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quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Vencedores do Prêmio Finep valorizam inovação em tecnologia e desenvolvimento sustentável

Após desenvolver soluções nas tecnologias da comunicação e da informação por 37 anos, o Centro de Pesquisa e Desenvolvimento (CPqD) recebeu pela primeira vez, no último dia 4, o Prêmio Finep de Inovação 2013. O órgão foi agraciado na categoria Instituição de Ciência e Tecnologia e recebeu R$ 200 mil pelo projeto que desenvolve.

Outro vencedor do prêmio foi a Fundação de Tecnologia do Estado do Acre (Funtac), em razão da fábrica de preservativos masculinos no interior do Acre que utiliza látex extraído por famílias que moram na Reserva Extrativista Chico Mendes.

O CPqD foi escolhido pelo “conjunto da obra” e não por uma produção específica. Assim, foram premiados projetos como o aplicativo que narra funções de um smartphone para pessoas com deficiência visual; o núcleo voltado a desenvolver tecnologias de defesa e segurança; o laboratório de comunicações óticas que atingiu esta ano a velocidade de dois terabites por segundo em um único canal; e a produção do Rádio Definido por Software para interagir com várias interfaces aéreas ao mesmo tempo, todos com a tecnologia e a marca CPqD.

A forma de trabalho do centro segue as necessidades do mercado. De acordo com o diretor de Gestão da Inovação do CPqD, Alberto Paradisi, o desenvolvimento tecnológico da instituição é puxado pela demanda dos usuários finais ou das indústrias que produzem em larga escala para os clientes.

“As ideias surgem a partir da necessidade. Daí, a gente parte para aprofundamento, e procura saber se é factível, se consegue implementar, se consegue um diferencial em relação ao que já existe? Depois, a gente parte para o investimento. Entre a ideia e o investimento tem o estudo”, explica Paradisi.

Desse modo, os setores do CPqD se dividem para fazer a pesquisa da inovação, desenvolver a tecnologia, produzir efetivamente o equipamento e negociar o investimento e a venda dos produtos.

No quesito dinheiro, a participação do governo é primordial. A principal fonte de financiamento do CPqD vem do Fundo para o Desenvolvimento Tecnológico das Telecomunicações (Funttel), que, por sua vez, é abastecido com percentuais do faturamento de empresas de telecomunicações e de eventos realizados por meio de ligações telefônicas.

Fonte: http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-12-15/vencedores-do-premio-finep-valorizam-inovacao-em-tecnologia-e-desenvolvimento-sustentavel

terça-feira, 26 de novembro de 2013

Roda inteligente transforma bikes comuns em elétricas

O esloveno Niko Klansek, que mora em Nova York, criou a Smart FlyKly, roda motorizada inteligente que se encaixa em qualquer modelo de bicicleta. Seu diferencial é que para funcionar, ela só precisa ser habilitada por um aplicativo instalado em um smartphone, que permanece fixado em um espaço no guidão ( que também serve como uma luz de bicicleta ou para um carregar o telefone, também ) e se conecta à roda via Bluetooth. O monitores app FlyKly velocidade, distância, tempo percorrido , localização e rota.

A FlyKly tem como objetivo incentivar as pessoas a usarem mais suas bicicletas, e “sem perder o fôlego ou suar a camisa “. Sua praticidade faz com que o ciclista não se preocupe mais com questões como o que vestir para aquela reunião de negócios ou festa, por exemplo.

O aplicativo FlyKly

Com o app instalado no smartphone, o ciclista define a velocidade máxima em que ele quer andar. A roda detecta quando o ciclista começa a pedalar e ajusta a velocidade de acordo com esse movimento. FlyKly diz que o aplicativo também é capaz de aprender hábitos e rotinas do ciclista para sugerir atalhos, rotas mais seguras e caminhos mais divertidos.

A roda pode ser brecada através do aplicativo e se a bicicleta começar a se mover quando o telefone não está por perto, o aplicativo envia uma mensagem alertando o dono de um possível roubo. O projeto está no Kickstater em busca de recursos para viabilizá-lo.

Veja um pouco mais sobre esse inovador conceito de transporte no vídeo.

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

China apresenta ônibus que passa por cima dos carros

Land Airbus é um conceito já idealizado há alguns anos, mas ressurgiu recentemente em um vídeo que sugere que alguém está levando isso adiante. Assista: 


quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Seminário aborda desafios para ciência e sustentabilidade

Os desafios para o Brasil avançar no caminho do desenvolvimento sustentável serão debatidos nos dias 21 e 22 de novembro, no Rio de Janeiro, por cientistas brasileiros e estrangeiros, jovens pesquisadores, empresários e autoridades do setor.

