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domingo, 22 de dezembro de 2013

Invenções: Wilhelm Reich faz chover

Muitos desenhos animados antigos mostram a cena de um índio fazendo a tradicional Dança da Chuva, um suposto rito mágico que, com a ajuda divina, ajuda a trazer água dos céus para a terra que sofre com a seca. Wilhelm Reich criou algo semelhante, mas com mais tecnologia: uma máquina que fazia chover.
Fonte: Wikipedia

Em 1953, a engenhoca conhecida como Cloudbuster ajudou a salvar a colheita de blueberry no estado do Maine, Estados Unidos. Apesar de o feito ter sido noticiado pelo jornal The Bangor Daily News, ele nunca foi repetido.

Mais tarde, Reich começou a vender um equipamento do tamanho de uma cabine telefônica e que prometia curar a gripe e a impotência sexual. Como isso ia contra as regras da Administração de Alimentos e Medicamentos (FDA) dos EUA, Reich foi condenado à prisão, onde enlouqueceu e morreu depois de alguns anos. Como se não bastasse, o governo americano ordenou que todos os trabalhos do inventor fossem destruídos, tanto as invenções quanto os escritos a respeito delas.

Se Reich era apenas um maluco qualquer, por que é que o governo foi tão severo com ele, exigindo, inclusive, a destruição de seus arquivos? Ainda hoje há muitos que acreditam que essa história foi mal contada e que, na verdade, Reich foi assassinado pelo governo por conta de sua genialidade.

Fonte: http://www.tecmundo.com.br/conspiracoes/23206-5-inovacoes-tecnologicas-que-foram-barradas.htm#ixzz2oG0kVbjv

domingo, 15 de dezembro de 2013

Mundo das invenções: Protetores para os dedos


Tem gente que acha que se sujar faz parte da diversão. Mas o que fazer quando você está se deliciando com algumas asinhas de frango e o seu telefone toca? Nessas horas, é sempre uma correria para limpar os dedos do jeito mais rápido possível, mas um pouco de gordura sempre acaba sobrando para o telefone. 

No vídeo acima, os responsáveis pelo “Trongs” prometem que isso nunca mais se repetirá se você recorrer ao utensílio. Ideal para comer carnes gordurosas, saborear sushis e até mesmo empanar alimentos, os protetores para os dedos garantem a limpeza em qualquer situação.

domingo, 8 de dezembro de 2013

Alunos de escola técnica do DF expõem invenções em feira de ciências

A pressão nas teclas do celular feita pelo rosto durante as ligações ganhou uma nova função além de irritar os usuários que apertam o teclado por acidente. Por meio da decodificação dos impulsos provocados pelos botões, elas agora podem controlar motores de qualquer parte do mundo. Basta uma chamada para mover um protótipo em qualquer direção, como num videogame.

A ideia, que pode ser aplicada em dispositivos de segurança e instrumentos médicos, é uma das invenções apresentadas na 27ª Mostra de Tecnologia e Arte do Centro de Educação Profissional, Escola Técnica de Brasília (CEP-ETB), em Taguatinga, cidade a 20 quilômetros do centro de Brasília. A feira expôs cerca de 120 projetos desenvolvidos pelos alunos dos cursos de informática, eletrônica, eletrotécnica e telecomunicações da unidade pública de ensino, administrada pela Secretaria de Educação do Distrito Federal.

Batizado de decodificador DTMF, o protótipo que se move com as teclas do celular é criação de quatro estudantes do terceiro semestre do curso. “A grande vantagem desse sistema é que ele não depende de limitações de distância. Os dois motores do protótipo podem ser controlados, sem fio, de qualquer lugar do mundo, bastando uma ligação de celular”, explica Kaique dos Santos, 19 anos, um dos inventores. “Demoramos uma semana para desenvolver o projeto”, recorda.

