Quando lançado em uma área, as seis câmeras da “bolinha” entram em ação tirando duas fotos por segundo e dando uma visão de 360º da região. Além disso, uma série de sensores infravermelhos ajudam a capturar os detalhes do local. Todas as informações são enviadas para um smartphone ou notebook.
Em situações de risco, bombeiros, policiais e outras forças especiais apresentam certa dificuldade para entrar em terrenos desconhecidos, já que eles podem encontrar áreas acidentais, criminosos escondidos, armadilhas, etc. A ação do equipamento os ajudaria exatamente nesses casos.
O dispositivo ainda é um protótipo, mas, em entrevista ao NewsScientist, seu criador afirma que uma de suas grandes vantagens será o preço baixo, que facilitará o trabalho de reconhecimento.
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