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quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Conferência no INPI debaterá Propriedade Intelectual e tecnologias sustentáveis

No dia 23 de outubro, o Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) sediará a conferência “WIPO Green: PI e Transferência de Tecnologia no Contexto das Tecnologias Verdes”, que tem como principal objetivo estimular o desenvolvimento e o licenciamento de tecnologias sustentáveis. O evento contará com a participação de representantes do setor industrial, pesquisadores, advogados e integrantes da Convenção das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas.

A conferência vai proporcionar um panorama dos usos de tecnologias verdes e da Propriedade Intelectual (PI) no setor de energias em diferentes países. Especialistas compartilharão suas experiências em negociações de contratos de transferência de tecnologia, mediação e resolução de conflitos e transações comerciais, bem como licenciamento, fusões e colaborações em pesquisas e desenvolvimento.

Também serão apresentados casos de resolução de conflitos na Ásia e de financiamento de projetos de tecnologia verde no programa de pesquisa e inovação Quadro Horizonte 2020, a ser implementado na União Europeia.

A conferência é organizada pela Organização Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI) e o INPI, com apoio do Fórum Nacional de Gestores de Inovação e Transferência de Tecnologia (FORTEC) e do Escritório de Marcas e Patentes dos Estados Unidos (USPTO).

Clique aqui para ver a programação completa. 

domingo, 16 de junho de 2013

Tecnologia verde: TIRE DA TOMADA

É cada vez maior a quantidade de gadgets que procuram aliar avanços tecnológicos com a preservação do meio ambiente. 

TIRE DA TOMADA!

A Nokia é a primeira empresa de celular a emitir um alerta encorajando as pessoas a tirar o carregador da tomada após carregar o telefone. Esse simples ato economiza energia suficiente para abastecer 85 mil residências por ano. O equivalente a dois terços da energia usada pelo celular é desperdiçado quando o carregador continua na tomada mesmo sem o telefone plugado. A Nokia é considerada pelo Greenpeace a líder em preocupação ecológica entre as maiores empresas de celular e informática do mundo.

quinta-feira, 13 de junho de 2013

Água potável e sustentabilidade

Água boa para beber, tomar banho, irrigar plantas, criar peixes e alimentar animais. O que parece improvável no sertão nordestino virou realidade com a implantação da tecnologia que transforma água salobra em potável e reaproveita os resíduos do processo. A técnica ajuda a preservar o meio ambiente e gerar renda para os agricultores.

A região do semiárido brasileiro ocupa 10% do território nacional e abriga população de 21 milhões de pessoas. Na maior parte do ano falta água, já que a ocorrência de chuvas é escassa e irregular. A água subterrânea, extraída de poços, é imprópria para consumo devido ao alto teor de sal. 

Para melhorar a situação, ao longo dos anos foram instaladas nas comunidades rurais máquinas dessalinizadoras para tratar a água salgada e torná-la potável. Mas, o que era para ser uma solução virou outro problema. Além da dificuldade de manutenção dos equipamentos, os dessalinizadores geram um concentrado salino ao fazerem o tratamento da água. O resíduo, ao cair no solo, torna a terra improdutiva e contamina o lençol freático.

Para sanar o problema, a Embrapa Semiárido desenvolveu um sistema complementar ao processo de dessalinização tradicional, que reaproveita os rejeitos e cria um ciclo de produção criativo e sustentável. A tecnologia, desenvolvida pelo pesquisador Everaldo Rocha Porto, consiste na retirada água do poço e o tratamento através do processo de dessanilização. 

Uma porcentagem do volume extraído é transformado em água potável e o restante permanece com sal e recebe resíduos do processo de dessalinização. Esse material é usado para abastecer tanques onde são criados peixes da espécie tilápia rosa. A água desses criadouros, que contém restos de ração e excremento de peixe, também pode ser reaproveitada para o cultivo de “erva-sal”, planta que serve para a alimentação de caprinos e ovinos.