Eles participarão do Seminário Brasil – Ciência, Desenvolvimento e Sustentabilidade, que será realizado na sede da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj). O encontro é aberto ao público.

O evento tem como tema central “Ciência para o desenvolvimento sustentável global”, que também conduzirá os debates do Fórum Mundial de Ciências (WSF), a ser realizado de 24 a 27 de novembro na capital fluminense.

O seminário é realizado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), em parceria com o Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE) e Academia Brasileira de Ciências (ABC), entre outras instituições.

Os debates contarão com a participação de cientistas como o professor W James Shuttleworth, da Universidade do Arizona (EUA), e de Indira Natha, do Blue Peter Research Centre (India). Entre os brasileiros estão o ex-ministro da Ciência e Tecnologia Sergio Machado Rezende; Luiz Eugênio Mello, da empresa Vale; Jailson Andrade, da Universidade Federal da Bahia (UFBA); e Helena Nader, presidenta da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC). 

O presidente do CGEE, Mariano Laplane, lembra que os países da América Latina e do Caribe alcançaram progressos significativos no que diz respeito ao crescimento econômico e à redução do desemprego e pobreza, mas ainda enfrentam grandes desafios para avançar no caminho do desenvolvimento sustentável.

“Precisamos melhorar, particularmente no que tange à capacidade de produção de bens manufaturados de maior complexidade tecnológica e na transformação do perfil produtivo da região”, afirma.

Durante o evento, será apresentada uma síntese dos principais resultados dos sete encontros preparatórios ao Fórum Mundial de Ciência, ocorridos desde o ano passado em todo o país.

Os participantes também divulgarão a Declaração da América Latina e Caribe para o FMC, que lança as bases de um plano estratégico regional para a resolução de problemas comuns para as próximas décadas.

Informações sobre o seminário podem ser obtidas no site http://fmc.cgee.org.br.

Clique aqui e acesse a programação.

terça-feira, 19 de novembro de 2013

Conheça os ganhadores do XXVIII Prêmio Jovem Cientista

O presidente do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), Glaucius Oliva, anunciou, nesta terça-feira (19/11), os vencedores do XXVII Prêmio Jovem Cientista, em Brasília, na sede da instituição em entrevista coletiva à imprensa. Tendo como tema “Água – desafios da sociedade”, esta edição premiou estudantes e jovens pesquisadores, escolas e universidades dos estados de São Paulo, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Rio Grande do Norte, Ceará, Paraná e Pará, que contribuíram para os avanços tecnológicos, sociais, econômicos e sustentáveis dos recursos hídricos nacionais.

Para o presidente do CNPq, a escolha da temática Água – desafios da sociedade, está alinhada com a Política Nacional de Recursos Hídricos do Governo Federal e com o Ano Internacional de Cooperação pela Água, promovido pela Unesco. “O planeta depende desse bem fundamental. É importante que os jovens tenham consciência sobre isso”, ressaltou.

Segundo Glaucius, sem tecnologia e conhecimento não será possível proporcionar condições adequadas de sobrevivência à população brasileira. “Nossas conquistas estão todas relacionadas a nossa produção científica e formação de capital humano. O prêmio possui nove premiados, mas o impacto decorrido da participação dos mais de três mil jovens é a ação motivadora e educadora mais importante desta iniciativa”, acredita.

Conheça os ganhadores do XXVIII Prêmio Jovem Cientista

Categoria Mestre e Doutor

1º lugar: GUSTAVO MEIRELLES LIMA
Universidade Federal de Itajubá (UNIFEI)
Doutorando em Engenharia Mecânica.
Trabalho: “Microregião em sistemas de abastecimento de água”

Orientador: Prof. Augusto Nelson Carvalho Viana.

2º lugar: CLÁUDIA CAROLINA SILVA EVANGELISTA

Universidade de São Paulo (USP)
Mestranda em Genética.
Trabalho: "Reduzindo drasticamente nossa dependência de água na agricultura através da anidrobiose".
Orientador: Prof. Tiago Campos Pereira.

3º lugar: RODRIGO CAUDURO DIAS DE PAIVA

Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)
Doutor em Recursos Hídricos e Saneamento Ambiental
Trabalho: "Hidrologia da bacia Amazônica: compreensão e previsão com base em modelagem hidrológica-hidrodinâmica e sensoriamento remoto".
Orientador: Prof. Walter Collischonn.