Na internet, o patinete que se move com o autoequilíbrio do condutor custa de R$ 6 mil a R$ 10 mil. Alunos da Escola Técnica de Brasília conseguiram criar uma réplica muito mais barata. Com um motor de limpador de para-brisas, duas baterias de motocicletas, uma prancha de madeira, barras de ferro e peças de computadores usados, o utilitário sai por menos de R$ 500.

Com demanda bastante concorrida, a escola técnica promove cursos de dois anos, além de seis meses de estágio. Segundo os estudantes, eles saem com emprego garantido. “Fiz um estágio e já estou contratado numa fábrica de motores de portões elétricos”, conta Joabe Vieira, 18 anos, aluno do quarto semestre.

Com outro colega de turma, Joabe desenvolveu uma invenção que trabalha com ilusão de óptica. Um motor movimenta duas colunas de lâmpadas LED que formam um globo giratório com as iniciais ETB (nome da escola técnica). Para conseguir o efeito, eles tiveram de programar as lâmpadas para piscarem no tempo certo. “É o mesmo princípio usado nos letreiros de ônibus e nas televisões antigas, de tubo de imagem”, explica Matheus Pereira, 18 anos, o outro inventor.

Apesar de o Distrito Federal ter poucas indústrias, os estudantes dizem que o mercado de trabalho para os formandos da escola técnica está aquecido. “Podemos trabalhar em assistências técnicas autorizadas, oficinas especializadas e empresas de informática. A área eletrônica é grande e dá para trabalhar nos mais diversos lugares. Basta ter qualificação”, diz Alander Praxedes, 17 anos, um dos inventores do protótipo movido a celular.

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Película invisível protege carro de danificações

A 3M lançou uma solução inovadora para proteger seu carro de arranhões, leves danificações e desgaste da pintura. Paint Defender System, da 3M, é um spray que, ao ser borrifado na funilaria, cria uma película protetora totalmente invisível para proteger a tinta da parte frontal do automóvel, evitando arranhões e pequenas deformações por conta de granizos ou outros objetos que possam prejudicá-lo.

Em média 30 minutos, o filme pode ser aplicado, bastando algumas horas para secar completamente. e o mais interessante: se o carro parece sujo, a película é facilmente removível.

Fonte: http://www.3minovacao.com.br/blog/tecnologia-2/2013/10/24/pelicula-invisivel-protege-carro-de-danificacoes/

terça-feira, 29 de outubro de 2013

Quem inventou os óculos?

As primeiras lentes corretivas para a visão surgiram no século I d.C. Essas lentes eram feitas com pedras semipreciosas. Agora, os óculos mais parecidos com os que conhecemos hoje, só surgiram em 1270, na Alemanha. Os óculos, com aros de ferro e unidos por rebites, ainda não possuíam hastes fixas.

No século XVII, foram inventados os óculos com suportes nas orelhas. Robert Grosseteste e Roger Bacon criaram os primeiros óculos modernos, mas foi Benjamin Franklin, em 1785, que inventou os primeiros óculos bifocais para enxergar de longe e de perto.

A produção de óculos modernos começou em 1850. Em 1864 Donders, um oftalmologista holandês, estabeleceu o tratamento dos defeitos da visão com óculos de grau.

O uso das lentes para correção da visão foi possível graças às leis da refração de Snellius, formuladas entre 1600 e 1620.

No Brasil, os óculos surgiram no século XVI, trazidos pelos portugueses.

Fonte: http://www.sitedecuriosidades.com/curiosidade/quem-inventou-os-oculos.html

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

Estudante cria simulador de voo incrível com canos de PVC


Criado pelo estudante colegial Dominick Lee, o aparelho é simplesmente impressionante. Como você pode ver no vídeo acima, ele é capaz de simular seu movimento em diversas direções e com ângulos de até 40°. E tudo o que Lee utilizou para montar a estrutura foram alguns canos de PVC, parafusos, pistões e um chip Arduino para coordenar os comandos entre o PC, o controle e o LifeBeam.