Processo pioneiro
O projeto-piloto desta técnica inédita foi desenvolvido em 2003 na comunidade de Atalho, a 70 km de Petrolina, Pernambuco. Ele serviu de referência para integrar o Programa Água Doce, do Ministério do Meio Ambiente. Desde 2004, oito Unidades Demonstrativas (como são conhecidos os sistemas produtivos com reaproveitamento do rejeito) foram instaladas em seis estados brasileiros -- Rio Grande do Norte, Alagoas, Paraíba, Piauí, Ceará, e Bahia. O Programa Água Doce prevê, além do sistema de produção integrado, o processo tradicional de dessalinização, a sustentabilidade ambiental e a mobilização social com o objetivo de fornecer água de qualidade para a população.

sábado, 25 de maio de 2013

Trem brasileiro de levitação começa a ser construído no RJ

Maglev-Cobra: trem brasileiro de levitação começa a ser construído no RJ
(Fonte da imagem: Divulgação/UFRJ)
O primeiro trem brasileiro de levitação magnética finalmente começa a sair do papel. As obras de construção da estação de embarque do Maglev-Cobra, que deverá ligar os dois centros de tecnologia do campus da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), tiveram início nos últimos dias.

A implantação da linha foi possível graças a um convênio entre o BNDES e a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (FAPERJ) e recebeu investimentos da ordem de R$ 10,5 milhões. O Maglev-Cobra terá capacidade de transportar até 30 passageiros em quatro módulos.

Primeiro trem de levitação da América Latina, o veículo não emite ruído e nem gases de efeito estufa. O trajeto será curto – apenas 200 metros – e a operação deve ser iniciada ainda antes da Copa do Mundo de 2014.

O futuro do transporte?
“O Maglev-Cobra coloca o Brasil em um lugar de destaque no desenvolvimento de tecnologias de levitação”, explica Richard Stephan, coordenador do Laboratório de Aplicações de Supercondutores da UFRJ. Além de sustentável, as obras de infraestrutura chegam a ser 70% mais baratas do que as obras de um metrô subterrâneo, por exemplo.

Para se ter uma ideia, a construção de um metrô no Rio de Janeiro tem um custo avaliado em R$ 100 milhões por quilômetro. Caso o estado optasse por um trem de levitação magnética, o custo da obra por quilômetro seria de apenas R$ 33 milhões. “Na área de transporte público podemos dizer que o Maglev é um dos veículos mais limpos do mundo em termos de emissões de poluentes”, finaliza Stephan.

Fonte: http://www.tecmundo.com.br/veiculos/40149-maglev-cobra-trem-brasileiro-de-levitacao-comeca-a-ser-construido-no-rj.htm#ixzz2UJPzabTF

segunda-feira, 8 de abril de 2013

Cogumelo pode ser usado para produzir isopor



“Mushroom Packaging “ é uma alternativa eco-friendly apresentada para produzir isopor e espuma feito a partir de cogumelos. O material tem muitas aplicações e poderia substituir tranquilamente materiais sintéticos em uma variedade de indústrias.

O material é feito por micelium, um conjunto de células de fungos filiformes similares à raiz de cogumelos, que é cultivado a partir de subprodutos agrícolas. O micélio digere os subprodutos agrícolas, vinculando-os como um natural, cola não tóxica em um material estrutural. Isto já vem sendo usado para criar materiais bio compostos de última geração, substituindo espumas plásticas e materiais densos, como a placa de partícula.

A empresa responsável Ecovative pretende crescer a sua produção de materiais produzidos por cogumelos trabalhando em parceria estratégica com Sealed Air. Há planos de construção de uma segunda fábrica para dar continuidade ao desempenho do material e também, ao preço.

A empresa também vem desenvolvendo novas aplicações para o material de cogumelo, tais como vestuário, bens domésticos e materiais de construção.

domingo, 24 de março de 2013

Unesp desenvolve sistema para geração de energia a partir de resíduos de frango


Resíduos de frango que seriam descartados por granjas podem ser utilizados para gerar energia elétrica por meio da produção de biogás. Um equipamento desenvolvido na Universidade Estadual Paulista (Unesp), campus de Jaboticabal, separa os dejetos em partes líquidas e sólidas, melhorando o desempenho dos biodigestores.