Categoria Estudante do Ensino Superior

1º lugar: JOSÉ LEÔNCIO DE ALMEIDA SILVA

Universidade Federal Rural do Semi-Árido (UFERSA).
Estudante de Agronomia.
Trabalho: "Mistura de águas salinas como alternativa para a irrigação e produção de forragem no semiárido nordestino".
Orientador: Prof. José Francismar de Medeiros.

2º lugar: OSVALDO ASSUNÇÃO MENDONÇA

Universidade Federal do Ceará (UFC)
Estudante de Engenharia Mecânica.
Trabalho: "Desempenho do dessalinizador térmico com estágios de recuperação de calor, formado por uma unidade de produção torre com canais metálicos e perfis termoplásticos e uma unidade de aquecimento, coletor solar de tubo evacuado".
Orientadora: Profª Maria Eugênia Vieira da Silva

3º lugar: NÍCOLAS GUERRA RODRIGUES TÃO

Universidade Federal de São Carlos (UFSCar)
Estudante de Gestão e Análise Ambiental.

Trabalho: "Estudo da viabilidade de implantação de um Sistema de Tratamento de First Flush nas Áreas Urbanas da Bacia Santa Maria do Leme, São Carlos (SP)".
Orientador: Prof. Frederico Yuri Hanai

Categoria Estudante do Ensino Médio

1º lugar: EDIVAN NASCIMENTO PEREIRA
Escola Estadual de Ensino Médio Professora Ernestina Pereira Maia – Moju (PA)
Trabalho: “Carvão do Caroço de Açai (Euterpe oleracea) ativados quimicamente com hidróxido de sódio (NaOH) e sua eficiência no tratamento de água para o consumo.
Orientadora: Valdemar Carneiro Rodrigues Júnior.

2º LUGAR: THAIS ROCHA ARRIGUI
Escola Estadual Professora Francisca Pereira Rodrigues – Piraúba (MG)
Trabalho: “Chiquita Economizando Água: hábitos inadequados e hábitos adequados”.
Orientadora: Arlete Aparecida Marchioni Juste

3º lugar: BRENO DE MELLO DAL BIANCO
Associação Franciscana de Ensino Senhor Bom Jesus – Curitiba (PR)
Trabalho: “Dessalinização a partir de destilador solar”.
Orientador: Cornélio Schwambach

Mérito Científico

EUGENIO FORESTI da Universidade de São Paulo (USP), indicado pelo Comitê de Assessoramento de Engenharia e Ciências Ambientais do CNPq. Graduado em Engenharia Civil pela Escola de Engenharia de São Carlos - Universidade de São Paulo (1970), obteve os títulos de Mestre (1972) e Doutor (1982) em Engenharia Hidráulica e Saneamento pela Universidade de São Paulo. Foi pesquisador visitante da University of NewCastle Upon Tyne, Inglaterra, entre 1985 e 1986, onde cumpriu programa de Pós-Doutorado. Em 1987, tornou-se Professor Livre-Docente pela Escola de Engenharia de São Carlos, da Universidade de São Paulo. Atualmente, é Professor Titular da Universidade de São Paulo, após aprovação em Concurso Público ao qual se submeteu em 1991. Tem experiência na Área de Engenharia Sanitária, com ênfase em Processos Biológicos de Águas de Residuárias, atuando principalmente nos seguintes temas: processos anaeróbios, remoção de sulfato e de nutrientes (nitrogênio e fósforo) de águas residuárias, tratamento biológico de compostos orgânicos peristentes e de substâncias tóxicas.

Categoria Mérito Institucional

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO (USP)
Reitor: João Grandino Rodas
Escola Técnica Estadual de Monte Mor – Monte Mor, (SP)
Diretor: Adilson José Meneghel

Fonte: http://www.ebc.com.br/tecnologia/2013/11/conheca-os-vencedores-do-xxvii-premio-jovem-cientista

sábado, 2 de novembro de 2013

USP tenta transformar algas em biocombustível

As algas são plantas abundantes no litoral do país e podem ser aproveitadas em vários setores da economia. Estudos de laboratório de química e biologia molecular da USP estudam o potencial bioenergético da planta. É o que você vê no quadro "O futuro é agora". 

Clique aqui e assista.