Fonte: http://www.tecmundo.com.br/simuladores/46046-estudante-cria-simulador-de-voo-incrivel-com-canos-de-pvc-video-.htm#ixzz2iYoA89eH

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Catarinense é reconhecido como inventor da chamada a cobrar

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) reconheceu o catarinense Adenor Martins de Araújo, de 72 anos, como criador da chamada a cobrar. Ele entrou com pedido de patente no Instituto Nacional de Propriedade Industrial (Inpi) em junho de 1980. 

Cabe recurso da decisão. Segundo o advogado de defesa, apesar de ser possível um recurso através de um embargo de declaração, a possibilidade de reverter a decisão é remota. Agora, Adenor aguarda para receber os royalties pelo invento.

Segundo o filho de Adenor, antes do invento do pai, a ligação a cobrar já existia e segundo Adenor, a principal diferença entre os dois sistemas é que a automatização dispensou a telefonista e as ligações passaram a ser feitas através da inclusão do dígito '9' e a aceitação ocorre com a continuação da chamada, após ouvir a gravação. "O comando da ligação passou a ser de quem recebe", afirmou.

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Os desafios da invenção e inovação no Brasil: Experiências de sucesso e insucesso no Estado de São Paulo

A Academia de Ciências do Estado de São Paulo (Aciesp) promove, no dia 20 de setembro, o simpósio “Os desafios da invenção e inovação no Brasil: Experiências de sucesso e insucesso no Estado de São Paulo”, na Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), interior de São Paulo.

A reunião terá a participação de profissionais reconhecidos nas áreas de desenvolvimento de produtos, processos, patentes, interação com empresas, estudos e administração de ciência e tecnologia que discutirão o processo de invenção e inovação nas universidades e empresas do Estado de São Paulo.

As inscrições podem ser feitas até 16 de setembro pelo e-mail aciesp@acadciencias.org.br, colocando no assunto da mensagem “Simpósio Inovação São Carlos” e, no conteúdo, o nome, endereço e cargo atual.

O cartaz de divulgação pode ser conferido em www.acadciencias.org.br 

quarta-feira, 31 de julho de 2013

31 de julho na História: 1790 - É emitida a primeira patente dos EUA

Em 31 de julho de 1790, foi emitida em favor do inventor Samuel Hopkins a primeira patente na história dos Estados Unidos para uma “melhora na fabricação da potassa (hidróxico de potássio) e do carbonato de potássio por um novo dispositivo e proceso”. Esta patente foi assinada pelo então presidente George Washington.

A Lei de Patentes era concisa, definindo a patente como “qualquer artifício, manufatura, motor, máquina ou dispositivo ou qualquer melhora que não tenha sido anteriormente conhecida ou utilizada.” Concedia ao inventor “o único e exclusivo direito e liberdade de fazer, construir e usar, vedando-se a outros o uso” desta invenção.




Fonte: http://operamundi.uol.com.br/conteudo/historia/30333/hoje+na+historia+1790+-+e+emitida+a+primeira+patente+dos+eua+.shtml

domingo, 28 de julho de 2013

Produto inovador faz coquetéis para serem inalados

Já imaginou aspirar a sua bebida favorita?

Um processo chamado “cavitação hidrodinâmica” faz isso ser possível, criando todo um clima de filme sci-fi. Os criadores do Le Whaf conseguiram transformar com ele bebidas alcoólicas em nuvens de sabor. O processo consiste em despejar a bebida no recipiente, onde há cristais piezoelétricos pulsando na base e assim, transformá-la em uma névoa aromatizada. Depois, basta “beber-inalar” seu coquetel.

Os criadores do produto defendem que a experiência obtida com Le Whaf, vai além de beber e inalar um drink, mas é uma experiência sensorial  com a essência da bebida que consome. A nuvem transmite o sabor, mas praticamente nenhuma das calorias, e, no caso do álcool, nenhum dos efeitos. Outro dado interessante é que o cheiro de sua bebida escolhida também enche o ambiente em que você estiver. Além disso, funciona com sopas e molhos, também!

