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quinta-feira, 8 de maio de 2014

Suíça TAG Heuer lança celular com bateria infinita

A inovação pode surgir das empresas mais improváveis. Exemplo disso é este novo celular apresentando pela TAG Heuer, fabricante suíça famosa por seus relógios de pulso. Com o sugestivo nome de Meridiste Infinite, o aparelho promete uma bateria perpétua – ou seja, que dura para sempre e não precisa ser recarregada na tomada.

Mas como o dispositivo consegue? Simples: um componente fotovoltaico, nas palavras da própria companhia, fica embaixo da tela de cristal de safira. Ele absorve luz solar, promovendo uma recarga automática sempre que o celular estiver iluminado. Mas o mais interessante é que luz artificial também parece funcionar, o que significa que você não ficará sem bateria mesmo se passar o dia inteiro dentro de um escritório.

No resto das configurações, o destaque fica para a construção do corpo do aparelho, feito de fibra de carbono e titânio. Ele segue os padrões da TAG Heuer, que lançou em 2011 seu Link Phone com uma carcaça parecida – e igualmente bem feita.

O problema aqui é que o Meridiste Infinite não é um smartphone, e sim um mero celular. Assim, seu outro recurso mais inovador é a câmera integrada, acompanhada de aplicativos de calendário, despertador e calculadora. Só não pense que isso deixará o gadget mais barato: apenas 1.911 unidades dele serão fabricadas, e vendidas em locais não divulgados.

Adicione a esse caráter de exclusividade o histórico da empresa – que lançou o já mencionado Link Phone por 6.700 dólares – e teremos algo bem fora da realidade. Mas ficaremos apenas com esta suposição, já que o preço ainda não foi divulgado, bem como a data de lançamento oficial.

Aliás, uma curiosidade: o número de celulares produzidos é uma provável homenagem ao ano de 1911, quando a TAG Heuer patenteou seu famoso primeiro cronógrafo, o “Time of Trip”.

Fonte: http://exame.abril.com.br/tecnologia/noticias/suica-tag-heuer-lanca-celular-com-bateria-infinita

segunda-feira, 7 de abril de 2014

Apple, Pfizer e outras formam lobby contra mudanças em lei de patentes

Empresas norte-americanas com grande representatividade como Ford, Apple e Pfizer, formaram um lobby com a intenção de impedir algumas mudanças propostas no Congresso, alegando que essas mudanças impedem a proteção de algumas patentes.

Essas empresas são contra a proposta de lei que visa combater as organizações que não criam patentes e apenas compram-as, tentando pagar menos taxas do que o necessário. O grupo de empresas alega que essa proposta prejudicaria as empresas que buscam inovar constantemente.

O grupo de empresas contra esse projeto é composto por: Apple, DuPont, Ford Motor, General Electric, IBM Corp, Microsoft Corp e Pfizer.

Fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/administracao-e-negocios/apple-pfizer-e-outras-formam-lobby-contra-mudancas-em-lei-de-patentes/86514/

segunda-feira, 17 de março de 2014

Aumenta crédito para inovação no Brasil

O capital disponível para inovação no Brasil aumentou 6 vezes mais no intervalo de 2 anos (de R$1,1 bilhão em 2011 para R$6,3 bilhões em 2013). Indústrias da área da saúde, petróleo e da tecnologia da informação são exemplos de empresas que buscam inovar em seus negócios.

O Brasil investe 1,21% do seu PIB para a área de inovação. Com esse percentual, encontra-se à frente do México e da Argentina e está atrasado em relação à Coreia do Sul, com 3,98% e dos Estados Unidos, que possui índice de 2,48% e destina 398 bilhões de dólares para inovação.

Apesar da disponibilidade de dinheiro ter aumentado em nosso país, os empresários ainda possuem dificuldades para inovar. De acordo com Glauco Arbix, presidente da FINEP, a falta de concorrência e pouca dinâmica do mercado dificultam o pleno desenvolvimento do Brasil. Além disso, o excesso de burocracia também atrapalha.