"A proposta é transformar a criação de animais em sistemas sustentáveis de produção", declarou o pesquisador Airon Magno Aires, que desenvolveu o equipamento durante sua tese de doutorado em zootecnia na Unesp. Segundo Aires, o produtor de frangos de corte necessita, em média, de 26,5 quilowatt-hora de potência por cada galpão avícola. Com esse invento, um galpão de frangos de corte pode gerar 65.250 metros cúbicos de biogás, os quais podem ser convertidos em 110,1 megawatts de energia.

As avícolas também costumam utilizar lenha para aquecer os galpões durante os primeiros 15 dias de vida das aves. "Com a substituição da energia da lenha pela do biogás, a redução de gases de efeito estufa pode chegar a 8 toneladas de gás carbônico equivalente ao ano por galpão", destacou.

A geração de biogás ocorre pela utilização de micro-organismos para degradação da matéria orgânica contida nos resíduos. Esse processo gera um composto de gases que pode ser convertido em energia. De acordo com o pesquisador, a novidade desse trabalho é que, antes de colocar os dejetos no biodigestor, é feito um pré-processamento, separando-os em líquido e sólido.

A separação é importante porque a parte líquida concentra grande volume de nutrientes e essa separação melhora o desempenho do biodigestor. "[Além disso] o biogás tem a vantagem de ser um combustível renovável e limpo, quando comparado à energia de combustíveis fósseis e lenha", destacou.

Aires explica que a proposta da pesquisa teve origem quando foi identificado que os produtores tinham dificuldades para utilizar as tecnologias disponíveis para produção de biogás, principalmente devido à variação das características químicas e físicas dos compostos. Isso provocava, por exemplo, a diminuição do volume útil do equipamento e entupimentos na tubulação.

A pesquisa também propõe que a fração sólida resultante do processamento seja utilizada em um sistema de compostagem chamada in vessel (envazada) para produção de adubos orgânicos. "O processo tradicional de compostagem desagrada aos produtores, porque gera um odor muito forte", relatou Aires. Outro avanço é que o processo envazado demora cerca de 30 dias, enquanto o tradicional leva entre 120 e 150 dias.

Fonte: Agência Brasil

quinta-feira, 7 de março de 2013

Colchão sustentável é feito de garrafa PET


Cada vez mais, desenvolvedores buscam novos tipos de materiais para fabricar produtos com princípios sustentáveis. E eis que surge o primeiro colchão feito de garrafas PET. A Trisoft, empresa brasileira no mercado há 50 anos, desenvolveu o sistema PETFOM 100% sustentável, feito de garrafas de plástico retiradas do meio ambiente e recicladas, que substitui as lâminas de espuma e feltro usados na fabricação de colchões.

O inovador sistema tem performance superior quando comparado às espumas utilizadas normalmente com a mesma finalidade, obtendo melhor desempenho contra deformação, oxidação, proliferação de microorganismos e aumentando a sua vida útil. Além disso, o PETFOM é auto-extingível, não propaga fogo e não serve como combustível em caso de incêndio, não emitindo qualquer subproduto tóxico como fumaça, preocupação que a empresa teve em fazer não só um produto de alta qualidade, mas também seguro, indo além da responsabilidade socioambiental.

Para se ter uma ideia em números; a cada colchão de casal fabricado pelo Sistema PETFOM, são retiradas cerca de 1.260 garrafas PET da natureza, além da otimização na redução de custos.

Fonte: http://www.3minovacao.com.br/blog/sustentabilidade-2/2013/03/05/colchao-sustentavel-e-feito-de-garrafa-pet/

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Projeto conceitual une banho e lava-roupa em um só lugar

washit


Um dos afazeres que mais necessita de um grande volume de água é o ato de lavar roupas e o banho diário. O pior é que acabamos por não reutilizá-la para outros fins de forma a aproveitar toda a quantidade usada.

Pensando nisso, estudantes na Turquia criaram o Washit, máquina que pode fazer as duas ações juntas utilizando a mesma quantidade de água e ainda, economizando em tempo, já que as duas atividades são feitas simultaneamente.