Fonte: http://www.ebc.com.br/noticias/meio-ambiente/galeria/videos/2013/11/usp-tenta-transformar-algas-em-biocombustivel

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Embalagem pode ser plantada após o uso

“Coma a sua comida, crie uma planta, salve o planeta”. Essa é a ideia de Michal Marko, estudante de design da Universidade Tomas Bata, na República Tcheca, que criou uma embalagem de comida para viagem totalmente biodegradável.

O design da embalagem permite que ela vire um suporte para plantar sementes. Depois, quando enterrada junto com a planta, se dissolve completamente e é absorvida pela terra, enquanto as raízes crescem.

Após comer o conteúdo da embalagem, você pode usar as sementes que vêm presas no próprio rótulo, que contém estampado a frase do início deste texto.

Essa inovação mostra a tendência à se pensar cada vez mais em produtos sustentáveis, que tragam valor social. A 3M do Brasil, conectada com essa necessidade, apostou na Massa do Bem, projeto desenvolvido durante o 1º Prêmio 3M para Estudantes Universitários, realizado em 2006. A equipe da Faculdade Metrocamp de Campinas desenvolveu a massa, que consiste em pequenas cumbucas de massa de pão, chamada na época de Emsopão, utilizadas para servir sopa aos moradores de rua. Além de alimentar, a massa elimina problemas ambientais e de higiene causados por embalagens descartáveis de isopor, alumínio ou plástico.

O Instituto 3M apostou nessa ideia e contratou o Instituto de Tecnologia de Alimentos (Ital), de Campinas (SP), para enriquecer a Massa do Bem. Com isso, foi adicionado nutrientes para que a refeição fosse realmente completa: cada cumbuca possui em média 250 gramas com até 1000 calorias, metade da ingestão diária recomendada (IDR) a um adulto.

CLIQUE AQUI e saiba mais sobre esse projeto social: 

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

i-Flex, o pneu feito de materiais recicláveis e que não "usa" ar

Uma empresa sul-coreana chamada Hankook apresentou um novo produto, na Frankfurt Auto Show de 2013. Na ocasião, a empresa mostrou uma novidade que está sendo chamada de i-Flex. Ela nada mais é do que uma espécie nova de pneu, que não precisa ser enchida de ar e conta com uma estrutura feita de 95% de diversos tipos de materiais já reciclados.
Além de tudo isso, o produto é mais leve do que os pneus utilizados atualmente, por conta da sua estrutura feita com “células” interligadas. Todas as características do i-Flex resultam em um componente que acaba melhorando o desempenho do automóvel, o que também vai diminuir a quantidade de gasolina consumida e a emissão de poluentes.
i-Flex, o pneu feito de materiais recicláveis e que não
(Fonte da imagem: Reprodução/Inhabitat)

Por enquanto, a Hankook não está fabricando o seu novo produto em larga escala. No entanto, essa questão deve ser resolvida em um futuro próximo, sendo que outras grandes companhias, como a Bridgestone, devem acompanhar essa espécie de tendência.


Fonte: http://www.tecmundo.com.br/carro/44572-i-flex-o-pneu-feito-de-materiais-reciclaveis-e-que-usa-ar.htm#ixzz2f5ivpvTA

sábado, 31 de agosto de 2013

Estudante cria dispositivo capaz de despoluir oceanos

A nova geração vem se preocupado tanto com as questões ambientais quanto os adultos. Mas tanto que um estudante holandês de apenas 19 anos desenvolveu um dispositivo que pode ser uma solução incrível para o meio ambiente.

Boyan Slat, estuda engenharia e desenvolveu um projeto chamado Ocean Cleanup Array, um dispositivo capaz de limpar os fluxos de plástico nos oceanos, que já tem acumulado mais de 7 milhões de toneladas do material.

A máquina funcionaria como um filtro, recolhendo todo o material flutuante, armazenados em recipientes até ser recolhido para reciclagem em terra, preservando a vida marinha não só no processo de limpeza  como ao diminuir os poluentes que colocam em risco a vida dos seres aquáticos.

Confira no vídeo a palestra do estudante falando sobre a sua iniciativa.


Fonte: http://www.3minovacao.com.br/blog/videos/2013/08/27/estudante-cria-dispositivo-capaz-de-despoluir-oceanos/

sábado, 10 de agosto de 2013

Chineses trocam garrafas PET por passe livre em metrô de Pequim

Os usuários do metrô de Pequim, na China, podem pagar suas passagem de metrô com garrafas PET. Duas estações já possuem postos de troca e o objetivo é estender o projeto para todas as paradas do metrô e pontos de ônibus da cidade.