Fonte: http://g1.globo.com/jornal-da-globo/noticia/2014/02/aumenta-credito-para-inovacao.html

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

Software 100% nacional ajuda a antecipar diagnóstico de osteoporose

Software ajuda a diagnosticar casos de osteoporose

Um grupo de alunos e professores dos cursos de Odontologia e de Ciência da Computação da Unioeste (Universidade Estadual do Oeste do Paraná) desenvolveu um software que visa fazer uma análise óssea através da radiografia odontológica. Esse software ajuda a diagnosticar casos de osteoporose.

O software, denominado "BmA-DDX - Bone Microarchitecture by Dentistry Digital X-RAY", avalia a densidade óssea, fornecendo assim mais informações aos profissionais da saúde. Caso seja constatado alguma anormalidade óssea no paciente, o ideal é que esse realize outros exames para avaliar a gravidade do problema. O desenvolvimento dessa tecnologia representa um grande avanço para a Universidade, que tem como meta agora colocar o produto no mercado para que a população o utilize.

A tecnologia já foi registrada pelo INPI - Instituto Nacional da Propriedade Intelectual.

Fonte da notícia: http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=36069&sid=3#.UwvP8vldVqU

Fonte da imagem: http://www.seres.org.pt/categoria/conteudo/id/35

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Os nerds querem ser milionários

A Campus Party, um dos maiores eventos de tecnologia do país, reuniu muitos jovens empreendedores, que lá foram para divulgar os seus produtos, buscar novas parcerias e ampliar o networking. Nesse ano, cerca de 250 startups (empresas de tecnologia de ponta) frequentaram o evento.

Dentre elas, uma que chamou a atenção foi a Domotic Center, cujo fundador é o joinvillense Dimas Broering. Ele e seus outros sócios - 3 jovens de diferentes áreas - vieram mostrar o primeiro produto da empresa: um interruptor, que se conecta a um smartphone e que, por ser "touchscreen", tem a vantagem de ser controlado em qualquer lugar.

Mas não basta ter boas idéias. É preciso ter visão de negócios e ter um mínimo conhecimento na área tecnológica, garante Spina, criador da Anjos do Brasil. Por isso a importância dos investidores de uma empresa serem de áreas distintas. Assim, cada um pode agregar com conhecimentos diferentes.


Fonte: 

http://www.istoe.com.br/reportagens/345916_OS+NERDS+QUEREM+SER+MILIONARIOS?pathImagens=&path=&actualArea=internalPage

quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

terça-feira, 7 de janeiro de 2014

FAPEMIG e CNPq destinam 20 milhões para pesquisa

A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG) anunciou o lançamento de três editais, em parceria com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), com o valor global de R$ 20 milhões em investimentos no desenvolvimento de pesquisas científicas, tecnológicas e de inovação.

Os editais beneficiam desde pesquisadores em início de carreira até aqueles executados por grupos de excelência reconhecida. A submissão das propostas deve ser feita por meio do sistema Everest da Fapemig (http://everest.fapemig.br). Confira abaixo as características e os prazos de cada edital:

Programa Primeiros Projetos (PPP)
O Programa Primeiros Projetos (PPP) tem como público alvo jovens doutores. Seu objetivo é apoiar a fixação destes profissionais no Estado por meio do apoio a seus projetos de pesquisa e da criação de novos grupos em qualquer área do conhecimento. O PPP financia um pacote básico de instalação do pesquisador na sua instituição de origem. Como resultado, ele ganha experiência e fortalece seu currículo para, posteriormente, competir nos diversos editais da FAPEMIG e de agências nacionais. Ao todo, serão concedidos R$5 milhões para as propostas aprovadas. O prazo para submissão vai até 19 de março de 2014.