O projeto parte da ideia de que um banho de 15 minutos gasta cerca de 150 litros de água e uma lavagem de roupa 38 litros. Ao usar a mesma água para as duas funções, a economia com o tempo pode ser bem significativa.

A água usada no banho é bombeada para um sistema de filtros e depois armazenada em um tanque. Quando o usuário liga a máquina de lavar, um segundo aparelho leva a água filtrada do banho para a lavagem das peças (a água desse tanque também pode ser usada para outros banhos).

Washit ainda não saiu do papel, mas já venceu um prêmio internacional de design.

Fonte: http://www.3minovacao.com.br/blog/sustentabilidade-2/2013/02/26/projeto-une-banho-e-lava-roupa-em-um-so-lugar/

domingo, 17 de fevereiro de 2013

Pesquisadores desenvolvem tijolo feito com papel



Pesquisadores da Universidad de Jaén, na Espanha, investigam a possibilidade de fabricar tijolos de cerâmica com resíduos de celulose de fábricas de papel. A ideia é que essa mistura resulte em um bloco resistente, de baixa condutividade térmica, com qualidades isolantes, muito mais econômica e de baixo impacto ao meio ambiente.

Para fabricá-los, é necessário criar uma massa composta por argila misturada com os resíduos de celulose em um processo de pressão e extrusão mecânica, resultam no protótipo do “eco tijolo”.

Além disso, há também a vantagem de conduzir energia devido à presença de matéria orgânica nessa composição. Isto pode ajudar a reduzir o consumo de combustível e o tempo de cozimento necessário para a produção dos tijolos sustentáveis.

O projeto foi pensado após se constatar um aumento nas toneladas de resíduos de papéis em terras espanholas, sendo que 1991, 27% dos resíduos tóxicos e perigosos procediam desse ramo industrial. A pesquisa foi publicada na revista Fuel Processing Technology.

Fonte: http://www.3minovacao.com.br/blog/sustentabilidade-2/2013/02/13/pesquisadores-desenvolvem-tijolo-feito-com-papel-reciclado/

sábado, 5 de janeiro de 2013

Japoneses criam chuveiro sustentável utilizando ar


Na intenção de diminuir a quantidade de água usada durante o banho, algumas empresas fabricaram modelos de chuveiros com um nível de pressão menor do que os tradicionais.

Porém, a empresa japonesa TOTO inventou uma tecnologia que reduz em até 35% a utilização da água, mas com a sensação de um banho gostoso ao aumentar o volume da água infundindo ar nas gotas, tornando-as maiores, iguais aos de um chuveiro comum.

Com o Aerial Shower, é possível não só poupar água como reduz o consumo total de energia de um chuveiro. 

Veja mais detalhes no vídeo:



Fonte: http://www.3minovacao.com.br/blog/sustentabilidade-2/2013/01/03/japoneses-criam-chuveiro-sustentavel-utilizando-ar/

sábado, 22 de dezembro de 2012

Bonsai Eletrônico gera energia limpa para carregar smartphones


Com as questões ambientais, faz-se cada vez mais necessário pensar em soluções ligadas à sustentabilidade. A Electree+, um objeto decorativo em forma de bonsai foi criado pelo designer francês Vivien Muller cuja função é gerar energia limpa. Possui uma bateria interna alimentada por energia solar que, quando totalmente carregada, pode carregar um iPhone 5 até ou mais de nove vezes.

Possui 27 painéis solares feitos de silício nas pontas dos galhos ajustáveis ​​para capturar o máximo de luz solar. Para atingir a carga completa, ele requer 36 horas de luz solar, mas cerca de 4 horas já é o suficiente para o Electree + gerar energia suficiente para recarregar completamente um smartphone. 

De acordo com o designer, a vantagem da Electree + está na facilidade de gerar energia limpa em qualquer ambiente eu tenha acesso à luz solar, como uma janela, por exemplo. Por esse motivo, o objeto foi pensado em forma de árvore, o que facilita essa captação.