Veja mais no vídeo!


terça-feira, 9 de julho de 2013

Não é magia, é tecnologia: janela deixa o ar circular e bloqueia ruídos

Não é magia, é tecnologia: janela deixa o ar circular e bloqueia ruídos
Fonte da imagem: Reprodução/MIT Technology Review
Um dos maiores problemas enfrentados pelos moradores de grandes centros urbanos é a poluição sonora. Especialmente em dias de grande calor, dependendo do local da cidade em que você vive, muitas vezes é mais interessante deixar as janelas fechadas (apesar do clima abafado) do que ter que aguentar o barulho dos vizinhos.

Pensando nesse problema, pesquisadores sul-coreanos da Universidade Marítima Nacional de Mokpo encontraram uma forma de resolver a situação com uma incrível janela capaz de permitir que o ar circule ao mesmo tempo em que não deixa o barulho passar.

As duas janelas são criadas a partir de duas placas de acrílico transparentes separadas por 40 milímetros. Isso cria uma câmera de ressonância que diminui a energia das ondas sonoras que passam por ali. Além disso, a janela também tem perfurações de 50 milímetros que permitem que mais ondas sonoras consigam entrar e “ficar presas” na câmara de ressonância.

Os detalhes científicos de todo o processo são mais elaborados e podem ser encontrados (em inglês) no MIT Technology Review. Enquanto isso, a invenção é capaz de reduzir o ruído exterior entre 20 a 30 decibels: o suficiente para transformar o barulho provocado pelo trânsito de uma avenida movimentada em algo como murmúrios de baixa intensidade.

Enquanto o objetivo inicial da invenção é encontrar uma forma de conciliar ventilação com a redução dos níveis de poluição sonora externa em residências e escritórios, é possível também, teoricamente, estender a sua aplicação para criar ventiladores coolers ultrassilenciosos para reduzir a temperatura dos hardwares do futuro de maneira ainda mais eficiente.

Fonte: http://www.tecmundo.com.br/tecnologia/41756-nao-e-magia-e-tecnologia-janela-deixa-o-ar-circular-e-bloqueia-ruidos.htm#ixzz2YYjZF7CR

domingo, 7 de julho de 2013

Peça impressa em 3D substitui gesso usado em fraturas

Adeus, gesso! Um pesquisador criou com ajuda de uma impressora 3D o Cortex, um exoesqueleto que substitui capaz de imobilizar membros fraturados.

Peça impressa em 3D substitui gesso usado em fraturasO Cortex é feito com um polímero de plástico. O exoesqueleto funciona como o gesso, mas com o diferencial de ser ventilado, leve, higiênico, ecológico e fino o suficiente para caber em uma manga da camisa.

Além desses benefícios, o Cortex pode ser molhado no banho, ao contrário do gesso, que é pesado, coça e pode até dar mau cheiro.

A invenção é do designer Jake Evill, pesquisador da Victoria University of Wellington, na Nova Zelândia. A ideia surgiu quando Evill quebrou a mão e precisou usar gesso. Foi quando o rapaz percebeu como o método é "arcaico".

Com ajuda do Kinect para a digitalização 3D, Evill produziu um protótipo do Cortex, feito de plástico. Ao fazer um escaneamento 3D e exames de raios-X do paciente, o sistema constrói uma peça sob medida que sirva para imobilizar o membro fraturado.

As partes mais densas do molde ficam concentradas em torno da fratura. Mas a peça também pode ser impressa em duas partes e depois montada com ajuda de prendedores permanentes. Quando o membro estiver totalmente recuperado, o exoesqueleto precisa ser serrado em um hospital.

Evill trabalhou no departamento de ortopedia da universidade e está agora à procura de apoio para desenvolver a ideia. O próximo passo é planejar um processo de digitalização mais sofisticado e preciso. Quando isso estiver pronto, o velho gesso, provavelmente, será aposentado.

terça-feira, 2 de julho de 2013

Invenções: jovem cria lanterna que só pode ser alimentada pelo calor da mão

A busca por fontes de energia sustentáveis têm inspirado muitos pesquisadores e até curiosos a criar uma forma utilizável para o dia a dia.