As máquinas carregam valores de acordo com o tamanho e tipo da garrafa. Com aproximadamente 15 garrafas, é possível se locomover por todas as oito linhas e as 105 estações disponíveis.

O projeto surgiu para tentar melhorar problemas da capital chinesa como a poluição, trânsito e lixo. A ideia é incentivar as pessoas a utilizarem o transporte público. O governo chinês também quer reciclar 70% dos resíduos até 2015.

terça-feira, 6 de agosto de 2013

Aeromóvel deve começar a circular em Porto Alegre ainda em 2013

A primeira linha da tecnologia Aeromovel em operação comercial no mundo interligará a Estação Aeroporto ao Terminal 1 do Aeroporto Internacional Salgado Filho. O projeto é totalmente desenvolvido no Brasil e usa tecnologia 100% nacional. Os veículos suspensos, movidos a ar, permitirão integração e acesso rápido e direto dos usuários ao terminal aeroportuário. O trajeto de 814 metros, com duas estações de embarque, será percorrido em dois minutos. A linha contará com dois veículos - um com capacidade para 150 passageiros, outro para 300 -, que estarão em funcionamento conforme a demanda do período. O projeto, orçado em aproximadamente R$ 37,8 milhões, tem previsão de operação para o segundo semestre de 2013.

Desenvolvido pelo Grupo Coester, de São Leopoldo (RS), o Aeromovel é um meio de transporte automatizado, em via elevada, que utiliza veículos leves, não motorizados, com estruturas de sustentação esbeltas. Sua propulsão é pneumática – o ar é soprado por ventiladores industriais de alta eficiência energética, por meio de um duto localizado dentro da via elevada. O vento empurra uma aleta (semelhante a uma vela de barco) fixada por uma haste ao veículo, que se movimenta sobre rodas de aço em trilhos.

Dados gerais

-Extensão: 814 metros de trajeto em via elevada (total de 1.010 metros de trilhos, considerando-se terminais de manobra e de manutenção).
-Tempo estimado do percurso total: dois minutos.
-Prazo estimado para conclusão: segundo semestre de 2013.
-Demanda prevista do sistema: 7,7 mil passageiros por dia.
-Execução das obras: Aeromovel Brasil S.A. (pacote tecnológico), Premold S.A. (via elevada), T'Trans (veículos) e Rumo Engenharia Ltda. (estações).

Assista ao vídeo explicativo:

Fonte:http://www.trensurb.gov.br/paginas/galeria_projetos_detalhes.php?codigo_sitemap=87#sthash.QZnYHYiv.dpuf

sábado, 27 de julho de 2013

Com a nanotecnologia, produtor tem equipamento de baixo custo para irrigação

Uma nova tecnologia desenvolvida por pesquisadores brasileiros responderá perguntas recorrentes de produtores rurais sobre quando irrigar e o volume de água a ser utilizada. Os estudos ajudarão o consumidor a controlar o uso dos recursos hídricos em tempo de escassez.

O sensor batizado por tensiômetro de diedro mede a força com que a água é retida no solo e indica o momento certo da irrigação. O equipamento não requer manutenção de funcionamento e poder ser utilizado no campo, em laboratório e em jardinagem.

De acordo com o pesquisador da Embrapa Instrumentação, Adonai Calbo, responsável pela criação do sensor, ao irrigar as plantas de forma adequada o produtor rural pode ter uma economia de até 40% no consumo.

“Cada tipo de planta exige uma quantidade de água. Atualmente, o produtor vai muito pelo instinto, mas água em excesso pode levar à falta de oxigênio na raiz da planta e ainda causar doenças. Quando é irrigado em menor quantidade, a água pode ficar retida fortemente no solo, inibir o crescimento e reduzir a produtividade”, diz Calbo.

O equipamento também tem uso doméstico ao medir a necessidade de água em vasos de plantas. Dessa forma, o tensiômetro impedirá o excesso de irrigação, evitando que ocorra no ambiente a proliferação de mosquitos da dengue.

O sensor já foi patenteado e despertou o interesse da indústria agrícola. O produto está em fase de desenvolvimento para ser comercializado até o final do ano. Segundo o empresário Luis Fernando Porto, parceiro nesta tecnologia com a Embrapa, o equipamento será vendido por até R$ 15.