Fonte:http://www.3minovacao.com.br/blog/sustentabilidade-2/2012/12/20/bonsai-gera-energia-limpa-para-carregar-gadgets/

sábado, 15 de setembro de 2012

Consumidores brasileiros testam botijão de gás feito de fibra de vidro


Cerca de 12 mil consumidores das regiões metropolitanas do Rio de Janeiro, de São Paulo e Porto Alegre estão testando novas embalagens de botijões de gás liquefeito de petróleo (GLP) feitas de fibra de vidro termoplástico e polietileno de alta densidade, mais leves que as tradicionais embalagens de aço. O produto é inédito no Brasil e foi trazido ao país pela Liquigás Distribuidora, subsidiária da Petrobras. Os testes começaram a ser feitos em fevereiro.

De acordo com o diretor de GLP Envasado da Liquigás, Paolo Ditta, a nova embalagem, batizada pela empresa de LEV, é uma inovação no mercado brasileiro. O novo botijão já é sucesso nos mercados americano, europeu e asiático. Ele se destina, principalmente, ao consumidor residencial “e também a consumidores específicos, para os quais o peso, o material e as dimensões do vasilhame fazem diferença, como os usuários de trailers e embarcações”.

Segundo Ditta, o produto é sustentável já que a cobertura rígida é confeccionada com material reciclável. Os botijões LEV foram importados da empresa Amtrol Alfa, maior fabricante de botijões do mundo, que responde pelo desenvolvimento e fabricação do produto em Portugal. O projeto está sendo conduzido no Brasil em parceria da Liquigás com a Amtrol Alfa e a Braskem.

A Liquigás informou que, após a avaliação dos resultados dos testes, será elaborado um relatório sobre a viabilidade da comercialização e a instalação de uma fábrica para produção das embalagens de fibra de vidro no país. A empresa informou também, por meio de sua assessoria, que a certificação do produto é dada pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro).

Além disso, segundo a subsidiária da Petrobras, os resultados dos testes serão encaminhados à Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), que regula o mercado de GLP quanto à armazenagem e distribuição. A avaliação da nova embalagem, porém, será feita pelos próprios consumidores, que irão constatar ou não a eficiência do novo botijão de fibra de vidro termoplástico.

Se aprovado pelos consumidores, o novo botijão poderá ser comercializado em todo o país. Sua adoção, entretanto, não será obrigatória pelas distribuidoras de GLP. O presidente do Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de GLP (Sindigás), Sergio Bandeira de Mello, disse à Agência Brasil que, desde que foram introduzidos no país, há 75 anos, os botijões de aço vêm experimentando inovações contínuas, mudando inclusive de tamanho e volume.

Ele acredita que a adoção maciça do botijão de fibra de vidro vai depender muito mais do mercado. Mello disse não ver problema em relação aos botijões de aço, “que são muito seguros e amplamente utilizados no mercado mundial”. Para ele, a nova embalagem não substituirá o velho botijão de aço porque eles foram desenvolvidos “de forma tão eficiente, que são retornáveis e recicláveis ao final de sua vida útil”. As vantagens apontadas por Mello em relação ao botijão de fibra de vidro são a leveza e o fato de não enferrujarem, sujando o chão.

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Empresa fatura R$ 1,2 mi com tijolo sustentável


Tijolo ecológico da Eco-MáquinasA Eco-Máquinas, de Campo Grande (MS), fabrica tijolos, blocos e pisos ecológicos. A produção é limpa e utiliza como matéria-prima uma mistura de ferro, cimento e resíduos de construção triturados. Inaugurada em 1997, pelo casal de empresários Luclécio e Marilucy Festa, seus produtos conquistaram o mercado nacional e países da África e da América do Sul.

A produção contava apenas com uma máquina, o que rendia um faturamento de R$ 40 mil por mês. “Tínhamos certeza de que nossa visão estava certa. A sustentabilidade era o nosso futuro.”, apostou.
Luclécio conta que a empresa contribui para o meio ambiente, pois o tijolo ecológico evita o corte de árvores. “Para produzir o tijolo convencional de adobe, é preciso queimar argila e alimentar fornos de madeira. Não tem como não desmatar”, explicou. Segundo ele, o preço final do produto é cerca de 20% maior, mas o investimento compensa pela resistência, que ultrapassa em 50% a do tijolo comum. A eficiência do isolamento térmico e acústico do material ecológico é 60% mais eficiente que do produto tradicional. Além disso, o produto não tem odor.