Programa de Apoio a Núcleos Emergentes (Pronem) 
Como diz o nome do programa, a proposta é criar, fortalecer e consolidar grupos emergentes de pesquisa em Minas Gerais. Um grupo emergente de pesquisa é aquele formado por um conjunto de pesquisadores (mínimo de três doutores), de uma ou mais instituição, reunidos por uma linha de pesquisa comum e que, dado seu tempo de formação e instituição de origem, ainda não atingiram patamar de competitividade suficiente para captar recursos de valores mais elevados. O edital prevê R$8 milhões para as propostas aprovadas. O prazo para envio termina em 21 de março de 2014.

Programa de Apoio a Núcleos de Excelência (Pronex)
Seu objetivo é apoiar núcleos consolidados de pesquisa, sediados em Minas Gerais, fornecendo suporte financeiro ao desenvolvimento de pesquisas científicas, tecnológicas e de inovação. Os projetos devem ser coordenados por pesquisadores sênior (nível 1 do CNPq) e executados por grupos de pesquisa consolidados, que desenvolvam pesquisas de ponta, contribuindo para o avanço das fronteiras do conhecimento. Esses pesquisadores e grupos necessitam de recursos, geralmente significativos, para manutenção de seus programas de pesquisa e dos laboratórios. Serão investidos R$ 7 milhões nas propostas aprovadas, que podem ser submetidas até o dia 26 de março de 2014.

Os editais estão disponíveis no portal da FAPEMIG: www.fapemig.br.

*Com Informações da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais

domingo, 5 de janeiro de 2014

Escova de dentes inovadora promete garantir a higienização em seis segundos

A Blizzident é uma escova personalizada. O dentista faz um molde da arcada dentária de cada consumidor e em seguida fabrica o produto para uso. A pessoa coloca o molde na boca e o morde até quinze vezes consecutiva - processo que não demora mais do que seis segundos. Por conta desse novo processo, e do molde, os dentes ficam higienizados rapidamente.

sábado, 4 de janeiro de 2014

Em 9 anos, o MCTI recebeu 217 pedidos de proteção de propriedade intelectual de institutos de pesquisa

O assunto da propriedade intelectual integra, cada vez mais, as atividades dos institutos de pesquisa vinculados ou supervisionados pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). Nos últimos nove anos, chega a 217 o número de pedidos de proteção de privilégio de propriedade intelectual feitos por essas instituições.

É o que revela levantamento da Subsecretaria da Coordenação das Unidades de Pesquisa (Scup) do MCTI, que compara o resultado, referente ao período entre 2005 e 2013, ao desempenho obtido em anos anteriores – de 2000 a 2004 –, quando foram realizados 35 depósitos no Instituto Nacional da Patente Industrial (INPI). A média anual, de 24,1 pedidos, corresponde a mais de quatro vezes a do período anterior (5,8 pedidos por ano).

A soma inclui patentes de invenção, modelos de utilidade e certificados de adição. O total do período recente aumenta para 327 depósitos se forem considerados, também, marcas, desenho industrial e programas de computador. 

O coordenador-geral das unidades de pesquisa, Carlos Oití Berbert, lembra que o avanço está relacionado à edição da Lei da Inovação (10.973), de 2004. Embora, no passado, alguns institutos tenham feito depósitos, foi a partir da nova legislação que se iniciou uma transformação interna, inclusive naquelas instituições eminentemente científicas, para as quais a matéria da invenção ou da inovação não era prioritária.

“O que ocorreu foi uma mudança de cultura entre os próprios pesquisadores, que anteriormente davam preferência à publicação de artigos e papers em revistas científicas”, reforça Oití. Outra questão que contribuiu para o novo cenário foram algumas iniciativas da subsecretaria que introduziu nos termos de compromisso de gestão (TCGs) dois indicadores: o Índice de Processos e Técnicas Desenvolvidas (PcTD) e o Índice de Propriedade Intelectual (IPIn), relacionado ao registro de patentes.