“A empresa licenciou a patente por ser um produto que não existe no mercado brasileiro nem no [mercado] mundial. É uma inovação tecnológica. O produto não precisa de pilha, só colocar em cima do solo que terá a leitura do quanto a água está retida no solo. O produtor utilizando esse sensor vai saber exatamente qual o momento de irrigar, quando aquele solo está precisando de água”, explicou Luis Fernando.

Uma empresa internacional também tem contrato de transferência de patente do sensor. A vantagem do controle de irrigação independe do clima da região em que será utilizado. Ele regula tanto o excesso, em tempos de chuva, quanto a falta, em época de estiagem. “É uma ferramenta de baixo custo e pode entrar na cultura do agricultor que não tem o hábito de controlar a quantidade de água na irrigação”, ressaltou o empresário. Segundo ele, o equipamento é adequado de acordo com o tipo de solo e da planta cultivada.

sábado, 13 de julho de 2013

Carregador solar tem o dobro da potência dos atuais

Hoje em dia, temos ganhado tempos mais flexíveis tanto pra trabalhar como para o lazer. Mobilidade é tudo para o nosso dia a dia, e isso graças aos gadgets que nos auxiliam nessa correria toda. Só que esse cenário exige muito dos aparelhos e a bateria acaba por ser insuficiente nesse quesito. Quantas vezes você já teve sua conversa interrompida por conta do celular sem bateria ou do tablet que, descarregado, não deixou você concluir uma tarefa?

Infelizmente, não há nenhuma bateria potente no mercado capaz de durar o suficiente para todos os afazeres, portanto a saída é ter uma energia de backup. E pensando nessas situações, a melhor solução atualmente são os carregadores movidos a energia solar. Apesar de populares, o inconveniente está no tamanho dos aparelhos atuais: muito grandes para carregar e também, só funcionam se o tempo estiver ensolarado.

Pensando em todos esses imprevistos, o mini carregador Power WakaWaka é perfeito para suprir todas essas necessidades. O projeto super eficiente consiste em células solares e um sistema de gerenciamento de energia que garante a eficiência que são até 200% melhor do que qualquer outro produto no mercado. Além de carregar seu tablet ou smartphone, 0 Power WakaWaka também é uma fonte de luz que pode fornecer mais de 40 horas de luz de leitura excelente.
Para carrregar o Power WakaWaka, basta deixá-lo exposto à energia solar direta durante um dia inteiro. A capacidade da bateria é grande o suficiente para poder carregar totalmente um gadget.

Totalmente carregado, o carregador vai lhe dar pelo menos 2 horas de navegação e tempo de trabalho em seu iPad (no brilho total).O suficiente para terminar o filme, enviar alguns e-mails no trem ou de ônibus ou avião. 

quinta-feira, 13 de junho de 2013

Água potável e sustentabilidade

Água boa para beber, tomar banho, irrigar plantas, criar peixes e alimentar animais. O que parece improvável no sertão nordestino virou realidade com a implantação da tecnologia que transforma água salobra em potável e reaproveita os resíduos do processo. A técnica ajuda a preservar o meio ambiente e gerar renda para os agricultores.

A região do semiárido brasileiro ocupa 10% do território nacional e abriga população de 21 milhões de pessoas. Na maior parte do ano falta água, já que a ocorrência de chuvas é escassa e irregular. A água subterrânea, extraída de poços, é imprópria para consumo devido ao alto teor de sal. 

Para melhorar a situação, ao longo dos anos foram instaladas nas comunidades rurais máquinas dessalinizadoras para tratar a água salgada e torná-la potável. Mas, o que era para ser uma solução virou outro problema. Além da dificuldade de manutenção dos equipamentos, os dessalinizadores geram um concentrado salino ao fazerem o tratamento da água. O resíduo, ao cair no solo, torna a terra improdutiva e contamina o lençol freático.

Para sanar o problema, a Embrapa Semiárido desenvolveu um sistema complementar ao processo de dessalinização tradicional, que reaproveita os rejeitos e cria um ciclo de produção criativo e sustentável. A tecnologia, desenvolvida pelo pesquisador Everaldo Rocha Porto, consiste na retirada água do poço e o tratamento através do processo de dessanilização. 

Uma porcentagem do volume extraído é transformado em água potável e o restante permanece com sal e recebe resíduos do processo de dessalinização. Esse material é usado para abastecer tanques onde são criados peixes da espécie tilápia rosa. A água desses criadouros, que contém restos de ração e excremento de peixe, também pode ser reaproveitada para o cultivo de “erva-sal”, planta que serve para a alimentação de caprinos e ovinos.