Com a inovação, os empresários viram o negócio prosperar. Hoje, contam com 70 funcionários e uma produção de 200 a 500 peças por hora em quatro modelos diferentes. O faturamento, por mês, chega a R$ 1, 2 milhão. O resultado do trabalho dos empresários rendeu convite do Sebrae para participar do Equipotel 2012, a maior feira de hotelaria e gastronomia, que ocorre de 10 a 13 de setembro no Anhembi (SP). “A Equipotel representa a possibilidade de abertura de mercado. O Sebrae é nosso maior parceiro nesta caminhada”, comemoram Luclécio e Marilucy.

A instituição dividirá o estande com o Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA,) que apresentará iniciativas de produção orgânica em benefício dos produtores rurais brasileiros de pequeno porte.

Fonte: http://exame.abril.com.br/pme/noticias/empresa-fatura-r-1-2-mi-com-tijolo-sustentavel

quarta-feira, 2 de maio de 2012

Turbina eólica transforma ar em água

A empresa Eole Water, com sede na França, criou uma nova tecnologia. Ela consegue fornecer água limpa apenas com a força do vento.

Um protótipo da tecnologia foi instalado no deserto de Abu Dhabi desde outubro de 2011. Além disso, a Eole Water fechou parcerias com 12 indústrias.

O objetivo é usar a turbina eólica para movimentar um sistema capaz de captar as moléculas de água presentes no ar. Assim, o método pode ser eficiente na produção de água potável, principalmente em áreas remotas ou de desastres.

O equipamento funciona a partir do ar absorvido por uma entrada de ar no topo da turbina. Em seguida, ele é aquecido para gerar vapor, o qual passa por um compressor de refrigeração capaz de criar uma umidade, condensada e coletada. Feito isso, a água absorvida é encaminhada aos tanques de aço inoxidável de armazenamento, onde a água é filtrada e purificada.

Desde o início dos testes, em 2011, tem sido possível produzir de 500 a 800 litros diários de água, em condições extremas. Porém, a Eole Water espera que este potencial chegue a mil litros por dia. Para isso, é necessário contar com ventos de, no mínimo, 24 km/h.

segunda-feira, 30 de abril de 2012

Criado novo candeeiro solar para iluminar lares dos países em desenvolvimento

O Nomad solar lamp é um sistema portátil de iluminação solar que pretende ser uma alternativa aos candeeiros a petróleo, cuja utilização supõe elevados riscos que vão desde o perigo de incêndio ou explosão à asfixia por inalação de gases tóxicos.


Uma empresa belga deu recentemente a conhecer no Salone Internacionale del Mobile, feira de mobiliário que realizada em Milão (Itália), o seu mais recente produto de inovação tecnológica desenvolvido com base em preocupações sociais e ambientais.

O Nomad Solar Lamp é um candeeiro solar que foi criado como solução de iluminação alternativa aos candeeiros a petróleo nos países em desenvolvimento, cuja utilização supõe elevados riscos que vão desde o perigo de incêndio ou explosão à asfixia por inalação de gases tóxicos.

Trata-se de um sistema portátil de iluminação que a empresa O-Sun pretende fazer chegar a pelo menos parte dos 1,5 mil milhões de pessoas em continentes como África, que não têm acesso a uma fonte de iluminação estável através de ONG, governos e organizações de microcrédito.

Este candeeiro solar está equipado com lâmpadas LED e apresenta três níveis de intensidade da luz emitida, sendo que regulado para a intensidade de luz mais baixa, pode funcionar durante um total de 35 horas, período que é reduzido a 6 horas se a intensidade da luz que emana for máxima.

Para além do recurso às lâmpadas LED, de vida mais longa do que as lâmpadas convencionais, a preocupação de criar um produto “amigo do ambiente” conduziu à seleção de materiais “ecológicos” como sejam as embalagens recicladas, e à utilização mínima de tinta.

