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sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Ultrabooks: a nova categoria de portáteis ainda vai trazer grandes inovações


Os Ultrabooks, apresentados pela gigante Intel, chegaram com a ideia de serem muito mais rápidos que os notebooks convencionais, oferecendo inicialização mega veloz, assim como o retorno da hibernação. Leves, mais finos, com desempenho superior e baterias que duram muito mais, os Utrabooks se destacam também no quesito gráfico e visual na hora de converter vídeos e músicas.

Consideravelmente mais finos, os Ultrabooks têm espessura de 8mm até 20mm e com peso de no máximo 1 quilo. Com a opção touchscreen e baterias que duram cerca de 10 horas, não poderia faltar o turbinado e mais poderosos processador Intel Core.

Assista o vídeo e conheça um pouco mais:

sexta-feira, 25 de maio de 2012

Toshiba inicia a sua retirada do mercado de netbooks

A Toshiba iniciou o processo de retirada dos seus netbooks do mercado. Além de não mais lançar novos produtos, os modelos atuais não terão os estoques desse repostos nos mercados onde o estoque está no fim.
Netbooks da Toshiba deixarão de ser vendidos nos Estados Unidos (Foto: Divulgação)
O Estados Unidos foi o primeiro a ter os seus modelos retirados do mercado. Os demais mercados internacionais acompanharão a mesma iniciativa nos próximos meses. A Toshiba vai seguir os mesmos passos da Dell, que também abandonou os netbooks para investir nos ultrabooks. A aposta é justificada pela queda constante de preços desses novos portáteis, e porque os modelos com telas de 11 polegadas são perfeitos para substituir os netbooks no quesito mobilidade.
No começo de 2012, a Toshiba chegou a mencionar um futuro lançamento de netbook, o modelo NB510, com processador Atom N2600 Cedar Trail. Porém, com a queda de preço dos ultrabooks, a fabricante japonesa resolveu mudar a sua perspectiva. De fato, com o passar do tempo, não fará mais sentido comprar um netbook quando um ultrabook custará apenas um pouco a mais no seu valor final, oferecendo a mesma portabilidade, mas com desempenho melhor.
Por outro lado, fica a expectativa que os preços oferecidos pelos ultrabooks caiam ainda mais. Hoje é possível encontrar alguns modelos de ultraportáteis com um preço inicial de US$ 800 (cerca de R$ 1600), e em alguns casos específicos, um pouco menos. Mas o objetivo da Intel e de outros fabricantes é que esses valores sejam ainda menores.
Até o momento, não há nenhum pronunciamento oficial da divisão nacional da Toshiba, o que leva a crer que os netbooks da empresa continuam a ser distribuídos no Brasil, por enquanto.

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Tendências tecnológicas que podem marcar 2012

Portáteis ultrafinos, carros com Facebook e a dupla aposta da Microsoft para o futuro. São algumas das tecnologias mostradas na semana passada na CES, a maior feira de electrônica de consumo. Podem vir a fazer parte do seu cotidiano.

Ao longo da semana passada, e como acontece todos os anos, centenas de marcas reuniram-se em Las Vegas, nos EUA, para mostrar novidades. Em alguns casos, a tecnologia exibida na feira Consumer Electronic Show (CES), o maior evento do gênero, acaba por entrar nas casas e nos hábitos dos consumidores. 

Finos, leves e não são tablets

Há dois anos, uma das promessas da CES eram os smartbooks: portáteis muito pequenos, híbridos de computador e celular, feitos a pensar em quem pretendia muita mobilidade e uma conectividade constante. Mas a Apple lançou nesse ano o iPad e a indústria teve de correr atrás dele, esquecendo os smartbooks e produzindo tablets em catadupa, que, por sua vez, foram as estrelas da edição de 2011.

Este ano, a CES apresentou uma proliferação dos chamados ultrabooks. Basicamente, são portáteis muito finos e leves, mas com ecrãs de dimensões suficientemente grandes e com capacidade técnica para poderem ser usados em situações de lazer e de trabalho com conforto. Inspiram-se no Macbook Air, que a Apple apresentou em 2008 como o computador mais fino do mundo.

Para trás no mundo da mobilidade já ficaram há muito os netbooks (os portáteis pequenos, baratos, mas com desempenho reduzido). Marcas como a Dell, a Samsung, a Sony e a Lenovo mostraram nesta CES ultrabooks equipados com o Windows 8, o próximo sistema operativo da Microsoft, que ainda não chegou ao mercado.

Google na televisão

É a segunda tentativa de incursão da televisão do Google, e é feita pela mão de fabricantes de peso: Sony, Samsung e LG são as três principais marcas a apresentar modelos equipados com a Google TV.