Um exemplo são as fontes de iluminação portáteis que, apesar das primitivas tochas de fogo e as lâmpadas de óleo, lanternas e farois são movidos à bateria de hoje, exigindo uma fonte de energia externa de qualquer maneira. Mas uma experiência feita por uma jovem canadense de apenas 15 anos, joga luz à questão: Hollow Flashlight, uma lanterna termoelétrica, que só pode ser alimentada pelo calor da mão, apresentada durante a Feira de Ciências do Google, pode ser uma futura solução de fonte de energia sustentável.

Esta jovem de espírito inovador chamada Annie, que apresentou sua invenção em sua conta no YouTube com o nome de usuário Queenie Andini, descreve como ele funciona em termos que podem passar por cima das cabeças de muitos. Acima de sua cabeça, no entanto, há claramente uma lâmpada!

Embora o vídeo contenha apenas alguns detalhes sobre a sua invenção, a lanterna e sua criadora têm tudo para seguir rumo ao estrelato. Mas acima de tudo, podemos ver que a próxima geração ainda vê espaço para melhorar o mundo com as ferramentas necessárias para realizá-las.

Veja mais no vídeo.

sábado, 29 de junho de 2013

Brasil desenvolve tecnologia inédita com fibra de carbono


O Brasil desenvolveu uma tecnologia inédita com fibra de carbono, mais barata e tão resistente quanto às comercializadas no mercado internacional. A pesquisa foi desenvolvida pelo Exército Brasileiro, em parceria com a Petrobras, e usa o piche de petróleo para a criação do material. Muito usada na indústria da aeronáutica e automobilística a fibra de carbono diminui o peso dos materiais sem perder a resistência.

A fibra de carbono de piche já é produzida comercialmente no Japão e nos EUA, porém com piche de alcatrão ou sintético (substâncias químicas puras), e com o preço de comercialização variando entre US$ 50 e US$ 1 mil o quilo. O alto custo faz com que o material, que substitui sobretudo o aço e alumínio, seja mais usado em carros de Fórmula-1, veículos de luxo, em aviões e foguetes.

De acordo com o gerente do Projeto Carbono do Núcleo de Competência para o Desenvolvimento de Tecnologia de Carbono (NCDTC) do Centro Tecnológico do Exército (CTEx), Major Alexandre Taschetto, a vantagem da invenção brasileira é que os derivados do petróleo ou “fundo do barril de petróleo” não têm mercado significativo, o que ajuda a baratear a fibra de carbono brasileira e viabilizar o uso em larga escala. 

“Avaliamos que a fibra de carbono de piche de petróleo brasileira pode custar entre US$ 10 a US$ 15 por quilo. A indústria automobilística avalia que se o custo da fibra estiver abaixo de US$15 por quilo já compensa substituir o aço por fibra em maiores quantidades”, explicou o major ao salientar que carros com peças de fibra de carbono têm mais eficiência energética e emitem menos poluentes que os carros com peças de aço.

Taschetto explicou ainda que, para o Exército, a nova tecnologia também é muito útil na fabricação de materiais mais leves para os soldados, “desde equipamentos individuais como capacete, armamento leve, como pistola e fuzil, até armamento pesado, como metralhadora, morteiro, além de peças para viaturas mais leves”.

A produção em escala industrial do material ainda está em estudo na Petrobras. O produto produzido em escala semi-industrial será apresentado no Congresso Mundial de Pesquisadores da Área de Carbono (Carbon 2013), entre os dias 15 e 19 de julho, no Rio de Janeiro e pela primeira vez na América do Sul. As fibras de carbono estão presentes em vários produtos como nas bicicletas, nos celulares e laptops.