O Nomad Solar Lamp, que se pode igualmente vir revelar muito útil para os campistas e também tem uma opção de recarregamento através de uma ligação USB, será colocado no mercado em setembro de 2012 com um preço de cerca de 95 euros.

segunda-feira, 26 de março de 2012

Conceito: tubos transoceânicos levam você à China em 2 horas

Quem tem medo de voar já pode começar a ficar esperançoso. Se depender de um conceito desenvolvido pela ET3, uma empresa da Flórida, nos Estados Unidos, em breve você poderá atravessar o mundo com uma viagem de apenas 2 horas. O projeto consiste de uma série de tubos selados a vácuo que ligariam os continentes pelo fundo do mar. Dentro deles, correriam cápsulas que se assemelham a automóveis e que poderiam acomodar pelo menos seis pessoas de maneira confortável.

 

Essa seria uma forma mais barata e silenciosa de viajar, além de também ser mais ecológica. De acordo com especulações dos idealizadores, esse meio de transporte poderia levar pessoas de Nova York à China em apenas 2 horas, percorrendo o trajeto a uma velocidade de 6,4 mil km/h. Há também a possibilidade de passar esses tubos por cima do solo, em plataforma elevadas.


A patente do Evacuated Tube Transport (ETT), como é chamado o sistema de transporte, foi premiada em 1999. Daryl Oster, que vem aperfeiçoando suas ideias sobre o ETT desde 1980, firmou uma parceria com o engenheiro em transportes Dr. Zhang Yaoping e, juntos, já venderam algumas dezenas de licença do projeto para cinco países diferentes, sendo que muitas delas foram compradas pela China.

O sistema também poderia ser adaptado para trajetos de distâncias menores, quem sabe substituindo linhas de ônibus intermunicipais ou trens em cidades grandes. Se a ideia vingar, a humanidade poderá desfrutar de uma modalidade de viagem barata e acessível a todos. Enquanto o futuro não chega, o melhor talvez seja continuar monitorando os sites com promoções de passagens aéreas.


Fonte:http://www.tecmundo.com.br/veiculos/21251-conceito-tubos-transoceanicos-levam-voce-a-china-em-2-horas.htm

domingo, 18 de março de 2012

Rio+20: Finep apresentará empresas inovadoras

Empresas podem enviar projetos para o Venture Fórum Brasil Sustentável, que selecionará os melhores trabalhos


A Finep (Financiadora de Estudos e Projetos), do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, está recebendo inscrições até o dia 5 de abril próximo para o Venture Fórum Brasil Sustentável. O evento será promovido no dia 15 de junho, no prédio da Bolsa de Valores do Rio de Janeiro, em paralelo à Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20.

O fórum objetiva apresentar projetos inovadores em tecnologias verdes e em componentes sociais, econômicos e ambientais a potenciais investidores em empresas tecnológicas nascentes.

O analista da área de investimentos da Finep, Eduardo Lopes, coordenador do evento, disse que o trabalho de apoio ao empreendedorismo vem ocorrendo há cerca de dez anos, por meio de parceria da Finep com o BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento).

O objetivo é “prospectar e selecionar empresas que sejam inovadoras e que, ao mesmo tempo, tenham potencial de rentabilidade extraordinária, porque esse tipo de empresa costuma interessar aos investidores do chamado venture capit [capital de risco]”, explicou.

Até 40 empresas serão aprovadas em uma primeira etapa para o fórum, mas apenas dez a 15 deverão ser selecionadas, disse Lopes. Durante um mês e meio, técnicos da Finep trabalharão, junto com essas empresas, os seus planos de negócios, propostas de valor, características de mercado, entre outras estratégias. “Ao final desse período, a gente reúne investidores da nossa rede de contatos e essas empresas então se apresentam, depois de terem trabalhado esse conteúdo com a Finep”.

Sustentabilidade

Em relação à Rio+20, o analista revelou que a Finep percebeu que muitos dos projetos inovadores estão relacionados à questão da sustentabilidade, como o uso de recursos naturais. 

“A gente quer juntar, nesse evento, empresas com características de inovação, sustentabilidade e crescimento. Elas têm que ter ênfase em desenvolvimento de tecnologias verdes, ou ter esse destaque nos componentes da sustentabilidade, que são, além do econômico, o social e o ambiental”. Lopes acrescentou que a meta da Finep é mostrar que sustentabilidade “pode dar dinheiro”.