Trata-se de uma plataforma de televisão interativa, que o Google lançou em 2010 e cuja base assenta também no sistema operativo Android, o mesmo que equipa celulares e tablets. Mistura a experiência televisiva, com a de navegação na Web, a visualização de vídeos de sites como o YouTube (também do Google) e permite ainda o uso de aplicações, devidamente adaptadas para um ecrã grande. Para aproveitar as funcionalidades, os comandos incluem um teclado qwerty completo. A tecnologia pode vir já integrada no próprio televisor ou ser comprada num aparelho à parte que se liga à televisão.

Tanto por parte da imprensa especializada, como dos consumidores, a recepção da Google TV foi fraca na altura do lançamento. Mas, com esta segunda vaga de esforços para comercializar aparelhos com esta plataforma, o televisor, um sistema de interatividade crescente mas que ainda é sobretudo uma experiência de consumo passivo, parece ser o dispositivo no qual as empresas tecnológicas estão ansiosas por entrar. A Apple tem há alguns anos no mercado a Apple TV, que também teve uma recepção tépida – mas há muito que circulam vários rumores sobre uma nova cartada da empresa (que, como habitualmente, não tem presença na CES) neste segmento.

Para além das marcas que apostaram na Google TV, a multinacional chinesa Lenovo (um dos maiores fabricantes mundiais de computadores) mostrou na CES a sua primeira televisão, com uma abordagem diferente da dos rivais. Em vez de usar a tecnologia da Google TV, decidiu adaptar a mais recente versão do sistema operativo Android, que é desenvolvido pelo Google e de uso livre. Contrariamente ao Google TV, o Android 4.0 foi pensado para smartphones e para tablets.

Windows no celular

O CEO da Microsoft, Steve Ballmer, iniciou a apresentação da Microsoft na CES com uma demonstração do Windows Phone 7, o sistema da empresa para smartphones. Após anos em que a Microsoft esteve desalinhada com as inovações do setor móvel (como o próprio Ballmer chegou a reconhecer publicamente), o desenvolvimento do Windows Phone 7 pretende criar uma plataforma alternativa ao iPhone e aos Android. A Microsoft mostrou um novo modelo Nokia com este sistema. É o terceiro a resultar da parceria que as duas empresas firmaram em Fevereiro. O Nokia Lumia 900 tem um ecrã de 4,3 polegadas e especificações de um topo de gama. Destina-se ao mercado americano, onde os dois outros modelos da Nokia com Windows, que foram apresentados em finais do ano passado, ainda não tinham chegado (mas chegarão ao longo de 2012).

O Windows Phone 7 tem recebido pouca atenção por parte dos consumidores, retalhistas e operadores de telecomunicações, que estão mais voltados para o iPhone e o grande leque de Androids. Tem uma quota de mercado mundial a rondar os 1,5%, de acordo com os dados mais recentes da analista Gartner. Mas a tecnologia, que oferece uma experiência de utilização diferente da dos rivais, tem recebido críticas positivas.

Facebook ao volante

Não são marcas que habitualmente se associem à CES, mas a Mercedes-Benz e a Ford foram algumas das fabricantes que aproveitaram a feira para mostrar não apenas equipamentos digitais, mas, em alguns casos, modelos de carros inteiramente novos.

A Ford apresentou novo software que permite aos ocupantes ouvir programas de rádio a pedido (seleccionados apenas com comandos de voz) e usar um smartphone para enviar endereços para o computador de bordo.

Já a Mercedes mostrou uma nova linha de “carros inteligentes”. O computador do veículo permite usar um celular para encontrar, trancar e destrancar o carro, e o condutor tem acesso à Internet, incluindo a uma aplicação do Facebook concebida para quem está ao volante. A aplicação tem menos funcionalidades do que é habitual e está desenhada para ajudar a encontrar os “amigos” num mapa. As funcionalidades que implicam inserir texto são desativadas quando o carro está em movimento.

Tablets com Windows

A Microsoft decidiu cortar com o que tinha feito até aqui e prepara-se para lançar este ano o Windows 8. Com uma interface completamente redesenhada, e inspirada no Windows para celulares, o sistema destina-se simultaneamente a computadores e a tablets e pode ser controlado tanto com gestos como com o teclado e o mouse.

Já tinham sido reveladas várias funcionalidades deste Windows e na CES a empresa decidiu mostrar apenas mais alguns detalhes de utilização. No Windows 8, as aplicações são dispostas num ecrã inicial numa espécie de conjunto de mosaicos colorido. Cada um representa uma aplicação ou funcionalidade e é capaz de exibir informação antes de ser aberto (por exemplo, o mosaico relativo ao e-mail pode mostrar as últimas mensagens recebidas).