGEE, Mariano Laplane, lembra que os países da América Latina e do Caribe alcançaram progressos significativos no que diz respeito ao crescimento econômico e à redução do desemprego e pobreza, mas ainda enfrentam grandes desafios para avançar no caminho do desenvolvimento sustentável.

“Precisamos melhorar, particularmente no que tange à capacidade de produção de bens manufaturados de maior complexidade tecnológica e na transformação do perfil produtivo da região”, afirma.

Durante o evento, será apresentada uma síntese dos principais resultados dos sete encontros preparatórios ao Fórum Mundial de Ciência, ocorridos desde o ano passado em todo o país.

Os participantes também divulgarão a Declaração da América Latina e Caribe para o FMC, que lança as bases de um plano estratégico regional para a resolução de problemas comuns para as próximas décadas.

Informações sobre o seminário podem ser obtidas no site http://fmc.cgee.org.br.

Clique aqui e acesse a programação.

terça-feira, 19 de novembro de 2013

Conheça os ganhadores do XXVIII Prêmio Jovem Cientista

O presidente do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), Glaucius Oliva, anunciou, nesta terça-feira (19/11), os vencedores do XXVII Prêmio Jovem Cientista, em Brasília, na sede da instituição em entrevista coletiva à imprensa. Tendo como tema “Água – desafios da sociedade”, esta edição premiou estudantes e jovens pesquisadores, escolas e universidades dos estados de São Paulo, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Rio Grande do Norte, Ceará, Paraná e Pará, que contribuíram para os avanços tecnológicos, sociais, econômicos e sustentáveis dos recursos hídricos nacionais.

Para o presidente do CNPq, a escolha da temática Água – desafios da sociedade, está alinhada com a Política Nacional de Recursos Hídricos do Governo Federal e com o Ano Internacional de Cooperação pela Água, promovido pela Unesco. “O planeta depende desse bem fundamental. É importante que os jovens tenham consciência sobre isso”, ressaltou.

Segundo Glaucius, sem tecnologia e conhecimento não será possível proporcionar condições adequadas de sobrevivência à população brasileira. “Nossas conquistas estão todas relacionadas a nossa produção científica e formação de capital humano. O prêmio possui nove premiados, mas o impacto decorrido da participação dos mais de três mil jovens é a ação motivadora e educadora mais importante desta iniciativa”, acredita.

Conheça os ganhadores do XXVIII Prêmio Jovem Cientista

Categoria Mestre e Doutor

1º lugar: GUSTAVO MEIRELLES LIMA
Universidade Federal de Itajubá (UNIFEI)
Doutorando em Engenharia Mecânica.
Trabalho: “Microregião em sistemas de abastecimento de água”

Orientador: Prof. Augusto Nelson Carvalho Viana.

2º lugar: CLÁUDIA CAROLINA SILVA EVANGELISTA

Universidade de São Paulo (USP)
Mestranda em Genética.
Trabalho: "Reduzindo drasticamente nossa dependência de água na agricultura através da anidrobiose".
Orientador: Prof. Tiago Campos Pereira.

3º lugar: RODRIGO CAUDURO DIAS DE PAIVA

Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)
Doutor em Recursos Hídricos e Saneamento Ambiental
Trabalho: "Hidrologia da bacia Amazônica: compreensão e previsão com base em modelagem hidrológica-hidrodinâmica e sensoriamento remoto".
Orientador: Prof. Walter Collischonn.

Categoria Estudante do Ensino Superior

1º lugar: JOSÉ LEÔNCIO DE ALMEIDA SILVA

Universidade Federal Rural do Semi-Árido (UFERSA).
Estudante de Agronomia.
Trabalho: "Mistura de águas salinas como alternativa para a irrigação e produção de forragem no semiárido nordestino".
Orientador: Prof. José Francismar de Medeiros.

2º lugar: OSVALDO ASSUNÇÃO MENDONÇA

Universidade Federal do Ceará (UFC)
Estudante de Engenharia Mecânica.
Trabalho: "Desempenho do dessalinizador térmico com estágios de recuperação de calor, formado por uma unidade de produção torre com canais metálicos e perfis termoplásticos e uma unidade de aquecimento, coletor solar de tubo evacuado".
Orientadora: Profª Maria Eugênia Vieira da Silva

3º lugar: NÍCOLAS GUERRA RODRIGUES TÃO

Universidade Federal de São Carlos (UFSCar)
Estudante de Gestão e Análise Ambiental.