No dia 15 de junho, os projetos vencedores serão apresentados aos potenciais investidores.

“A gente quer passar a mensagem de que inovação e sustentabilidade são atividades que têm grande potencial de retorno, de lucro”, reiterou. Desde 2001, a Finep ofereceu orientação estratégica a mais de 340 empresas inovadoras, das quais 20% receberam investimentos.

sábado, 17 de dezembro de 2011

Novo modelo de mochila solar é capaz de carregar laptops

O sonho de sair por aí com seu laptop, iPad ou telefone, utilizando o wireless em todos os lugares termina logo quando sua bateria começa a acabar.

Mochila Energia Solar
Pensando nisso, a empresa Voltaic lançou um novo modelo de mochila solar capaz de carregar um laptop ou qualquer outro dispositivo eletrônico, até mesmo em dias nublados.

A mochila possui uma bateria de 10 watts incorporada ao seu design. O equipamento possui duas saídas de alimentação e quatro configurações de tensão ligadas à bateria de 60 watts.

Três painéis solares de 3,4 watt cada geram energia utilizando a luz solar. Eles são à prova d'água, leves e construídos para suportar impactos. A mochila Voltaic Array consegue carregar praticamente qualquer dispositivo portátil.

Quando o sol não estiver disponível, a bateria pode ser carregada conectando a uma tomada comum.

Colocando a mochila ao sol por uma hora, ela produz e armazena energia suficiente para carregar um laptop por em média 30 minutos. Um celular pode ser completamente carregado em uma hora e 30 minutos e a bateria em 12 horas de sol direto ou seis horas na tomada.

A empresa Voltaic já vem produzindo mochilas solares a alguns anos, mas sua nova oferta apresenta ainda mais potência com opções adicionais de carga.

A mochila também é feita de plástico PET reciclado e possui baixa pegada de energia em sua produção. O peso do produto (incluindo a bateria) é de 2,5 quilogramas. Também é possível comprar apenas o kit do carregador solar (com bateria, placas solares e adaptadores) e anexá-lo à qualquer mochila. O produto pode ser comprado pelo site da loja e custa em torno de R$ 700,00.

Porta giratória aproveita o movimento para gerar eletricidade

Revolution Door captura a energia cinética de quem passa por ela para fornecer eletricidade gratuita ao local de instalação


Porta giratória que reaproveita energia cinéticaA Revolution Door é uma porta giratória conceito, criada pelas designers nova-iorquinas, Jennifer Broutine Carmen Trudell, do Fluxxlab. A porta aproveita a energia cinética a partir do movimento giratório para produzir eletricidade.

A ideia por trás de tudo isso é que os seres humanos exercem um pouco de sua própria energia ao empurrar uma porta giratória, e esta energia pode muito bem ser capturada por engrenagens e um gerador de eletricidade.

O equipamento é uma porta giratória modificada composta por três partes - um núcleo central redesenhado, um sistema mecânico/elétrico, que aproveita a energia humana e redistribui a eletricidade para uma saída, e um dispositivo que mapeia a energia aproveitada. A tecnologia pode ser usada em portas novas ou adaptada a portas giratórias existentes.

A Revolution Door irá comunicar diretamente a contribuição de uma única pessoa para um ciclo de energia possível, fará a coleta mecanicamente e converterá a energia para ser usada em um gerador.

Jennifer e Carmen se formaram Mestre de Ciência pela Universidade de Columbia, nos Estados Unidos, dentro do programa Advanced Design Architectural.

As portas giratórias são comuns em diversos edifícios de escritórios e estão em uso a qualquer momento do dia. Capturar a energia cinética para fornecer eletricidade gratuita ao local de instalação é uma maneira de oferecer a elas mais uma utilidade.

As designers estiveram presente na conferência Greener Gadgets, no centro de arte e tecnologia Eyebeam, em New York. O Fluxxlab recebeu financiamento da Eyebeam e apoio do fundo de sustentabilidade da Universidade de Nova York.