 Outro ponto a ser considerado, acrescenta, é o fato de o próprio Plano de Ação de Ciência, Tecnologia e Inovação para o Desenvolvimento Nacional do ministério (Pacti/2007 – 2010) ter enfatizado a importância da inovação como missão dos institutos de pesquisa e previsto, em suas metas, a implantação, até dezembro de 2009, de cinco núcleos de inovação tecnológica (NITs), junto às unidades de pesquisa das regiões Norte, Nordeste e Sudeste.

quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

Em 2014, governo vai dar destaque à pesquisa em ciência, tecnologia e inovação

A pesquisa básica terá destaque este ano no âmbito do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), disse à Agência Brasil o secretário executivo da pasta, Luiz Antonio Elias. Segundo ele, o ministro Marco Antonio Raupp determinou que até o início de 2014 seja divulgado o novo edital dos institutos nacionais de Ciência e Tecnologia, já que considera a iniciativa importante para as redes de excelência nessa área. O edital visa à renovação e à formação de novos institutos nacionais de ciência e tecnologia, que desenvolvam pesquisas em áreas consideradas estratégicas para o país, como biotecnologia e mudanças climáticas, por exemplo.

O secretário avaliou que o número de doutores brasileiros e a quantidade de publicações científicas têm crescido nos últimos anos, mas os investimentos no setor no Brasil são considerados recentes, quando comparados ao que ocorre em países como os Estados Unidos, por exemplo.  “Nós estamos fazendo o dever de casa, não só ampliando consideravelmente a parte de pesquisa, mas melhorando também a infraestrutura laboratorial e aumentando os novos campi”.

Elias lembrou que a presidenta Dilma Rousseff determinou que fossem ampliados e descentralizados os eixos das universidades, dentro das regiões metropolitanas, para que elas chegassem ao interior do Brasil e citou a parceria com outros órgãos do governo. “Isso está sendo feito. Por outro lado, estamos casando muitos recursos com o Ministério da Educação, que tem sido um parceiro muito positivo na estruturação de políticas de atendimento tecnológico e na área de pesquisas básicas e de formação de recursos humanos”, assegurou Elias.

O secretário executivo avaliou que o ano de 2013 foi positivo para o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação. “Tivemos várias iniciativas que são centrais para o processo de crescimento na área de pesquisa e desenvolvimento”.

Elias destacou a Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (Embrapii), que foi montada  e estruturada num trabalho conjunto entre os ministérios da Ciência, Tecnologia e Inovação e da  Educação, que engloba tanto a área tecnológica de educação, por meio do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec), quanto a área de pesquisa do MCTI, reforçando laboratórios que são complementares ao setor industrial. A Embrapii terá, nos próximos seis anos, quase R$ 2 bilhões para aplicar em projetos compartilhados com o setor industrial.

O secretário executivo citou também o Instituto Nacional de Pesquisas Oceanográficas e Hidroviárias (Inpoh), organização social criada pelo ministério, que está em fase de qualificação, voltada para a pesquisa oceanográfica, com capilaridade em outros ministérios (Defesa, Secretaria de Portos, Pesca e Aquicultura). “A ideia central é que se reforce a pesquisa em toda a zona costeira brasileira e se amplie a capacidade de valorar, ou seja, trazer valor agregado através da realidade da costa brasileira”.

O secretário salientou ainda, entre os pontos positivos registrados pelo ministério no ano passado, a recuperação do crédito pela Finep (Agência Brasileira da Inovação, antiga Financiadora de Estudos e Projetos do ministério). “A Finep está conseguindo cada vez mais recuperar o crédito, impulsionando o processo produtivo. E, certamente, em articulação com o Plano Brasil Maior, isso traz um benefício enorme ao setor industrial, especialmente  em planos de inovação”. Sustentabilidade e mobilidade são áreas em que a inovação trará benefícios para as cidades brasileiras, observou Elias.

segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

Programa estimula inovação entre padarias do Vale do Açu

Doze empresas do setor de panificação instaladas em municípios do Vale do Açu apostam em consultorias tecnológicas para melhorar os processos produtivos e elevar a competitividade empresarial. A iniciativa faz parte das ações do programa setorial Qualipão, implementado pelo Sebrae no Rio Grande do Norte em parceria com o Sindicato da Industria de Panifiação e Confeitaria do estado (Sindipan-RN) e a Associação da Indústria da Panificação do Rio Grande do Norte (Aipan-RN). A proposta é aumentar a rentabilidade de empreendimentos do setor na região, ao incentivar processos inovadores que podem melhorar a competitividade e lucratividade das empresas. As consultorias capacitam os donos de panificadoras a melhorar a gestão do negócio, o processo produtivo e também a qualidade dos produtos derivados do trigo.

A criação de novos produtos e as melhorias na gestão do negócio são apenas alguns dos resultados que já aparece um mês após o início das capacitações. O trabalho iniciado em novembro segue até o mês de fevereiro de 2014. Perlúcio Albano é um dos empreendedores que participam da capacitação. Proprietário de uma panificadora que funciona em Açú há 25 anos, ele está otimista com os resultados obtidos após as consultorias. “Estávamos precisando deste up grade. Dou nota máxima ao trabalho, pois estamos conseguindo frutos muito positivos, como a fabricação de massas diferenciadas e novos produtos que nos diferenciam frente aos concorrentes”, comemora.

As intervenções são desenvolvidas a partir dos programas Sebraetec e Agentes Locais de Inovação (ALI), beneficiando empreendimentos instalados nos municípios de Itajá, Angicos e Lajes, além de Açú. As consultorias e treinamentos abrangem diversas áreas da empresa, dentre elas a gestão estratégica, gestão da produção, melhorias na produtividade, tecnologia da panificação e confeitaria.

Também integram o conteúdo, temas como segurança alimentar e higiene aplicada à indústria da panificação, procedimentos operacionais padronizados, ambientação da loja e apresentação da equipe de vendas. “A ideia é sempre promover melhorias nas empresas atendidas e fazer com que o negócio se consolide no mercado e se torne cada vez mais competitivo. Por abranger as mais diversas áreas, as consultorias resultam em benefícios não só em um setor, mas no negócio como um todo”, opina Fernando de Sá Leitão, gerente do Escritório Regional do Vale do Açu. O Qualipão é viabilizado através do Programa Sebraetec, que subsidia até 80% do valor das consultorias.

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Vencedores do Prêmio Finep valorizam inovação em tecnologia e desenvolvimento sustentável

Após desenvolver soluções nas tecnologias da comunicação e da informação por 37 anos, o Centro de Pesquisa e Desenvolvimento (CPqD) recebeu pela primeira vez, no último dia 4, o Prêmio Finep de Inovação 2013. O órgão foi agraciado na categoria Instituição de Ciência e Tecnologia e recebeu R$ 200 mil pelo projeto que desenvolve.

Outro vencedor do prêmio foi a Fundação de Tecnologia do Estado do Acre (Funtac), em razão da fábrica de preservativos masculinos no interior do Acre que utiliza látex extraído por famílias que moram na Reserva Extrativista Chico Mendes.

O CPqD foi escolhido pelo “conjunto da obra” e não por uma produção específica. Assim, foram premiados projetos como o aplicativo que narra funções de um smartphone para pessoas com deficiência visual; o núcleo voltado a desenvolver tecnologias de defesa e segurança; o laboratório de comunicações óticas que atingiu esta ano a velocidade de dois terabites por segundo em um único canal; e a produção do Rádio Definido por Software para interagir com várias interfaces aéreas ao mesmo tempo, todos com a tecnologia e a marca CPqD.

A forma de trabalho do centro segue as necessidades do mercado. De acordo com o diretor de Gestão da Inovação do CPqD, Alberto Paradisi, o desenvolvimento tecnológico da instituição é puxado pela demanda dos usuários finais ou das indústrias que produzem em larga escala para os clientes.