Trabalho: "Estudo da viabilidade de implantação de um Sistema de Tratamento de First Flush nas Áreas Urbanas da Bacia Santa Maria do Leme, São Carlos (SP)".
Orientador: Prof. Frederico Yuri Hanai

Categoria Estudante do Ensino Médio

1º lugar: EDIVAN NASCIMENTO PEREIRA
Escola Estadual de Ensino Médio Professora Ernestina Pereira Maia – Moju (PA)
Trabalho: “Carvão do Caroço de Açai (Euterpe oleracea) ativados quimicamente com hidróxido de sódio (NaOH) e sua eficiência no tratamento de água para o consumo.
Orientadora: Valdemar Carneiro Rodrigues Júnior.

2º LUGAR: THAIS ROCHA ARRIGUI
Escola Estadual Professora Francisca Pereira Rodrigues – Piraúba (MG)
Trabalho: “Chiquita Economizando Água: hábitos inadequados e hábitos adequados”.
Orientadora: Arlete Aparecida Marchioni Juste

3º lugar: BRENO DE MELLO DAL BIANCO
Associação Franciscana de Ensino Senhor Bom Jesus – Curitiba (PR)
Trabalho: “Dessalinização a partir de destilador solar”.
Orientador: Cornélio Schwambach

Mérito Científico

EUGENIO FORESTI da Universidade de São Paulo (USP), indicado pelo Comitê de Assessoramento de Engenharia e Ciências Ambientais do CNPq. Graduado em Engenharia Civil pela Escola de Engenharia de São Carlos - Universidade de São Paulo (1970), obteve os títulos de Mestre (1972) e Doutor (1982) em Engenharia Hidráulica e Saneamento pela Universidade de São Paulo. Foi pesquisador visitante da University of NewCastle Upon Tyne, Inglaterra, entre 1985 e 1986, onde cumpriu programa de Pós-Doutorado. Em 1987, tornou-se Professor Livre-Docente pela Escola de Engenharia de São Carlos, da Universidade de São Paulo. Atualmente, é Professor Titular da Universidade de São Paulo, após aprovação em Concurso Público ao qual se submeteu em 1991. Tem experiência na Área de Engenharia Sanitária, com ênfase em Processos Biológicos de Águas de Residuárias, atuando principalmente nos seguintes temas: processos anaeróbios, remoção de sulfato e de nutrientes (nitrogênio e fósforo) de águas residuárias, tratamento biológico de compostos orgânicos peristentes e de substâncias tóxicas.

Categoria Mérito Institucional

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO (USP)
Reitor: João Grandino Rodas
Escola Técnica Estadual de Monte Mor – Monte Mor, (SP)
Diretor: Adilson José Meneghel

Fonte: http://www.ebc.com.br/tecnologia/2013/11/conheca-os-vencedores-do-xxvii-premio-jovem-cientista

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Fórum de Inovação e Feira de Ciências de Joinville

Experiências de crianças de Centros de Educação e Infantil (CEIs) e sofisticados projetos de empresas de Joinville(SC) dividiram espaço, no Complexo da Expoville, em dois eventos que apresentaram e estimularam a inovação tecnológica. Trata-se do 4º Fórum de Inovação de Joinville e Região e da 1ª Feira de Ciências, Inovação e Tecnologia, abertos oficialmente na manhã de quarta-feira (06/11) e que se estendeu até quinta-feira (07/11).

CLIQUE AQUI e veja um resumo de como foi.


domingo, 20 de outubro de 2013

Semana Nacional de Ciência e Tecnologia discute ciência, saúde e esporte

Ciência, saúde e esporte serão os assuntos em pauta, a partir desta segunda-feira, na Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT). O tema deste ano foi escolhido para discutir os grandes eventos esportivos mundiais que serão promovidos no Brasil, como a Copa do Mundo de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016.