Processo pioneiro
O projeto-piloto desta técnica inédita foi desenvolvido em 2003 na comunidade de Atalho, a 70 km de Petrolina, Pernambuco. Ele serviu de referência para integrar o Programa Água Doce, do Ministério do Meio Ambiente. Desde 2004, oito Unidades Demonstrativas (como são conhecidos os sistemas produtivos com reaproveitamento do rejeito) foram instaladas em seis estados brasileiros -- Rio Grande do Norte, Alagoas, Paraíba, Piauí, Ceará, e Bahia. O Programa Água Doce prevê, além do sistema de produção integrado, o processo tradicional de dessalinização, a sustentabilidade ambiental e a mobilização social com o objetivo de fornecer água de qualidade para a população.

sábado, 25 de maio de 2013

Trem brasileiro de levitação começa a ser construído no RJ

Maglev-Cobra: trem brasileiro de levitação começa a ser construído no RJ
(Fonte da imagem: Divulgação/UFRJ)
O primeiro trem brasileiro de levitação magnética finalmente começa a sair do papel. As obras de construção da estação de embarque do Maglev-Cobra, que deverá ligar os dois centros de tecnologia do campus da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), tiveram início nos últimos dias.

A implantação da linha foi possível graças a um convênio entre o BNDES e a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (FAPERJ) e recebeu investimentos da ordem de R$ 10,5 milhões. O Maglev-Cobra terá capacidade de transportar até 30 passageiros em quatro módulos.

Primeiro trem de levitação da América Latina, o veículo não emite ruído e nem gases de efeito estufa. O trajeto será curto – apenas 200 metros – e a operação deve ser iniciada ainda antes da Copa do Mundo de 2014.

O futuro do transporte?
“O Maglev-Cobra coloca o Brasil em um lugar de destaque no desenvolvimento de tecnologias de levitação”, explica Richard Stephan, coordenador do Laboratório de Aplicações de Supercondutores da UFRJ. Além de sustentável, as obras de infraestrutura chegam a ser 70% mais baratas do que as obras de um metrô subterrâneo, por exemplo.

Para se ter uma ideia, a construção de um metrô no Rio de Janeiro tem um custo avaliado em R$ 100 milhões por quilômetro. Caso o estado optasse por um trem de levitação magnética, o custo da obra por quilômetro seria de apenas R$ 33 milhões. “Na área de transporte público podemos dizer que o Maglev é um dos veículos mais limpos do mundo em termos de emissões de poluentes”, finaliza Stephan.

Fonte: http://www.tecmundo.com.br/veiculos/40149-maglev-cobra-trem-brasileiro-de-levitacao-comeca-a-ser-construido-no-rj.htm#ixzz2UJPzabTF

segunda-feira, 8 de abril de 2013

Cogumelo pode ser usado para produzir isopor



“Mushroom Packaging “ é uma alternativa eco-friendly apresentada para produzir isopor e espuma feito a partir de cogumelos. O material tem muitas aplicações e poderia substituir tranquilamente materiais sintéticos em uma variedade de indústrias.

O material é feito por micelium, um conjunto de células de fungos filiformes similares à raiz de cogumelos, que é cultivado a partir de subprodutos agrícolas. O micélio digere os subprodutos agrícolas, vinculando-os como um natural, cola não tóxica em um material estrutural. Isto já vem sendo usado para criar materiais bio compostos de última geração, substituindo espumas plásticas e materiais densos, como a placa de partícula.

A empresa responsável Ecovative pretende crescer a sua produção de materiais produzidos por cogumelos trabalhando em parceria estratégica com Sealed Air. Há planos de construção de uma segunda fábrica para dar continuidade ao desempenho do material e também, ao preço.

A empresa também vem desenvolvendo novas aplicações para o material de cogumelo, tais como vestuário, bens domésticos e materiais de construção.

quinta-feira, 7 de março de 2013

Colchão sustentável é feito de garrafa PET


Cada vez mais, desenvolvedores buscam novos tipos de materiais para fabricar produtos com princípios sustentáveis. E eis que surge o primeiro colchão feito de garrafas PET. A Trisoft, empresa brasileira no mercado há 50 anos, desenvolveu o sistema PETFOM 100% sustentável, feito de garrafas de plástico retiradas do meio ambiente e recicladas, que substitui as lâminas de espuma e feltro usados na fabricação de colchões.