“As ideias surgem a partir da necessidade. Daí, a gente parte para aprofundamento, e procura saber se é factível, se consegue implementar, se consegue um diferencial em relação ao que já existe? Depois, a gente parte para o investimento. Entre a ideia e o investimento tem o estudo”, explica Paradisi.

Desse modo, os setores do CPqD se dividem para fazer a pesquisa da inovação, desenvolver a tecnologia, produzir efetivamente o equipamento e negociar o investimento e a venda dos produtos.

No quesito dinheiro, a participação do governo é primordial. A principal fonte de financiamento do CPqD vem do Fundo para o Desenvolvimento Tecnológico das Telecomunicações (Funttel), que, por sua vez, é abastecido com percentuais do faturamento de empresas de telecomunicações e de eventos realizados por meio de ligações telefônicas.

Fonte: http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-12-15/vencedores-do-premio-finep-valorizam-inovacao-em-tecnologia-e-desenvolvimento-sustentavel

sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

Marca incentiva meninas à serem inventivas e aponta tendências da Geração Z

GoldieBlox, uma linha de brinquedos voltados para meninas que incentivam o amor à engenharia, ciência e inventividade – atividades atribuídas aos meninos, em sua maioria.

Para ajudar a promover GoldieBlox, foi desenvolvido recentemente um comercial sensacional que leva mexer para um nível totalmente novo. Assista!



quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

Inscrições para o Programa Inova Talentos até 19/12/2013

Inscreva sua empresa no Programa Inova Talentos que foi criado para estimular o desenvolvimento de projetos de inovação em empresas e institutos de pesquisa.

Saiba mais sobre o programa em www.inovatalentos.com.br

Saiba mais no vídeo: www.youtube.com/embed/6nkgu4NUVuI  

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Apresentações do VI Encontro Acadêmico de Propriedade Intelectual disponíveis

Estão disponíveis as apresentações do VI Encontro Acadêmico de Propriedade Intelectual, Inovação e Desenvolvimento (ENAPID), promovido pela Academia de Propriedade Intelectual do INPI entre os dias 26 e 28 de novembro de 2013, na Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ). Entre os temas, estão estudos sobre biopirataria, química verde, redes de gestão de propriedade intelectual e transferência de tecnologia pelos Núcleos de Inovação Tecnológica (NITs).

 Clique aqui para acessar.

sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

Embrapii lança no primeiro semestre edital para atrair instituições de pesquisa

No primeiro semestre do ano que vem, a Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (Embrapii) lançará o primeiro edital para atrair instituições que desenvolvam pesquisas para contribuir com a inovação tecnológica voltada à indústria. Por meio de editais, a empresa selecionará as instituições que vão desenvolver projetos inovadores destinados a aumentar a competitividade da indústria. As selecionadas receberão recursos para captar clientes na indústria. O foco são pequenas e médias empresas.

Segundo o diretor-presidente da Embrapii, João Fernando Oliveira, até o final de 2014, a empresa deverá contar com investimento de R$ 270 milhões e 23 unidades atuando. Atualmente, três unidades integram o projeto piloto da Embrapii, que é desenvolvido há dois anos.

“A Embrapii é um sistema de centros e laboratórios para atender à demanda empresarial por inovação. Ela terá um conjunto de laboratórios credenciados e infraestrutura para atuar com uma missão específica”, explicou Oliveira.

Ontem (5), os ministros da Ciência, Tecnologia e Inovação, Marco Antonio Raupp, e da Educação, Aloizio Mercadante, assinaram o contrato de gestão da Embrapii.

“Temos que responder à demanda concreta da indústria por inovação. Ter competitividade, inovação e redução de custos”, disse o ministro Aloizio Mercadante, durante o ato de assinatura do contrato.