Segundo o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), o evento terá programações em todo o país sobre os aspectos científicos, educacionais e de saúde envolvidos nas atividades esportivas. Entre os conferencistas estão a ginasta Daiane dos Santos, a jogadora de vôlei Ana Moser, o atleta paralímpico Alan Fonteles e o cientista Marcelo Gleiser.

De acordo com o secretário de Inclusão do MCTI, Oswaldo Baptista, o tema foi escolhido ao se constatar que atualmente o esporte é acompanhado pelas áreas de ciência e saúde. A programação do encontro estará voltada à aprendizagem sobre o funcionamento do corpo humano nos esportes, nos exercícios, nos movimentos e em sua relação com o ambiente externo, do ponto de vista da ciência.

A Semana Nacional de Ciência e Tecnologia é realizada em todo o país no mês de outubro desde 2004, sob a coordenação do MCTI, com a colaboração de entidades e instituições de ensino, divulgação e pesquisa. Seu objetivo é mobilizar a população, em especial crianças e jovens, a respeito de temas e atividades na área. O evento será realizado até domingo (27).

terça-feira, 2 de julho de 2013

Invenções: jovem cria lanterna que só pode ser alimentada pelo calor da mão

A busca por fontes de energia sustentáveis têm inspirado muitos pesquisadores e até curiosos a criar uma forma utilizável para o dia a dia.

Um exemplo são as fontes de iluminação portáteis que, apesar das primitivas tochas de fogo e as lâmpadas de óleo, lanternas e farois são movidos à bateria de hoje, exigindo uma fonte de energia externa de qualquer maneira. Mas uma experiência feita por uma jovem canadense de apenas 15 anos, joga luz à questão: Hollow Flashlight, uma lanterna termoelétrica, que só pode ser alimentada pelo calor da mão, apresentada durante a Feira de Ciências do Google, pode ser uma futura solução de fonte de energia sustentável.

Esta jovem de espírito inovador chamada Annie, que apresentou sua invenção em sua conta no YouTube com o nome de usuário Queenie Andini, descreve como ele funciona em termos que podem passar por cima das cabeças de muitos. Acima de sua cabeça, no entanto, há claramente uma lâmpada!

Embora o vídeo contenha apenas alguns detalhes sobre a sua invenção, a lanterna e sua criadora têm tudo para seguir rumo ao estrelato. Mas acima de tudo, podemos ver que a próxima geração ainda vê espaço para melhorar o mundo com as ferramentas necessárias para realizá-las.

Veja mais no vídeo.

sexta-feira, 28 de junho de 2013

Portal reúne 35 empresas participantes do Ciência sem Fronteiras

Em um ambiente virtual criado para integrar empresas e estudantes do Programa Ciência sem Fronteiras, 35 empresas ofertam 59 oportunidades de trabalho a bolsistas e ex-bolsistas do programa. O Portal Estágios e Emprego é uma das estratégias para garantir vagas de trabalho no país aos bolsistas que adquiriram experiência em renomadas instituições do exterior.

“Se quisermos ser competidores globais temos que incentivar essa demanda natural. Não queremos ver essas pessoas trabalhado fora do Brasil”, disse o ministro da Ciência e Tecnologia, Marco Antônio Raupp, no programa Bom Dia, Ministro, produzido pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República em parceria com a EBC Serviços.

No portal, o candidato seleciona as áreas de interesse para definir as sugestões automáticas de vagas. O Ciência sem Fronteiras é um programa governamental que oferece bolsas de estudo no exterior. Criado em 2011, tem a meta de qualificar 101 mil estudantes e pesquisadores brasileiros até 2015.

O objetivo do programa é promover a mobilidade internacional de estudantes e pesquisadores e incentivar a visita de jovens pesquisadores qualificados e professores experientes ao Brasil. As áreas prioritárias são: ciências exatas (matemática e química), engenharias, tecnologias e da saúde. O Ciência sem Fronteiras mantém parcerias em 35 países.

terça-feira, 16 de outubro de 2012

16 de Outubro: Dia da Ciência e da Tecnologia


Parece impossível imaginar a sociedade atual sem a ajuda da ciência e da tecnologia.


O conhecimento científico que o ser humano acumulou em séculos parece mais efervescente que nunca, quando nos deparamos com a rapidez com que se desenvolvem os estudos nessas áreas atualmente. Notícias espetaculares relacionadas com as biotecnologias ou as tecnologias da comunicação suscitam o interesse público e abrem debates sociais que ultrapassam a compreensão tradicional acerca das relações entre ciência, tecnologia e sociedade. 