O inovador sistema tem performance superior quando comparado às espumas utilizadas normalmente com a mesma finalidade, obtendo melhor desempenho contra deformação, oxidação, proliferação de microorganismos e aumentando a sua vida útil. Além disso, o PETFOM é auto-extingível, não propaga fogo e não serve como combustível em caso de incêndio, não emitindo qualquer subproduto tóxico como fumaça, preocupação que a empresa teve em fazer não só um produto de alta qualidade, mas também seguro, indo além da responsabilidade socioambiental.

Para se ter uma ideia em números; a cada colchão de casal fabricado pelo Sistema PETFOM, são retiradas cerca de 1.260 garrafas PET da natureza, além da otimização na redução de custos.

Fonte: http://www.3minovacao.com.br/blog/sustentabilidade-2/2013/03/05/colchao-sustentavel-e-feito-de-garrafa-pet/

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Projeto conceitual une banho e lava-roupa em um só lugar

washit


Um dos afazeres que mais necessita de um grande volume de água é o ato de lavar roupas e o banho diário. O pior é que acabamos por não reutilizá-la para outros fins de forma a aproveitar toda a quantidade usada.

Pensando nisso, estudantes na Turquia criaram o Washit, máquina que pode fazer as duas ações juntas utilizando a mesma quantidade de água e ainda, economizando em tempo, já que as duas atividades são feitas simultaneamente.

O projeto parte da ideia de que um banho de 15 minutos gasta cerca de 150 litros de água e uma lavagem de roupa 38 litros. Ao usar a mesma água para as duas funções, a economia com o tempo pode ser bem significativa.

A água usada no banho é bombeada para um sistema de filtros e depois armazenada em um tanque. Quando o usuário liga a máquina de lavar, um segundo aparelho leva a água filtrada do banho para a lavagem das peças (a água desse tanque também pode ser usada para outros banhos).

Washit ainda não saiu do papel, mas já venceu um prêmio internacional de design.

Fonte: http://www.3minovacao.com.br/blog/sustentabilidade-2/2013/02/26/projeto-une-banho-e-lava-roupa-em-um-so-lugar/

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Bateria de sódio será usada em carro elétrico brasileiro


O primeiro carro elétrico totalmente desenvolvido no Brasil terá em seu interior um importante diferencial: uma bateria de sódio, totalmente reciclável, e composta de matérias abundantes na natureza. O projeto está sendo concebido pela Itaipu Binacional, com financiamento da FINEP (Financiadora de Estudos e Projetos).

O desenvolvimento da bateria é 100% brasileiro, enquanto o do carro elétrico é uma parceria de empresas nacionais e estrangeiras, capitaneado pela Itaipu. As vantagens da bateria inovadora são várias: é três vezes mais leve do que a de chumbo, mais adequada ao clima dos trópicos, e pode ser usada em sistemas de armazenamento de energia geradas por fontes renováveis, por exemplo.

Optamos por uma matéria-prima que estivesse presente em abundância em todos os lugares. A fonte do sódio nada mais é do que sal de cozinha. As baterias de lítio ou chumbo são muito agressivas à natureza. 

O veículo elétrico em si não polui o planeta, mas precisamos olhar todo o ciclo. Inclusive pensar no que vai acontecer quando o carro for descartado. o processo de reciclagem de uma bateria de sódio, por exemplo, é simples e barato – afirma o engenheiro Celso Novais, chefe da Assessoria de Mobilidade Elétrica Sustentável e responsável pela coordenação do projeto na Itaipu Binacional.

Novais afirma que a primeira fase do projeto estará finalizada até meados de 2014.

Fonte: http://www.finep.gov.br/imprensa/noticia.asp?cod_noticia=3135

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

1º Congresso de Inovação e Sustentabilidade


O 1° Congresso de Inovação e Sustentabilidade será realizado nos dias 29 e 30 de agosto de 2013 e traz como tema Ciência e Tecnologia como vetores para sustentabilidade. 

O evento está sendo realizado pela Agência Conversa Sustentável e a Faculdade de Tecnologia do Tatuapé - FATEC Tatuapé e tem como desafio compartilhar experiências e estratégias de inovação interdisciplinares para a aplicabilidade mercadológica e contará com a participação de profissionais de sustentabilidade, acadêmicos, especialistas Brasil, América Latina, Estados Unidos, Europa e Ásia.

Maiores Informações: http://revistasustentabilidade.com.br/ciis2013/