sábado, 1 de junho de 2013

Inventores e suas histórias: Nikola Tesla

Nikola Tesla (Smiljan, Império Austríaco, 10 de Julho de 1856 — Nova Iorque, 7 de Janeiro de 1943) foi um inventor nos campos da engenharia mecânica e eletrotécnica. Era súdito do Império Austríaco por nascimento e mais tarde tornou-se um cidadão estadunidense. Tesla é muitas vezes descrito como um importante cientista e inventor da idade moderna, um homem que "espalhou luz sobre a face da Terra". É mais conhecido pela suas muitas contribuições revolucionárias no campo do eletromagnetismo no fim do século XIX e início do século XX. As patentes de Tesla e o seu trabalho teórico formam as bases dos modernos sistemas de potência elétrica em corrente alterna (AC), incluindo os sistemas polifásicos de distribuição de energia e o motor AC, com os quais ajudou na introdução da Segunda Revolução Industrial.


Depois da sua demonstração de transmissão sem fios (rádio) em 1894 e após ser o vencedor da "Guerra das Correntes", tornou-se largamente respeitado como um dos maiores engenheiros eletrotécnicos que trabalhavam nos EUA. Muitos dos seus primeiros trabalhos foram pioneiros na moderna engenharia eletrotécnica e muitas das suas descobertas foram importantes a desbravar caminho para o futuro. Durante este período, nos Estados Unidos, a fama de Tesla rivalizou com a de qualquer outro inventor ou cientista da história e cultura popular, mas devido à sua personalidade excêntrica e às suas afirmações aparentemente bizarras e inacreditáveis sobre possíveis desenvolvimentos científicos, Tesla caiu eventualmente no ostracismo e era visto como um cientista louco. Nunca tendo dado muita atenção às suas finanças, Tesla morreu empobrecido aos 86 anos.

sexta-feira, 31 de maio de 2013

Coração artificial começará a ser testado em pacientes humanos

Coração artificial começará a ser testado em pacientes humanosUm instituto médico francês está se preparando para iniciar os testes de um novo modelo de coração artificial, o primeiro a unir partes biológicas e partes sintéticas. O órgão, fabricado com tecidos de corações de vacas, conta com uma bomba motorizada capaz de mover um fluído hidráulico através de duas câmaras separadas por uma membrana (que, por sua vez, movimenta-se e faz o sangue fluir para o outro lado).

De acordo com Piet Jansen, líder da companhia responsável pelo invento, a ideia é “desenvolver um coração artificial cujas partes em movimento estão em constante contato com o sangue e que são feitas com um tecido biologicamente amigável”. Além disso, o órgão também conta com sensores capazes de identificar um possível aumento da pressão sanguínea e ajudar automaticamente o fluxo de sangue de acordo com a necessidade.

Os corações artificiais serão testados em pacientes de quatro centros cirúrgicos diferentes ao redor da Europa e, caso se mostrem viáveis, podem passar a ser adotados para salvar a vida de pessoas que necessitam de transplantes urgentes.

Fonte: http://www.tecmundo.com.br/medicina/40347-coracao-artificial-comecara-a-ser-testado-em-pacientes-humanos.htm#ixzz2Uv9CCY75

terça-feira, 23 de abril de 2013

Mais uma invenção para reforçar a segurança da sua casa


Funciona através de Wi-Fi e é a campainha que todos gostaríamos de ter, especialmente os que odeiam se levantar para ir atender quem está na porta de casa. Em qualquer altura, em qualquer lugar, o DoorBot envia som e imagem para o seu smartphone ou tablet sempre que alguém toca a campainha.

Se a câmera do lado de fora da porta já era uma invenção que veio melhorar a segurança das casas, com o DoorBot o proprietário sabe sempre quem toca a campainha, mesmo estando noutra parte do planeta (o smartphone ou tablet é que deve andar no bolso, com o devida app).

O sistema é alimentado a pilhas e é fácil de montar, como pode ver no vídeo abaixo:

segunda-feira, 22 de abril de 2013

UFPR recebe a primeira carta-patente da história


A Universidade Federal do Paraná (UFPR) conquistou recentemente a primeira carta-patente de sua história. O documento emitido pelo Instituto Nacional de Propriedade Intelectual (INPI) atesta o caráter de invenção para um projeto desenvolvido para uma dissertação de mestrado em engenharia florestal da instituição. O “processo de estabilização dimensional de painéis aglomerados de madeira” é uma forma de tornar as tábuas de aglomerado (uma espécie de compensado feito com pinus moído) menos suscetíveis a dilatação ou compressão, aumentando a resistência do produto.