Antes, a ciência era considerada como o modo de desentranhar os aspectos essenciais da realidade, de desvelar as leis que a governam em cada parcela do mundo natural ou do mundo social.



Com o conhecimento dessas leis, seria possível a transformação da realidade com o concurso dos procedimentos das tecnologias, que não seriam outra coisa senão ciências aplicadas à produção de artefatos.



Nessa consideração clássica, a ciência e a tecnologia estariam afastadas de interesses, opiniões ou valores sociais, deixando seus resultados a serviço da sociedade para que esta decidisse o que fazer com eles.



Mas, o entrelaçamento entre ciência, tecnologia e sociedade obriga a analisar suas relações recíprocas com mais atenção do que implicaria a ingênua aplicação da clássica relação linear entre elas. O conhecimento científico da realidade e sua transformação tecnológica não são processos independentes e sucessivos; encontram-se entrelaçados em uma trama em que, constantemente, se juntam teorias e dados empíricos com procedimentos técnicos e artefatos.



domingo, 12 de agosto de 2012

Cientistas criam nanomembranas que geram sensações virtuais


Um grupo de pesquisadores das Universidades de Illinois e de Northwestern, nos EUA, e da Universidade de Tecnologia de Dalian, na China, desenvolveu nanomembranas de silicone dotadas de pontos eletrônicos.

A tecnologia pode ser usada, por exemplo, nas pontas dos dedos para que você, além de ver, também sinta os conteúdos reproduzidos na tela do computador. Seria uma nova experiência virtual, promovendo uma expansão de sensações ao assistir um filme ou jogar um game.

O funcionamento dos simuladores eletrotáteis criados por essa equipe de cientistas é conceitualmente simples: os pontos eletrônicos espalhados pela película, e que ficam em contato com a pele, enviam sinais elétricos que são interpretados como toques pelo sistema nervoso central.

Esse tipo de aplicação não é exatamente uma novidade, pois já existem projetos para tentar promover meios de pessoas cegas, deficientes ou que tiveram algum membro amputado terem maior independência – como este estudo da Universidade Panamericana, no México.

O diferencial da tecnologia criada pelos pesquisadores norte-americanos e chineses é que a nanomembrana é capaz de conduzir correntes em diferentes frequências, o que permite que os cientistas manipulem as sensações percebidas.

Fonte: http://www.tecmundo.com.br/nanotecnologia/28264-cientistas-criam-nanomembranas-que-geram-sensacoes-virtuais.htm#ixzz23LkhXP6M

quinta-feira, 5 de julho de 2012

Plástico feito de açaí pode baratear próteses ósseas




O açaí é uma das frutas mais vendidas e apreciadas no Brasil, principalmente nos dias mais quentes. Mas, agora, uma equipe de pesquisadores liderada pelo engenheiro químico Rubens Maciel Filho, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), descobriu que uma substância retirada das sementes do açaí pode ser usada para a produção de plástico natural e que pode ser aplicado em próteses ósseas, especialmente as cranianas.

De acordo com o artigo publicado na revista Pesquisa FAPESP, o plástico foi criado como trabalho de mestrado e doutorado dos pesquisadores Laís Gabriel e André Jardini, sob a orientação de Maciel, e apresenta as mesmas características do poliuretano feito com petróleo. Em entrevista para a publicação, Maciel explicou que o fruto já é estudado por possuir propriedades antioxidantes, anti-inflamatórias e analgésicas.

O poliuretano possui compatibilidade com tecidos vivos e não libera substâncias tóxicas quando implantado. Se a matéria-prima utilizada para sua produção for de origem vegetal, o preço de fabricação cai drasticamente. Maciel cita o exemplo de uma prótese craniana de biocerâmica que custa, em média, R$ 120 mil. Com o plástico feito à base da semente de açaí, um produto cinco vezes mais barato poderia ser oferecido.

Leia mais em: http://www.tecmundo.com.br/medicina/26244-plastico-feito-de-acai-pode-baratear-proteses-osseas.htm#ixzz1zo4eDeBl