A Embrapii é uma iniciativa do governo federal por meio dos ministérios de Ciência, Tecnologia e Inovação e da Educação em parceria com a Confederação Nacional da Indústria (CNI).

terça-feira, 26 de novembro de 2013

Roda inteligente transforma bikes comuns em elétricas

esloveno Niko Klansek, que mora em Nova York, criou a Smart FlyKly, roda motorizada inteligente que se encaixa em qualquer modelo de bicicleta. Seu diferencial é que para funcionar, ela só precisa ser habilitada por um aplicativo instalado em um smartphone, que permanece fixado em um espaço no guidão ( que também serve como uma luz de bicicleta ou para um carregar o telefone, também ) e se conecta à roda via Bluetooth. O monitores app FlyKly velocidade, distância, tempo percorrido , localização e rota.

A FlyKly tem como objetivo incentivar as pessoas a usarem mais suas bicicletas, e “sem perder o fôlego ou suar a camisa “. Sua praticidade faz com que o ciclista não se preocupe mais com questões como o que vestir para aquela reunião de negócios ou festa, por exemplo.

O aplicativo FlyKly

Com o app instalado no smartphone, o ciclista define a velocidade máxima em que ele quer andar. A roda detecta quando o ciclista começa a pedalar e ajusta a velocidade de acordo com esse movimento. FlyKly diz que o aplicativo também é capaz de aprender hábitos e rotinas do ciclista para sugerir atalhos, rotas mais seguras e caminhos mais divertidos.

A roda pode ser brecada através do aplicativo e se a bicicleta começar a se mover quando o telefone não está por perto, o aplicativo envia uma mensagem alertando o dono de um possível roubo. O projeto está no Kickstater em busca de recursos para viabilizá-lo.

Veja um pouco mais sobre esse inovador conceito de transporte no vídeo.

quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Seminário aborda desafios para ciência e sustentabilidade

Os desafios para o Brasil avançar no caminho do desenvolvimento sustentável serão debatidos nos dias 21 e 22 de novembro, no Rio de Janeiro, por cientistas brasileiros e estrangeiros, jovens pesquisadores, empresários e autoridades do setor.

Eles participarão do Seminário Brasil – Ciência, Desenvolvimento e Sustentabilidade, que será realizado na sede da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj). O encontro é aberto ao público.

O evento tem como tema central “Ciência para o desenvolvimento sustentável global”, que também conduzirá os debates do Fórum Mundial de Ciências (WSF), a ser realizado de 24 a 27 de novembro na capital fluminense.

O seminário é realizado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), em parceria com o Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE) e Academia Brasileira de Ciências (ABC), entre outras instituições.

Os debates contarão com a participação de cientistas como o professor W James Shuttleworth, da Universidade do Arizona (EUA), e de Indira Natha, do Blue Peter Research Centre (India). Entre os brasileiros estão o ex-ministro da Ciência e Tecnologia Sergio Machado Rezende; Luiz Eugênio Mello, da empresa Vale; Jailson Andrade, da Universidade Federal da Bahia (UFBA); e Helena Nader, presidenta da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC). 

O presidente do CGEE, Mariano Laplane, lembra que os países da América Latina e do Caribe alcançaram progressos significativos no que diz respeito ao crescimento econômico e à redução do desemprego e pobreza, mas ainda enfrentam grandes desafios para avançar no caminho do desenvolvimento sustentável.

“Precisamos melhorar, particularmente no que tange à capacidade de produção de bens manufaturados de maior complexidade tecnológica e na transformação do perfil produtivo da região”, afirma.

Durante o evento, será apresentada uma síntese dos principais resultados dos sete encontros preparatórios ao Fórum Mundial de Ciência, ocorridos desde o ano passado em todo o país.

Os participantes também divulgarão a Declaração da América Latina e Caribe para o FMC, que lança as bases de um plano estratégico regional para a resolução de problemas comuns para as próximas décadas.

Informações sobre o seminário podem ser obtidas no site http://fmc.cgee.org.br.

Clique aqui e acesse a programação.