“Uma das propriedades da madeira é interagir com o meio ambiente, perdendo e absorvendo umidade e, com isso, variando de dimensão. Por isso, às vezes o forro estala e a porta não fecha”, explica o engenheiro florestal Ivan Tomaselli. “Madeiras nobres, como o mogno e a imbuia, cedem menos, mas nos painéis aglomerados, que são um produto barato, isso é mais comum”. Os pesquisadores desenvolveram então um processo de tratamento térmico para as placas de aglomerados. Aquecidos entre 170 e 250°C durante um curto tempo, os painéis demonstram uma resistência entre 50 e 60% maior. “O problema era determinar a temperatura e o tempo. Para ter aplicação industrial, precisava ser um processo rápido”, ressalta.

O pedido de patente foi solicitado em 2004 por Tomaselli e Claudio Henrique Soares del Menezzi, então orientador e orientando na pós-graduação da UFPR. Por se tratar de um produto acadêmico, desenvolvido com recursos da universidade, eles dividem o crédito da invenção com a instituição. Após quase uma década, Tomaselli está aposentado da docência e se dedica ao trabalho na iniciativa privada. Del Menezzi se tornou professor da Universidade de Brasília. “Essa é a primeira e, provavelmente, última patente da minha carreira”, brinca Tomaselli, ao comentar o tempo passado desde o início do processo. “É mais uma questão de realização profissional. Não espero obter um ganho financeiro com isso.”

O engenheiro acredita que a patente também seja uma forma de divulgar o produto e atrair o interesse do mercado. A patente vale por 20 anos a partir do pedido, portanto, restam 11 anos de exclusividade sobre a invenção. “Existe uma certa dose de burocracia, e a gente entende por quê, mas ainda assim é muito lento, o que limita o processo de inovação. É um grave problema para empresas desenvolvedoras de novas tecnologias”, lamenta Tomaselli, presidente de uma empresa de gerenciamento e fiscalização no setor florestal.

domingo, 21 de abril de 2013

Museu digital mostra objetos tecnológicos obsoletos


A agência digital alemã Jung Von Matt/Next foi responsável por uma criação que faz refletir sobre como os objetos têm desaparecido tão facilmente em um mundo cada vez mais digital.

É o The Museum of the Obsolete Objects, uma demonstração on-line de objetos revolucionários em um passado não tão distante, mas que agora não passam de lembranças obsoletas.

O vídeo interativo tem propósito educativo, ajudando gerações à conhecerem como funcionavam tais objetos em um vídeo demonstrando passo-a-passo o funcionamento de cada um deles.

Veja mais no vídeo. Clique aqui

Fonte: http://www.3minovacao.com.br/blog/design-2/2013/04/19/museu-digital-mostra-a-evolucao-dos-objetos-tecnologicos/

sexta-feira, 19 de abril de 2013

Curiosidades das Patentes: Máquina de costura - Elias Howe vs. Isaac Singer


2-The-Sewing-Machine-Elias-Howe-vs-Isaac-SingerA máquina de costura é comumente associada com Isaac Singer e à Corporação Singer. No entanto, o inventor Elias Howe originalmente patenteou o projeto em 1846.

Em 1849, Howe processou Isaac Singer por roubar sua ideia, e o litígio resultante se arrastou por vários anos. Ele acabou aceitando um acordo em que ambas as partes formaram um pool de patentes para suas empresas, possibilitando a Howe receber os royalties de vendas futuras do seu dispositivo.

Ironicamente, a primeira máquina de costura veio de um inventor anterior. Walter Hunt criou uma máquina de costura com um olho agulha em 1834, mas ele decidiu não patenteá-lo, porque ele imaginava que a invenção levaria ao desemprego.